Editora Universitária da UNILA
https://editora.unila.edu.br/edunila
<p>Criada em 2012, com a aprovação do Estatuto da UNILA, e regulamentada no ano seguinte, com a publicação do Regimento Geral da UNILA, a EDUNILA, sob o comando da sua primeira coordenadora, iniciou suas atividades em 2014 e, dois anos depois, foram publicados os primeiros títulos da editora. Desde então, foram lançados mais de 40 títulos entre livros e manuais, nas mais diversas áreas do conhecimento.</p> <p>Apesar da sua juventude, a EDUNILA já conquistou, por duas edições consecutivas, o prêmio da ABEU – Associação Brasileira de Editoras Universitárias. Em 2021, o livro <strong>Por um ensino insurgente em arquitetura e urbanismo</strong>, organizado por Andréia Moassab, professora da UNILA, e Leo Name, então também professor da casa, foi considerado o segundo melhor livro do ano, na categoria Ciências Sociais Aplicadas. O mesmo livro foi, ainda, menção honrosa na Premiação da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, no ano seguinte. Em 2022, foi a vez do livro <strong>Arara Rara: Antologia de palíndromos | Ensaio sobre a palindromia</strong>, de Fábio Aristimunho Vargas, ficar com o terceiro lugar no prêmio ABEU, na categoria projeto gráfico, o qual foi desenvolvido por Francieli Padilha Bras Costa, que integra a equipe da editora desde 2017.</p> <p>Em outras palavras, a EDUNILA visa a publicação de obras de conhecimento técnico, científico, cultural e didático, produzidas por autores e autoras, principalmente, da América Latina e Caribe, clássicos ou contemporâneos, internos e externos à universidade, reconhecendo e incorporando resultados intelectuais de qualidade gerados por diversos segmentos acadêmicos, científicos e culturais definidos em critérios de relevância em consonância com a missão da própria instituição que a acolhe. Dessa forma, e com a proposta de contribuir com a integração latino-americana, a EDUNILA dá destaque a obras de caráter bilíngue e a traduções inéditas de textos escritos nas diversas línguas que representam o continente.</p> <p>Sendo uma editora jovem e vinculada a uma proposta inovadora no campo acadêmico, a EDUNILA, para cada um de seus livros, desenvolve um projeto editorial e gráfico atual e arejado, procurando cativar o público externo e não acadêmico.</p> <p>Finalmente, por ser a editora de uma universidade pública, a EDUNILA prima pela ampla distribuição gratuita de suas publicações, especialmente para bibliotecas públicas de sua região de inserção, além de garantir a presença de suas obras em centros de pesquisa e universidades do continente, sobretudo aqueles voltados para o estudo da América Latina.</p> <p><strong>***</strong></p> <p>Creada en 2012, con la aprobación del Estatuto de la UNILA, y reglamentada al año siguiente, con la publicación del Reglamento General de la UNILA, la EDUNILA, bajo la gestión de la primera coordinadora, inició sus actividades en 2014 y, dos años después, fueron publicados los primeros títulos de la editorial. Desde entonces, fueron lanzados más de 40 títulos entre libros y manuales, en las más diversas áreas del conocimiento.</p> <p>A pesar de su juventud, la EDUNILA conquisto, por tres ediciones consecutivas, el premio de ABEU – Associação Brasileira de Editoras Universitárias. En 2021, el libro <strong>Por um ensino insurgente em arquitetura e urbanismo, </strong>organizado por Andréia Moassab, profesora de la UNILA, y Leo Name, entonces también profesor de la casa, fue considerado el segundo mejor libro del año, en la categoría Ciencias Sociales Aplicadas. El mismo libro también fue mención honrosa en la Premiación de la Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, al año siguiente. En 2022, fue el turno del libro <strong>Arara Rara:</strong> <strong>Antologia de palíndromos | Ensaio sobre a palindromia</strong>, de Fabio Aristimunho Vargas, el cual quedó en tercer lugar en el premio ABEU, en la categoría Proyecto Gráfico, que fue desarrollado por Francieli Padilha Bras Costa, quien integra el equipo editorial desde 2017. En 2023, el libro <strong>Guia etnotaxonômico ilustrado das abelhas sem ferrão da Tríplice Fronteira</strong>, de Fernando Zamudio y Leopoldo Jesús Alvarez, publicado en colaboración con la Universidad Nacional de Córdoba, también quedó en tercer lugar del premio ABEU, en la categoría Ciencias Naturales y Matemáticas. </p> <p>En otras palabras, la EDUNILA se dedica a la publicación de obras de conocimiento técnico, científico, cultural y didáctico, producidas por autores y autoras, principalmente, de América Latina y el Caribe, clásicos o contemporáneos, internos o externos a la universidad, reconociendo e incorporando resultados intelectuales de calidad generados por diversos segmentos académicos, científicos y culturales, definidos en criterios de relevancia en consonancia con la misión de la propia institución que los recibe. De esa forma, y con la propuesta de contribuir con la integración latinoamericana, la EDUNILA otorga destaque a obras de carácter bilingüe y a traducciones inéditas de textos escritos en las diversas lenguas que representan el continente.</p> <p>Siendo una editorial joven y vinculada a una propuesta innovadora en el campo académico, la EDUNILA, para cada uno de sus libros, desarrolla un proyecto editorial y gráfico actual y fresco, buscando cautivar al público externo y no académico.</p> <p>Finalmente, por ser una editorial de una universidad pública, la EDUNILA aboga por la amplia distribución gratuita de sus publicaciones, especialmente para bibliotecas públicas de su región de inserción, además de garantizar la presencia de sus obras en centros de investigación y universidades del continente, en particular aquellas orientadas al estudio de Américo Latina.</p>pt-BREditora Universitária da UNILARelatos da nossa casa
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/196
<p>O presente volume reúne uma coletânea de sete Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) desenvolvidos no âmbito da graduação em Ciências Biológicas – Ecologia e Biodiversidade da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, UNILA. Mesmo a partir desse recorte, é possível observar um panorama representativo da pluralidade de temas, abordagens, grupos biológicos e contextos geográficos investigados pelos discentes. De forma complementar, os estudos trazem contribuições significativas para o conhecimento da biodiversidade na América Latina e no Caribe — o que se mostra premente ante a urgência do Antropoceno <br />e do Capitaloceno. Os trabalhos apresentam questionamentos situados na problemática atual do uso dos biomas latino-americanos, abordando suas diversidades, prioridades de conservação e estratégias de manejo.</p> <div class="value"> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>Sobre aspectos evolutivos y ecológicos de las estructuras morfológicas: un nuevo alcance para el concepto de simorfosis</strong><br /><em>María Noel C. Hirschfeld e Luiz R. R. Faria</em><br /><strong>Priorização de áreas de conservação para felinos ameaçados na Região neotropical</strong> <br /><em>Ágatha Kohmoto Verzotto e Peter Löwenberg Neto</em><br /><strong>Efecto de factores ambientales y espaciales en la riqueza de especies de anuros en la Cordillera de los Andes</strong> <br /><em>Licet Fernanda Calambás Trochez, Peter Löwenberg Neto y Michel Varajão Garey</em><br /><strong>Rotas de conectividade entre áreas protegidas da Colômbia para a conservação da biodiversidade</strong><br /><em>Paola Andrea Diaz Lopez e Peter Löwenberg Neto</em><br /><strong>História das arboviroses urbanas transmitidas por <em>Aedes aegypti</em> (Linnaeus) no Paraná baseado nos registros encontrados nos Boletins Epidemiológicos da SESA Paraná</strong><br /><em>Keryny Dorcimil e Elaine Della Giustina Soares</em><br /><strong>Diversidad funcional de los peces de la cuenca del Paraná 3</strong><br /><em>Diego Fernando Cadena Mantilla y Luiz Henrique Garcia Pereira</em><br /><strong>A contribuição de Evaldo Buttura para a flora do Oeste do Paraná</strong><br /><em>Mariana Gabriely da Silva Menezes e Laura Cristina Pires Lima</em></p> <p><strong>Sobre os autores</strong></p> <p><strong>Ágatha Kohmoto Verzotto</strong>:nasceceu em Osasco/SP e se mudou para Foz do Iguaçu/PR em 2016, quando começou o curso de Ciên<br />cias Biológicas – Ecologia e Biodiversidade (concluído em 2022). Durante a graduação, realizou, em condição de bolsista, três ini<br />ciações científicas no Laboratório de Biogeografia e Macroecologia; participou ativamente na fundação do Centro Estudantil de <br />Ciências Biológicas Hydrochoerus hydrochaeris (CEBHy), atuando no cargo de presidente por três anos (2018 a 2020); presidiu a IV <br />Semana Acadêmica de Biologia (2019) e participou como Diretora de Esportes da Atlética Pantheras AACBio (2018). Trabalhou como <br />monitora no XXXII Congresso de Zoologia (2018), no III Encontro Nacional de Jogos e Atividades Lúdicas no Ensino de Química, <br />Física e Biologia (2018) e no II Simpósio Latino-Americano de Biociências (2019). Apresentou um trabalho de iniciação científica <br />no II SIEPE (Semana Integrada de Ensino, Pesquisa e Extensão, 2019) e foi membro da equipe de organização do estande do curso <br />de Ciências Biológicas — Ecologia e Biodiversidade na Mostra de Cursos do mesmo evento. Teve resumos de trabalhos publicados <br />no Humboldt 250/ 2° Congresso Latino-Americano de Biogeografia (2019) e na 10a Conferência Bienal — Sociedade Internacional <br />de Biogeografia (2022). Estagiou voluntariamente no Laboratório de Limnologia (2020) e no Projeto Onças do Iguaçu (2021-2022). <br />Trabalha atualmente como consultora ambiental, realizando resgates e monitoramentos de fauna silvestre para concessão de <br />licenciamento ambiental no estado do Paraná.</p> <p><strong>Diego Fernando Cadena Mantilla</strong>: natural de Bucaramanga, Santander, Colombia. Graduado en Ciencias Biológicas – Ecología <br />y Biodiversidad por la UNILA y Magíster en Ciencias por la misma institución. Actuó, durante su recorrido por la UNILA, en diver<br />sos proyectos involucrados con la genética de poblaciones, identificación de especies por barcoding y desarrollo de protocolos de <br />monitoreo por ADN ambiental. Actualmente se encuentra como biólogo adjunto en el Instituto Misionero de Biodiversidad (IMi<br />Bio) en la ciudad de Puerto Iguazú, Misiones, Argentina, como encargado del área de biología molecular, desarrollando proyec<br />tos de metagenómica enfocados principalmente en el monitoreo y regeneración de los recursos hídricos y los servicios ecosistémicos <br />del suelo.</p> <p><strong>Elaine Della Giustina Soares</strong>: curitibana (PR/Brasil), graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Paraná e Mestre <br />e Doutora em Ciências Biológicas (Entomologia) pela mesma universidade. Durante seus estudos se especializou em Taxonomia e <br />Sistemática de Diptera (Muscidae) e, atualmente, tem estudado também a biologia dos Diptera de forma mais geral. Ingressou <br />como docente do ensino superior na Universidade Federal do Espírito Santo em 2008, e está na UNILA desde 2013, atuando como <br />professora dos cursos de Ciências Biológicas — Ecologia e Biodiversidade, Licenciatura em Ciências da Natureza, Biotecnologia <br />e no programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Neotropical. Atuou, entre 2016 e 2023, na coordenação do Curso de Ciências <br />Biológicas, ora como coordenadora, ora como vice, participando também da última revisão do PPC do curso. Vem atuando, desde<br />2010, em atividades de extensão, em projetos relacionados à <em>Diptera</em>, de forma geral, e mais especificamente a mosquitos e sua <br />interação com a saúde ambiental e humana.</p> <p><strong>Keryny Dorcimil</strong>: natural do Haiti e mora no Brasil há 10 anos. Formou-se em Ciências Biológicas – Ecologia e Biodiversidade, <br />pela UNILA, em 2023. Trabalha atualmente como analista de laboratório físico-químico em uma empresa multinacional no Paraná. <br />Sua linha de pesquisa é voltada para a entomologia médica, especificamente sobre o <em>Aedes aegypti</em>, objeto do seu trabalho de con<br />clusão do curso. Participou em alguns projetos de pesquisas sobre o assunto e, no momento, está cursando de forma remota curso <br />de entomologia médica ofertado pelo Instituto Louis Pasteur (França) e de Qualidade em Laboratório (seguindo a norma ISO <br />15189) ofertado pela França Universidade Digital (France Université Numérique, FUN). </p> <p><strong>Laura Cristina Pires Lima</strong>: sul mato-grossense, graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Mato Grosso do <br />Sul (UFMS-2003), mestre em Botânica pela Universidade Federal de Viçosa (UFV-2006), doutora em Botânica pela Universidade <br />Estadual de Feira de Santana (UEFS-2011), com doutorado sanduíche no <em>Royal Botanic Gardens</em> (Kew, Londres). Durante seus estu<br />dos se especializou em Taxonomia e Sistemática de angiospermas com enfoque na família das leguminosas. Ingressou na UNILA em <br />2014, e, desde então, tem atuado como professora das disciplinas de Botânica dos cursos de Biotecnologia, Ciências Biológicas – <br />Ecologia e Biodiversidade, Licenciatura em Ciências da Natureza, e no programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Neotropical. <br />É curadora do herbário Evaldo Buttura (EVB) desde 2015, e tem orientado ICs, TCCs e dissertações com a Flora local. Desde 2017 <br />tem atuado em projetos de extensão com enfoque na divulgação do herbário, Botânica no Cotidiano, ensino de Botânica e alfabetiza<br />ção científica na área de Biologia.</p> <p><strong>Licet Fernanda Calambás Trochez</strong>: es de Morales, Cauca, Colombia, y egresada de la carrera de Ciencias Biológicas – Ecología y <br />Biodiversidad de la Universidad Federal de Integración Latino americana (UNILA). </p> <p><strong>Luiz Henrique Garcia Pereira</strong>: possui Licenciatura e Bacharelado em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2006, 2007), e Doutorado em Ciências Biológicas (Zoologia) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2011). Realizou Pós-Doutorado na área de Genética Animal pelo Departamento de Morfologia e pelo programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (Genética) da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2013). Atualmente é professor associado II nas áreas de Biologia Molecular e Genética da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), onde atua desde 2013, lecionando para os cursos de Ciências Biológicas - Ecologia e Biodiversidade, Biotecnologia e Licenciatura em Ciências da Natureza. Tem como principal linha de pesquisa o estudo da Biodiversidade da ictiofauna neotropical utilizando, principalmente, ferramentas da genética e biologia molecular, abordando os seguintes temas: biodiversidade e ecologia de riachos; variabilidade genética, DNA barcoding, conservação genética, genética e genômica de populações, eDNA.</p> <p><strong>Luiz Roberto Ribeiro Faria Junior</strong>: nasceu em Taubaté, SP, mas foi criado em Itanhandu, MG, cidade que considera sua terra natal. É bacharel em Ciências Biológicas (UNITAU, 2002), mestre em Ecologia, Conservação e Manejo da Vida Silvestre (UFMG, 2005) e doutor em Ciências Biológicas (Entomologia) (UFPR, 2009). Foi professor temporário no Centro Universitário Norte do Espírito Santo da Universidade Federal do Espírito Santo (CEUNES/UFES) entre 2011 e 2013. É professor da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) desde 2013.</p> <p><strong>María Noel Clerici Hirschfeld</strong>: é de Montevideo, Uruguay. Ingressou na UNILA em 2012 e formou-se no curso de Ciências Biológicas – Ecologia e Biodiversidade em 2016. É Mestre em Biologia Animal pela Universidade Federal de Pernambuco (2019) e Doutora em Ecologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2024). Entre suas principais linhas de investigação, pesquisa a história da Ecologia em/desde a América Latina, tema que considera consequência da sua formação como bióloga na UNILA, dada as características singulares do curso e o espaço de indaga ção gerado pelo Ciclo Comum de Estudos. Atualmente continua colaborando com a instituição, tendo participado como docente convidada no Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Neotropical (PPGBN/UNILA). Está vinculada atualmente ao Labora tório de Estudios Sociales de la Ciencia da Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), onde realiza pós-doutorado.</p> <p><strong>Mariana Menezes</strong>: brasileira, nascida em Foz do Iguaçu (PR), e ingressou no curso de Ciências Biológicas – Ecologia e Biodiversidade em 2015. Trabalhou, durante a graduação, especialmente na área de botânica, estagiando no Herbário Evaldo Buttura em 2019. Atua, no momento, junto ao Observatório Educador Ambiental Moema Viezzer (OBEAMV) no projeto "Monitoramento Participativo de áreas prioritárias para conservação em Foz do Iguaçu".</p> <p><strong>Michel Varajão Garey</strong>: natural de Cruzeiro, no interior do estado de São Paulo, Brasil. Graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Alfenas, mestre em Ecologia e Conservação pela Universidade Federal do Paraná e doutor em Biologia Animal <br />pela Universidade Estadual Paulista. Desde 2013 é professor na Universidade Federal da Integração Latino-Americana. Desenvolve pesquisas nas áreas de ecologia de populações, comunidades e metacomunidades, conservação da biodiversidade e comportamento, principalmente de anfíbios. </p> <p><strong>Paola Andrea Diaz Lopez</strong>: nasceu em Bogotá, Colômbia. Desenvolveu, desde cedo, um profundo interesse pela biologia e pela con<br />servação ambiental. Cursou, em Bogotá, Licenciatura em Biologia na Universidad Distrital Francisco José de Caldas (UDFJC), onde se desenvolveu como educadora ambiental, com um foco especial no combate ao tráfico ilegal de animais silvestres e na conservação dos ecossistemas colombianos. Posteriormente, ingressou na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), onde estudou Ciências Biológicas – Ecologia e Biodiversidade. Na UNILA, participou ativamente de projetos, como o projeto institucional de enfrentamento ao coronavírus. Foi monitora na Divisão de Apoio à Acessibilidade e Inclusão da Pessoa com Deficiência e atuou no apoio técnico do herbário Evaldo Buttura. Desenvolveu um interesse crescente pelo uso dos Sistemas de Informação Geográfica, integrando-os com a conservação. Cursa atualmente o mestrado no Programa de Etnobiologia e Conservação da Natureza da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE). É integrante de grupo de pesquisa no Laboratório de Etologia Teórica e Aplicada (LETA), onde estuda o comportamento e a cognição de Callithrix jacchus. Sua pesquisa continua a refletir seu compromisso com a conservação da biodiversidade e o avanço da ciência.</p> <p><strong>Peter Löwenberg Neto</strong>: natural de Curitiba/PR, tem graduação em Ciências Biológicas (2003), Mestrado (2007) e Doutorado em Ciências (2009) pela Universidade Federal do Paraná. Desde 2010, é professor do Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas - Ecologia e Biodiversidade da UNILA. Participou da elaboração e implementação do primeiro Projeto Pedagógico (2010 a 2011) e foi o primeiro Coordenador do Curso (2011 a 2012). Participou, posteriormente, como membro titular e suplente do Colegiado (2015 a 2017) e foi presidente do Núcleo Docente Estruturante (2020 a 2023). Orientou mais de 40 discentes do curso em monitorias, iniciação científica, trabalhos de conclusão de curso e está gios curriculares obrigatórios. É responsável pelas disciplinas de Biogeografia e Macroecologia, já tendo lecionado outras sete disciplinas obrigatórias e optativas. É autor do livro <em>Mapeamento da distribuição geográfica de espécies na região Neotropical: manual </em><em>de aulas práticas</em> pela EDUNILA, elaborado a partir da disciplina de Biogeografia ofertada para o curso ao longo de 12 anos.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2026<br />Organizadores: Luiz R. R. de Faria; Nathália Corrêa Chagas de Souza; Weber Beringui Feitosa<br />Idioma: Português/Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 155<br />ISBN: 978-65-86342-70-3</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p> </div>Luiz R. R. FariaNathália Corrêa Chagas de SouzaWeber Beringui Feitosa
Copyright (c) 2026 Editora Universitária da UNILA
https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0
2026-04-272026-04-27 Potência transformadora e sustentabilidade na engenharia de energia
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/194
<p>O curso de Engenharia de Energia da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, UNILA foi instituído pela Portaria UNILA nº11/2010 e obteve nota 4 na mais recente avaliação do MEC, realizada em 2017. O ingresso ocorre anualmente por meio do SiSU, com seleção baseada no desempenho dos candidatos no ENEM. Até o momento, 84 bacharéis em Engenharia de Energia foram formados pela UNILA e atuam em diferentes países e áreas profissionais, incluindo a indústria, o desenvolvimento de projetos em energia solar, eólica, biogás e hidrogênio, bem como a operação, análise e comissionamento de sistemas e usinas no setor elétrico (geração, transmissão e distribuição). Esta obra, inspirada no Edital Semillas, tem como objetivo evidenciar a natureza multidisciplinar da formação do engenheiro de energia, reunindo Trabalhos de Conclusão de Curso em celebração aos 10 anos do curso.</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>Efeito da nutrição animal na produção de biogás</strong><br /><em>Aline Thais Gomes Rodrigues, Rodrigo Monteiro Eliott e Andreia Cristina Furtado</em><br /><strong>Uso de diferentes biomassas no processo de pirólise</strong><br /><em>Jhon Steven Navarro Hoyos e Rodrigo Monteiro Eliott</em><br /><strong>Recuperação energética de gás de aterros</strong> <br /><em>Maiara Fernanda Garcia, Ricardo Morel Hartmann e Luís Evelio Garcia Acevedo</em><br /><strong>Avaliação da eficiência energética de uma biblioteca</strong> <br />Melanie Gissel Urdangarín Gamarra e Fabyo Luiz Pereira<br /><strong>CVAR no planejamento do Sistema Interligado Nacional</strong> <br /><em>Diana Vanessa López Maldonado, Rafael José de Andrade e Jorge Javier Gimenez Ledesma</em><br /><strong>Series temporales para previsión de la energía fotovoltaica</strong> <br /><em>Vanessa Maria Serrano Ardila, Joylan Nunes Maciel y Oswaldo Hideo Ando Junior</em><br /><strong>Algoritmo microgenético aplicado na proteção de sobrecorrente em Sistemas de distribuição</strong> <br /><em>Jose Alejandro Encinas Riveros e Jorge Javier Giménez Ledesma</em><br /><strong>Sistema híbrido de geração de potência</strong><br /><em>Benhur Azambuja Possatto e Walfrido Alonso Pippo</em><br /><strong>Dimensionamiento de una planta piloto de hidrógeno</strong><br /><em>Angel Ambrocio Quispe y Luís Evelio Garcia Acevedo</em></p> <p><strong>Sobre os organizadores</strong></p> <p><strong>Claudia Leites Luchese</strong>: possui Graduação em Engenharia Química pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2010). Atua na área de Fenômenos de Transporte e Operações Unitárias. Concluiu em 2013 o Mestrado em Engenharia Química na UFRGS, desenvolvendo uma pesquisa relacionada com a avaliação cinética e modelagem do processo de desidratação osmótica e a utilização de ultrassom como pré-tratamento para maximizar a taxa de perda de água de physalis. Fez Doutorado (2018) no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química (PPGEQ) pela UFRGS em regime de cotutela com a Universidade do País Vasco/Euskal Herriko Unibertsitatea (UPV/EHU) na Espanha. Realizou pesquisas de doutorado e pós-doutorado no PPGEQ relacionadas com a produção, o desenvolvimento e a caracterização de embalagens ativas e inteligentes à base de diferentes fontes de amido e resíduos do processamento de alimentos, a fim de avaliar sua influência na capacidade de formação de filmes, assim como suas propriedades físico-químicas, térmicas, mecânicas e estruturais buscando diferentes aplicações industriais. Realizou pesquisas de pós-doutorado na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) relacionadas com o desenvolvimento de embalagens ativas e inteligentes à base de resíduos do processamento de tubérculos roxos: sustentabilidade no contexto da economia circular. Atualmente é professora do Magistério Superior no Instituto Latino-Americano de Tecnologia, Infraestrutura e Território (ILATIT) pertencente à Universidade Federal da Integração Latino Americana ,UNILA. Suas principais características comportamentais são relacionadas com organização e planejamento, comunicação e escrita de forma clara e eficaz, espírito colaborativo, ética profissional, honestidade e integridade.</p> <p><strong>João Manoel Lenz</strong>: bacharel (2013) e Mestre (2015) em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Santa Maria, sendo bolsista de pesquisa em modelagem e integração de renováveis. Em 2019, recebeu o grau de Doutor em Engenharia Elétrica, na linha de Eletrônica<br />de Potência, pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica, UFSM. É membro do Grupo de Eletrônica de Potência e Controle (GEPOC), realiza pesquisa com ênfase em energia fotovoltaica e integração de recursos energéticos distribuídos, confiabilidade em eletrônica de potência, e projeto otimizado de conversores estáticos. É membro ativo das sociedades IEEE Industrial Applications e IEEE Power and Energy, onde já ocupou os cargos de tesoureiro do Ramo Estudantil IEEE/UFSM e Presidente do Capítulo IAS SB IEEE/UFSM. De 2018 a 2019 foi pesquisador visitante no Center for Reliable Power Electronics, na Aalborg University, Dinamarca. De 2020 a 2023 foi professor e pesquisador na UNIJUÍ. Atualmente é Professor Adjunto na Universidade Federal da Integração Latino-Americana, UNILA e é Professor Colaborador do PPG Interdisciplinar em Energia e Sustentabilidade (PPGIES) da mesma instituição, e realiza pós-doutorado junto ao Laboratório de Eficiência Energética e Ambiental (LABEFEA), na Universidade Federal da Bahia.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2026<br />Organizadores: Claudia Leites Luchese; João Manoel Lenz<br />Idioma: Português/Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 135<br />ISBN: 978-65-86342-73-4</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Claudia Leites LucheseJoão Manuel Lenz
Copyright (c) 2026 Editora Universitária da UNILA
https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0
2026-04-272026-04-27Entre fronteras y semillas latinoamericanas en el Cine e Audiovisual
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/197
<p>O livro “Entre fronteiras y semillas latino-americanas” marca a primeira década do curso de Cinema e Audiovisual da UNILA, reunindo textos elaborados por egressos, egressas e docentes. A obra propõe reflexões a partir de diversas perspectivas históricas, teóricas e estéticas, abordando o fazer cinematográfico em nosso continente. Entre os temas explorados por autores de diferentes nacionalidades latino-americanas, destacam-se: a relação das imagens com a construção da memória e com os processos históricos das lutas de nossos povos; os modos de produção e circulação das imagens; e os processos de criação<br />a partir de abordagens plurais. Este livro é um convite para conhecer os caminhos reflexivos traçados no curso, que possibilitam uma formação ampla, diversa e comprometida com o projeto de integração internacionalista da UNILA.</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>Testimonios femeninos animados en tiempos de guerra <br /></strong><em>Libia Alejandra Castañeda López</em><strong><br />Cine de género, discurso histórico y memoria de una guerra que no fue <br /></strong><em>Marcial Alejandro Aravena Fuentes</em><strong><br />Resguardo colectivo frente a una dictadura <br /></strong><em>Leandro Nicolás Zerbatto</em><strong><br />Os relatos das grandes águas, um Podcast de ficção da tríplice fronteira <br /></strong><em>Kira Pereira e Vinícius Boita Vieira</em><strong><br />Simbologia nacional e direção de arte em experiências imersivas <br /></strong><em>Ana Flávia do Nascimento Tomaz, Camila da Silva Marques e Pablo Souza De Villavicencio</em><strong><br />Entre fronteras y semillas latinoamericanas en el Cine e Audiovisual o circuito SPCINE em debate <br /></strong><em>Ane Beatriz Barreto Cruz</em><strong><br />Alternativas de produção para obras independentes <br /></strong><em>Lorena Medeiros Scarpel</em><strong><br /></strong></p> <p><strong>Sobre as organizadoras</strong></p> <p><strong>Camila da Silva Marques</strong>: Docente de Cinema e Audiovisual na Universidade Federal da Integração Latino-Americana, UNILA, na área de Direção de Arte. Doutora e Mestra em Comunicação pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), com doutorado sanduíche em ficção televisiva pela Universidade Católica de Lisboa, com pesquisas voltadas à ficção audiovisual, figurino, classe social e gênero. Coordenadora do projeto de extensão LAB&ART: estudos e experimentações em Direção de Arte (UNILA), coordenadora do Laboratório e Acervo de Direção Arte da UNILA, coordenadora do grupo UNILA/UFSM da Rede Brasileira de Pesquisadores de Ficção Televisiva (Obitel Brasil). Atua no audiovisual desde o ano 2007, como diretora de arte, figurinista, produtora e produtora executiva, tendo em suas principais produções os filmes Love do Amor (Fabrício Koltermann, 2019) e O Amanhã de Ontem (Fabrício Koltermann, 2024). Sócia da Toca Audiovisual desde 2017. E-mail: camila.marques@unila.edu.br.</p> <p><strong>Fran Rebelatto</strong>: Docente Docente de Cinema e Audiovisual na Universidade Federal da Integração Latino-Americana,UNILA. Doutora em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal Fluminense (UFF), tendo se dedicado a pesquisar e analisar as filmografias que tratam de questões de gênero, territórios de fronteira em contexto latino-a-mericano. Dentre outras experiências importantes de formação e desenvolvimento de projetos, destaca-se, a participação na Maestría en Cine-Ensayo da EICTV e Filmando em Cuba com Abbas Kiarostami; no Taller El Viaje del Héroe Andino, pelo Ibermedia, no Peru. Diretora, roteirista e produtora que atua no cinema e audiovisual há mais de duas décadas, assinando direção, produção e roteiro de vários projetos, entre eles: o longa-metragem ‘Pasajeras’ (Brasil, 2021). Pesquisadora do grupo “Cinematografia: expressão e pensamento” e coordenadora do projeto ‘Observatório latino-americano de Cinema Entre Fronteiras’ (OLACEF), na UNILA. É uma das fundadoras da produtora e laboratório de experimentação, produção e inovação, Ñanduti Cine. E-mail: francieli.rebelatto@ unila.edu.br</p> <p><strong>Kira Pereira</strong>: docente de Cinema e Audiovisual na Universidade Federal da Integração Latino-Americana, UNILA, na área de Som. Doutora em Multimeios pela Unicamp, com pesquisa sobre relações entre as áreas de montagem e som no processo criativo de filmes brasileiros contemporâneos. Mestre em Ciências da Comunicação pela ECA – USP, tendo estudado o processo de criação de som do<br />Filme Ensaio Sobre a Cegueira. Atua no audiovisual desde o ano 2000, como editora de som e técnica de som direto, tendo entre<br />suas principais colaborações os filmes <em>Pasajeras</em> (Fran Rebelatto,2021), <em>De Menor</em> (Caru Alves de Souza, 2013), <em>Tão Longe é Aqui</em><br />(Eliza Capai, 2013), <em>Carandiru</em> (Hector Babenco, 2003), e<em> Jardim Europa SP</em> (Mauro Baptista Vedia, 2014). E-mail: kira.pereira@unila.edu.br.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2026<br />Organizadores: Camila da Silva Marques; Fran Rebelatto; Kira Pereira<br />Idioma: Português/Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 146<br />ISBN: 978-65-86342-74-1</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Camila Silva MarquesFrancieli RebelattoKira Santos Pereira
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2026-04-272026-04-27Encruzilhadas da fronteira
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/193
<p>Este livro reúne sete ensaios acerca do Ciclo Comum de Estudos da Unila, escritos no marco dos dez anos dessa experiência político-pedagógica. Abordando de forma transversal temas como o ensino de português e espanhol como línguas adicionais, o trabalho de campo na fronteira, o olhar das margens na arte fotográfica, as dinâmicas pedagógicas de integração e a abordagem de fundamentos da América Latina em cursos específicos, a presente coletânea pretende estimular reflexões necessá rias na atual conjuntura. Tudo isso sob o horizonte da integração latino-americana e caribenha, seguindo a vocação desta universidade que construímos há mais de uma década.</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>O Português como língua adicional nas encruzilhadas de linguagem da UNILA <br /></strong><em>Laura Márcia Luiza Ferreira</em><strong><br />Viver em campo: a fronteira como objeto de estudo interdisciplinar <br /></strong><em>Heloisa M. Gimenez</em><strong><br />Caminhando nas margens <br /></strong><em>Fran Rebelatto</em><strong><br />Sementes para a integração: acolhimento e partilha em experiências de disciplinas de Fundamentos de América Latina da UNILA<br /></strong><em>Renata Peixoto de Oliveira</em><strong><br />Español como lengua adicional: integración e interculturalidad en una experiencia universitaria singular<br /></strong><em>Bruna Macedo de Oliveira Rodrigues, Bruna Otani Ribeiro e Larissa Fostinone Locoselli</em><strong><br />Fundamentos de América Latina e formação discente: relatos a partir do curso de Arquitetura e Urbanismo <br /></strong><em>Andréia Moassab e Ana Silvia Fonseca</em><strong><br />Ensino de Português como língua adicional e a formação docente universitária <br /></strong><em>Franciele Maria Martiny</em><strong><br /></strong></p> <p><strong>Sobre as autoras</strong></p> <p><strong>Ana Silvia Fonseca</strong>: professora do Programa de Pós-Graduação em Integração Contemporânea da América Latina e do CCE, na UNILA. Atualmente, está em colaboração técnica junto à UFABC. Ministrou aulas de FAL para estudantes do CAU em 2013, 2017, 2018, 2021 e 2022. E-mail: ana.fonseca@unila.edu.br.</p> <p><strong>Andréia Moassab</strong>: arquiteta e urbanista, mestre e doutora em comunicação e semiótica. Foi a primeira docente e a responsável pela elaboração do primeiro PPC do CAU UNILA. Organizou, com Leo Name, o livro <em>Por um ensino insurgente em arquitetura e urbanismo</em>, a partir dos debates para implantação do curso na UNILA, premiado pela ABEU, em 2021, e menção honrosa no prêmio da ANPARQ, em<br />2022. E-mail: andreia.moassab@unila.edu.br.</p> <p><strong>Bruna Macedo de Oliveira Rodrigues</strong>: docente da área de Letras e Linguística da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, UNILA, desde 2015 e coordenadora do projeto de extensão Laboratório de Tradução da UNILA. Doutora pelo programa de pós-graduação em Letras Estrangeiras e Tradução da FFLCH/USP, tem entre seus principais temas de interesse e pesquisa o ensino da tradução, a comparação português-espanhol, a naturalidade em tradução e a tradução de literatura marginal periférica. E-mail: bruna.oliveira@unila.edu.br.</p> <p><strong>Bruna Otani Ribeiro</strong>: atua na área de Letras e Linguística da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, UNILA, desde 2015 como docente de Espanhol Língua Adicional no Ciclo Comum de Estudos. Doutora e mestra em Letras pelo Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Letras, com área de concentração em Linguagem e Sociedade, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), tem entre seus principais temas de interesse o ensino de línguas adicionais no contexto de integração latino-americana. E-mail: bruna.ribeiro@unila.edu.br.</p> <p><strong>Fernando Correa Prado</strong>: docente do curso de Ciências Econômicas - Economia, Desenvol-vimento e Integração - da UNILA, com atuação no Ciclo Comum de Estudos da UNILA dentro do eixo de Fundamentos da América Latina. Doutor em Economia Política Internacional pela Univer-sidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestre em Estudos Lati-no-americanos pela Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM) e graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Tradutor de livros e artigos do pensamento crítico latino-americano. E-mail: fernando.prado@unila.edu.br</p> <p><strong>Fran Rebelatto</strong>: docente de Cinema e Audiovisual na Universidade Federal da Integração Latino-Americana, UNILA, doutora em Cinema e Audiovisual pela UFF, tendo se dedicado a pesquisar e analisar as filmografias que tratam de questões de gênero, territórios de fronteira em contexto latino-americano. Diretora, roteirista e produtora que atua no cinema e audiovisual há mais de duas décadas, tendo dirigido, produzido e roteirizado vários projetos, entre eles: o longa-metragem "Pasajeras" (Brasil, 2021). Pesquisadora dos grupos “Cinematografia: expressão e pensamento” e "MALOCA – Grupo de Pesquisa em Arquiteturas e Urbanismos do Sul". É sócia fundadora da produtora de Foz do Iguaçu, Ñanduti Cine. E-mail: francieli.rebelatto@unila.edu.br.</p> <p><strong>Franciele Maria Martiny</strong>: pós-doutora pelo Programa de Pós-Graduação em "Linguística Aplicada"(PPG-LA) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Doutora em Letras pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) e docente da área de Letras e Linguística da Universidade Federalda Integração Latino-Americana, Unila. E-mail: franciele.martiny@unila.edu.br.</p> <p><strong>Heloisa M. Gimenez</strong>: doutora em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (Irel/UnB) e mestre em Integração da América Latina pela Universidade de São Paulo (PROLAM/USP). É professora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, UNILA, desde 2015, onde atua no Ciclo Comum de Estudos, eixo de América Latina e Caribe, no Bacharelado em Ciência Política e Sociologia -<br />Sociedade, Estado e Política na América Latina e no Programa de Pós-Graduação em Integração Contemporânea da América Latina<br />(PPGICAL), em nível de mestrado e doutorado. E-mail: heloisa. gimenez@unila.edu.br.</p> <p><strong>Larissa Fostinone Locoselli</strong>: professora da Área de Espanhol do Curso de Letras da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Foi professora da Área de Letras e Linguística da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, UNILA, de 2015 a 2024. Doutora em Letras pelo Programa de Pós-Graduação em Língua Espanhola e Literaturas Espanhola e Hispano-Americana da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). É integrante do Laboratório de Tradução da UNILA e do grupo de pesquisa "DALE! - Decolonizar a América Latina e seus spaços". Atua no ensino e na avaliação de espanhol como língua<br />estrangeira, bem como na tradução no par lingüístico português-espanhol. Desenvolve pesquisas na área de estudos discursivos e comparativos entre o português e o espanhol, com ênfase no contexto latino-americano e, atualmente, em diálogo com os feminis-<br />mos. E-mail: larissa.locoselli@unifesp.br.</p> <p><strong>Laura Márcia Luiza Ferreira</strong>: professora de português como língua adicional na Universidade Federal da Integração Latino-Americana. Além da UNILA, teve oportunidade de trabalhar em diferentes contextos de políticas educacionais Sul-Sul, levadas a cabo pelo governo brasileiro. Foi professora-leitora na Universidade de Chulalongkorn, na Tailândia; atuou no âmbito do programa de cooperação educacional, em Timor-Leste; e trabalhou também no Programa Mais Médicos como professora destes profissionais cubanos. E-mail: laura.ferreira@unila.edu.br</p> <p><strong>Renata Peixoto de Oliveira</strong>: cientista Política, docente dos cursos de Relações Internacionais e Integração, PPGRI, PPGPPD e professora dos conteúdos de Fundamentos de América Latina (FAL) junto ao Ciclo Comum de Estudos da UNILA E-mail: renata.oliveira@unila.edu.br.</p> <p><strong>Tatiana Pereira Carvalhal</strong>: doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagem da Universidade Federal Fluminense (UFF) e mestre pelo Programa Interdisciplinar de Linguística Aplicada da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Desde 2011, é docente da área de Letras e Linguística da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, UNILA, com atuação no curso de Letras - Espanhol e Português como Línguas Estrangeiras, no eixo de português como língua adicional no CCE, e pesquisadora do Grupo Linguagem, Política e Cidadania (UNILA). E-mail: tatiana.carvalhal@unila.edu.br.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2026<br />Organizadores: Fernando Correa Prado; Heloisa M. Gimenez; Tatiana Pereira Carvalhal<br />Idioma: Português/ Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 126<br />ISBN: 978-65-86342-72-7</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Fernando Correa PradoHeloisa M. GimenezTatiana Pereira Carvalhal
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2026-04-272026-04-27Vozes da juventude nas relações internacionais
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/182
<p>A obra reúne sínteses de trabalhos de conclusão do curso de Relações Internacionais e Integração da UNILA, selecionados no Edital Conjunto 13/2023 em celebração aos dez anos da universidade. Produzidos entre 2014 e 2024, os textos refletem a diversidade de nacionalidades, trajetórias e perspectivas dos jovens internacionalistas, valorizando enfoques críticos sobre gênero, raça, latino-americanismos e o Sul Global. Os capítulos abordam temas como a Teoria Marxista da Dependência, o papel de atores não estatais na ascensão chinesa, críticas feministas aos Direitos Humanos, hierarquias no sistema de tutela da ONU, impactos do pós-acordo de paz na Colômbia, a construção da haitiano-fobia na política externa dominicana e as barreiras não-alfandegárias no Mercosul. A coletânea evidencia a potência transformadora de novas leituras das Relações Internacionais, fortalecendo perspectivas comprometidas com justiça, diversidade e integração regional. </p> <p>Capítulos</p> <p><strong>Contribuições da teoria marxista da dependência frente ao tradicionalismo nas relações internacionais</strong><br /><em>Leonardo Alves da Silva</em><br /><strong>O papel de atores não-estatais na consolidação da cultura Popular chinesa</strong> <br /><em>Julia Juvêncio Matos</em><br /><strong>A luta pelos direitos reprodutivos das mulheres no sistema internacional genderizado</strong> <br /><em>Carolina Boscatto</em><br /><strong>A Nigéria e a genderização do sistema internacional a partir do regime de tutela</strong><br /><em>Maynara do Rio Sales</em><br /><strong>El acuerdo de paz en Colombia y sus proyecciones sobre pueblos y naturaleza</strong> <br /><em>Adriana del Pilar López Avella</em><br /><strong>A haitiano-fobia como ideologia nacional na república dominicana</strong><br /><em>Djenika Senatus</em><br /><strong>Las restricciones no arancelarias a las exportaciones de lácteos uruguayos en el MERCOSUR</strong> <br /><em>Adrián Larroca Ferrari</em></p> <p><strong>Sobre os autores</strong></p> <p><strong>Adrián Larroca Ferrari</strong>: bacharel em Relações Internacionais e Integração pela Universi dade Federal da Integração Latino-americana, UNILA.</p> <p><strong>Adriana del Pilar López Avella</strong>: graduada en Relaciones Internacionales e Integración por la Uni versidad Federal de la Integración Latino-americana.</p> <p><strong>Carolina Boscatto</strong>: bacharel em Relações Internacionais e Integração pela Universi dade Federal da Integração Latino-americana, UNILA. Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Integração Contemporânea da América Latina na mesma universidade.</p> <p><strong>Djenika Senatus</strong>: bacharel em Relações Internacionais e Integração pela Universi dade Federal da Integração Latino-americana, UNILA. Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais na mesma universidade.</p> <p><strong>Julia Juvêncio Matos</strong>: bacharel em Relações Internacionais e Integração pela Universidade Federal da Integração Latino Americana, UNILA. São Paulo, Brasil.</p> <p><strong>Leonardo Alves da Silva</strong>: bacharel em Relações Internacionais e Integração pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana, UNILA, e mestrando no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Uni versidade Federal de Goiás, UFG.</p> <p><strong>Maynara do Rio Sales</strong>: mestranda em Relações Internacionais pelo Programa de Pós-Gra duação em Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPGRI UERJ), entrevistado social pelo Programa de Atendimento a Refugiados e Solicitantes de Refúgio (PARES) Cári tas-RJ e graduada em Relações Internacionais e Integração pela Universidade Federal da Integração Latino Americana, UNILA.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2026<br />Organizadores: <span style="font-weight: 400;">Karen dos Santos Honório; Lucas Ribeiro Mesquita; Roberta Sperandio Traspadini</span><br />Idioma: Português/Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 114<br />ISBN: 978-65-86342-68-0</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Karen dos Santos HonórioLucas Ribeiro MesquitaRoberta Sperandio Traspadini
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2026-04-272026-04-27Filosofia em nossa América
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/195
<p><strong>Filosofia em nossa América</strong><span style="font-weight: 400;">, em dois volumes, apresenta uma história abrangente do pensamento filosófico latino-americano. Este primeiro volume aborda os fundamentos epistemológicos da proposta e investiga os elementos que consolidaram a filosofia em nossa América até o século XIX. A obra é inovadora, no sentido de apresentar ao leitor brasileiro esta desconhecida, a filosofia de sua própria terra. Com uma abordagem humanista e desalienante, Guadarrama analisa os desafios e possibilidades político-sociais que marcaram o desenvolvimento de uma filosofia latino-americana. O livro percorre documentos desde a chegada dos europeus, destacando a recepção europeia do pensamento ameríndio, o positivismo latino-americano e suas críticas posteriores, que deram origem a diferentes visões sobre a identidade regional. Em paralelo, discute a questão da autonomia — não apenas política e econômica, mas sobretudo, do pensamento. Trata-se de uma obra essencial para compreender os caminhos, rupturas e vozes que moldaram o pensamento filosófico na América Latina.</span></p> <p><strong>Sobre o</strong><strong> autor</strong></p> <p><strong>Pablo Guadarrama González: </strong>d<span style="font-weight: 400;">outor em Filosofia (Universidade de Leipzig). Doutor em Ciências e Professor Emérito da Universidade Central “Marta Abreu” de Las Villas. Académico titular da Academia Cubana de Ciências. Doutor Honoris Causa em Educação, Peru. Autor de vários livros sobre o pensamento filosófico latino-americano. Ministrou cursos de pós-graduação e conferências em várias universidades latino-americanas também na Espanha, nos Estados Unidos da América, na Rússia, na Itália, no Japão, na China e na Alemanha. Recebeu vários prémios e distinções pelo seu trabalho intelectual. Atualmente, é professor na Universidade Nacional da Colômbia e na Universidade Católica da Colômbia. Pesquisador emérito do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação da Colômbia.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;"><strong>Sobre os tradutores</strong></span></p> <p><strong>Patricia Nakayama: </strong>g<span style="font-weight: 400;">raduada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP) e Doutora em Ética e Filosofia Política pela USP. Coordena o grupo de pesquisa ANTIGOS E MODERNOS: QUESTÕES CONTEMPORÂNEAS (GP-CNPQ) e integra o NARRATIVES AND SOCIAL CHANGES - International Research Group (NaSC-IRG). Atualmente é docente e pesquisadora em filosofia na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Tem experiência internacional e publicações na área de filosofia política, com ênfase em Thomas Hobbes, pensamento ameríndio e história do pensamento latino-americano.</span></p> <p><strong>Rogério Gimenes de Campos: </strong><span style="font-weight: 400;">graduado em História pela Universidade de São Paulo (USP) e Doutor em Filosofia Antiga pela USP. É coordenador adjunto do grupo de pesquisa ANTIGOS E MODERNOS: QUESTÕES CONTEMPORÂNEAS (GP-CNPQ) e integra o grupo de pesquisa. Atualmente é professor de Filosofia Antiga na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Possui várias publicações na área de filosofia antiga com destaque para as traduções do grego antigo para o português das cartas pseudo-epigráficas de Hipócrates sob o título "Sobre o riso e a loucura" (2013) e o "Fedro" de Platão (2018).</span></p> <p><strong>Matheus Gonçalves de Souza: </strong><span style="font-weight: 400;">graduado em Filosofia pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), com mestrado em andamento pelo PROF-FILO na Universidade Federal do Paraná (UFPR). Escritor de ficção, é professor da rede pública de ensino do Paraná e desenvolve pesquisa na área de filosofia latino-americana e decolonialidade.</span></p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2026</p> <p>Autor: Pablo Guadarrama González</p> <p>Tradutores: Patricia Nakayama, Rogério Gimenes de Campos e Matheus Gonçalves de Souza</p> <p>Idioma: Português</p> <p>Número da edição: 1ª</p> <p>Número de páginas: 360</p> <p>ISBN: 978-65-86342-62-8</p> <p>Preço: <a title="Adquira seu livro" href="https://editora.unila.edu.br/edunila/adquiraseulivro">R$ 60,00</a></p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Pablo Guadarrama González
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2026-04-222026-04-22Guia etnotaxonômico ilustrado das abelhas sem ferrão da Tríplice Fronteira
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/22
<p><strong>Livro Premiado - 3o lugar no Prêmio ABEU 2023 na categoria Ciências Naturais e Matemáticas</strong></p> <p>As abelhas sem ferrão são um grupo de abelhas sociais que vivem em colônias, formadas por centenas ou milhares de exemplares, e que se distinguem de outras abelhas principalmente porque não têm um ferrão funcional, ou seja, não picam. Estas abelhas são amplamente conhecidas pelas sociedades indígenas e rurais da América pelo fato de produzirem um mel requintado que tem sido usado desde os tempos pré-hispânicos, muito antes de a abelha europeia (<em>Apis mellifera </em>L.) ter sido introduzida nas Américas. Em nosso continente, rico em cultura e natureza, as abelhas sem ferrão vivem em estreita relação com os seres humanos, resultando em uma amplitude de conhecimentos, práticas e representações que são incorporados nas cosmologias das sociedades que habitam. Esta obra vem ao encontro da sociedade e da natureza com a ideia de introduzir os leitores no mundo de um grupo de insetos intrigantes desde uma perspectiva partilhada, que busca o diálogo entre diferentes olhares e reflete tanto o conhecimento das pessoas locais como o dos pesquisadores das ciências naturais sobre as abelhas sem ferrão da região da Tríplice Fronteira (Argentina, Brasil e Paraguai). "Este Guia é uma ferramenta que permitirá a identificação das espécies/etnoespécies de abelhas sem ferrão encontradas na natureza em uma região que podemos definir como Tríplice Fronteira. Embora venha de um estudo desenvolvido no Norte de Misiones (Argentina), acreditamos que este Guia permitirá a identificação da maioria das abelhas sem ferrão da Mata Atlântica do sul do Brasil e do sul do Paraguai".</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>Estrutura do guia etnotaxonômico </strong><br /><strong>O mundo das abelhas </strong><br /><strong>Identificação e reconhecimento das abelhas sem ferrão da tríplice fronteira</strong><br /><strong>Identificação por meio da chave dicotômica </strong><br /><strong>Identificação intuitiva</strong><br /><strong>Guia fotográfico rápido</strong><br /><strong>Fichas das etnoespécies</strong> </p> <p><strong>Sobre os autores</strong></p> <p><strong>Fernando Zamudio:</strong> biólogo pela Universidade Nacional de Córdoba (UNC), mestre em Gestão de Recursos Naturais e Desenvolvimento Rural pela ECOSUR (Chiapas, México) e doutor em Ciências Biológicas pela UNC. Completou sua tese de doutorado – intitulada Conhecimento local e manejo de abelhas sem ferrão (Apidae: Meliponini) entre colonos rurais no Norte da província de Misiones – na Faculdade de Ciências Florestais da Universidade Nacional de Misiones e, depois, no Instituto de Biologia Subtropical (IBS), em Puerto Iguazú. Atua em questões relacionadas à etnobiologia e à gestão de recursos naturais em contextos rurais. Publicou artigos sobre etnobiologia em periódicos internacionais e nacionais. Atualmente, é pesquisador adjunto do CONICET e trabalha no Instituto Multidisciplinar de Biologia Vegetal (IMBIV) na província de Córdoba (Argentina).</p> <p><strong>Leopoldo Jesús Alvarez: </strong>formado em Biologia pela Universidad Nacional de La Plata (UNLP) e atualmente conclui doutorado na Faculdade de Ciências Naturais e Museu da UNLP. Em sua tese, propõe uma revisão taxonômica das abelhas da tribo Meliponini para conhecer a diversidade e a biologia das abelhas sem ferrão da Argentina. Trabalha na Divisão de Entomologia do Museu de La Plata e é especialista em sistemática e biologia de abelhas nativas (Apiformes). Publicou diferentes artigos sobre taxonomia e diversidade de abelhas em periódicos indexados nacionais e internacionais. Participa de diversos projetos relacionados à diversidade e biologia de abelhas de interesse agronômico.</p> <p class=" "><strong>Dados da obra</strong></p> <p class=" ">Ano de publicação: 2022 / Reimpressão: 2026<br />Autores: Fernando Zamudio e Leopoldo J. Alvarez<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 167<br />ISBN: 978-65-86342-20-8<br />Preço: R$ 60,00</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></p>Fernando ZamudioLeopoldo Jesús Alvarez
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2026-04-202026-04-20Glossário de culturas alimentares da América do Sul
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/192
<p>Este livro apresenta parte dos resultados do projeto de pesquisa “Culturas alimentares na América do Sul: memória, diversidade e <br />soberania”, desenvolvido com apoio do CNPq. O principal objetivo da iniciativa foi explorar dimensões teóricas, políticas e metodológicas relacionadas à soberania e à segurança alimentar e nutricional, bem como às práticas que buscam promovê-las por meio da articulação entre saberes acadêmicos e conhecimentos populares. A obra oferece amplo panorama das práticas e dos saberes alimentares presentes na região sul-americana, registrados por meio de entrevistas com estudantes da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). O núcleo central da publicação é composto por um Glossário, elaborado a <br />partir dos relatos desses estudantes, que reúne preparações culinárias e ingredientes típicos ilustrados, comentados e contextualizados à luz de abordagens multidisciplinares históricas e sociais sobre a alimentação na América do Sul. Assim, o livro também constitui uma viagem entre as diversidades geográficas, ambientais e étnico-raciais sul-americanas.</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>A UNILA e suas dimensões</strong></p> <p><strong>Glossário de memória, diversidade e soberania na cultura alimentar sul americana</strong></p> <p><strong>Comer na América do Sul: uma abordagem universitária, mas não só acadêmica</strong></p> <p><strong>Sobre os organizadores</strong></p> <p><strong>Andrea Ciacchi</strong>: bacharel em Antropologia (Universidade de Roma – La Sapienza). Mestre em Letras (Universidade Federal da Paraíba – UFPB). Doutor em Estudos Ibéricos (Universidade de Bolonha). Pós-doutorado em Antropologia (Unicamp) e História da Ciência (Universidade de Roma – La Sapienza). Docente da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), Brasil. E-mail: andrea.ciacchi@unila.edu.br.</p> <p><strong>Erika Marafon Rodrigues Ciacchi</strong>: bacharela em Nutrição (Universidade Metodista de Piracicaba), Mestrado em Enfermagem e Doutorado em Educação (ambos pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP). Pós-doutorado em Promoção em saúde pela Universitá di Roma - La Sapienza. Docente da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). E-mail: erika.ciacchi@<br />unila.edu.br.</p> <p><strong>Juan Francisco Bacigalupo Araya</strong>: bacharel em Saúde Coletiva (Universidade Federal da Integração Latino-Americana - UNILA), Mestre em Educação em Ciências e Saúde (Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ), Diplomado em Políticas Públicas (Universidad Católica de Temuco). Profissional Assessor da Divisão de Políticas Públicas Saudáveis e Promoção (DIPOL) <br />da Subsecretaría de Saúde Pública do Ministério de Saúde do Chile (MINSAL). E-mail: juan.bacigalupo@minsal.cl.</p> <p><strong>Yansy Aurora Delgado Orrillo</strong>: bacharela em Saúde Coletiva (Universidade Federal da Integração Latino Americana - UNILA). Mestrado e Doutorado em Educação em Ciências e Saúde (Instituto NUTES de Educação em Ciência e Saúde, Universidade <br />Federal do Rio de Janeiro - UFRJ). Assessora Técnica da Rede Brasileira de Escolas de Saúde Pública -RedEscola (Escola Nacional de Saúde Pública - ENSP /Fundação Oswaldo Cruz - Fiocruz). E-mail: yansy.orrillo@fiocruz.br.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2026<br />Organizadores: Andrea Ciacchi, Erika Marafon Rodrigues Ciacchi, Juan Francisco Bacigalupo Araya, Yansy Aurora Delgado Orrillo <br />Idioma: Português/ Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 237<br />ISBN: 978-65-86342-76-5</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Andrea CiacchiErika Marafon Rodrigues CiacchiJuan Francisco Bacigalupo ArayaYansy Aurora Delgado Orrillo
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2026-03-042026-03-04Valentía
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/189
<p><span style="font-weight: 400;">Este libro presenta una selección de obras del compositor paraguayo Alex Cubilla, editadas, revisadas y preparadas para la interpretación musical. La instrumentación es diferente para cada obra, lo que subraya la versatilidad y creatividad del autor. Componen la selección el </span><em><span style="font-weight: 400;">Estudio nº 1 para Clarinete y Tape</span></em><span style="font-weight: 400;">, </span><em><span style="font-weight: 400;">String Quartet</span></em><span style="font-weight: 400;">, </span><em><span style="font-weight: 400;">Orvallo</span></em><span style="font-weight: 400;">, para trio de cuerdas, arpa y piano, </span><em><span style="font-weight: 400;">Zero</span></em><span style="font-weight: 400;">, para quinteto de cuerdas, </span><em><span style="font-weight: 400;">Dispersión</span></em><span style="font-weight: 400;">, para clarinete solo, </span><em><span style="font-weight: 400;">Borrasca</span></em><span style="font-weight: 400;">, para cuerdas y piano, </span><em><span style="font-weight: 400;">Valentía</span></em><span style="font-weight: 400;">, para orquesta, </span><em><span style="font-weight: 400;">Travesía</span></em><span style="font-weight: 400;">, para flauta solo, y </span><em><span style="font-weight: 400;">El último tango</span></em><span style="font-weight: 400;">, para violín, bandoneón y piano. Al comienzo del libro, a modo de preludio, se presentan la autobiografía del autor, y breves textos introductorios sobre su trayectoria como músico – creador, maestro e intérprete – y como estudiante de Unila, y, a modo de tocatas, fugas y memorias, pequeños y sensibles relatos que comparten con el lector algunos datos que le servirán para conocer un poco del Alex amigo, hijo, hermano y compañero.</span></p> <p><strong>Sobre os organizadores</strong></p> <p><span style="font-weight: 400;"><strong>Analía Cherñavsky</strong>: re</span><span style="font-weight: 400;">sponsable por las cátedras de Canto y de Historia en UNILA, Universidad Federal de la Integración Latinoamericana y corresponsable por el catálogo on-line (OPAC) y por la catalogación de papeles de música del Archivo del Cabildo Catedral Metropolitano de México, en el marco del proyecto Musicat, de la Universidad Nacional Autónoma de México. Licenciada en Historia y en Música por la Universidade Estadual de Campinas. Posee Maestría en Historia Social y Doctorado en Música por la misma universidad, además de un Máster en Musicología para la Protección y Difusión del Patrimonio Artístico Iberoamericano, realizado en el Real Conservatorio de Música de Madrid. Participa como docente invitada del Seminario de Música en la Nueva España y el México Independiente, de la Universidad Nacional Autónoma de México. También tiene formación en piano en el Conservatorio Musical Carlos Gomes, de Campinas y, en el año 2021, realizó su investigación postdoctoral en la Facultad de Humanidades y Ciencias de la Educación de la UDELAR, Universidad de la República del Uruguay. Como cantante se ha presentado en varios eventos, entre ellos Virada Cultural Paulista, SESC Sonoro (Foz do Iguaçú, Medianeira, Pato Branco), Intervenções musicais do SESI São Paulo, Inverno Cultural de São João del Rei y otros. Fue seleccionada en la convocatoria 2021 de Ibermúsicas y en el año 2022 presentó su álbum </span><em><span style="font-weight: 400;">Movimiento</span></em><span style="font-weight: 400;">, con canciones de cantautores del Uruguay.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;"><strong>Cristiano Roberto Galli: </strong>licenciado en Creación Musical y con maestría en Estudios Latinoamericanos Interdisciplinares en la UNILA, Foz de Iguazú, Brasil. Fue alumno de Mauricio Dottori, Harry Crowl, Flo Meneses e Waltel Branco, en el área de composición, y de Abel Rocha (Brasil), Daisuke Soga (Japón) e Osvaldo Ferreira (Portugal) en el área de dirección orquestal. Es miembro del grupo de música contemporánea de UNILA e idealizador de la Orquesta de Cuerdas de UNILA, siendo su director. Fue fundador del colectivo Contackte - Plataforma de Desarrollo de Arte Contemporánea. Tuvo obras estrenadas por la OSUEL (Orquestra Sinfônica da Universidade de Londrina), Trio Ensamble Mobile (Curitiba), Coro Brasil Ensamble (Rio de Janeiro), y en festivales, como el Festival de Música de Londrina, la oficina de música de Curitiba, el ENCOM (Encontro Nacional de Composição Musical), el I Concerto de Criação Musical da UNILA, la VII° edición das Jornadas de música nueva (Pujua, Paraguay), el VII Encontro internacional de piano contemporâneo (UFMG/UNILA), y en <em>XXXI Panorama da Música Brasileira Atual</em>. En el 2020 su obra <em>Dementia</em> (para orquesta) fue publicada por la Biblioteca de Música de la UCLA (Universidad de Califórnia, USA). También es graduado en Historia por Uniamérica. Por su producción artística musical, recibió de la Sociedade Brasileira de Artes, Cultura e Ensino (SBACE) la distinción de la Ordem de Mérito Cultural Carlos Gomes.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;"><strong>Danilo Bogo</strong>: l</span><span style="font-weight: 400;">icenciado en guitarra por la Unespar/Embap. Tiene maestría en interpretación por la Universidad de Montreal (Canadá) y doctorado en musicología por la Universidade Federal do Paraná. Participó entre 2005 y 2007 del cuarteto de guitarras de la EMBAP, realizando diversos conciertos por el sur de Brasil. Sus investigaciones en pedagogía instrumental enfocan el desarrollo de la lectura a primera vista en la guitarra. Además de investigador y guitarrista, trabaja intensamente como compositor, con destaque para su proyecto de integración entre música y tecnología junto al colectivo Contackte. En el 2018 el grupo participó de la Latinoware con un concierto conferencia. En el 2016 una de las piezas de su ciclo “O amor que move o sol como as estrelas” se estrenó en el Teatro Amazonas, y fue incluido en el </span><em><span style="font-weight: 400;">XXX Panorama da Música Brasileira Atual</span></em><span style="font-weight: 400;"> en el 2022. Estrenó también obras en Unila, en la Fundação Cultural de Foz do Iguaçu y colaboró en el 2020 con el cineasta Manu Reva en el vídeo-arte “Apagandô”, seleccionado para muestras en Brasil y en el Festival Atemporánea, en Buenos Aires. Actualmente es técnico del Curso de Música de Unila.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;"><strong>Maria Betania Hernández Jiménez</strong>: r</span><span style="font-weight: 400;">ealizó su maestría en Estudios Latinoamericanos Interdisciplinares en UNILA, Foz de Iguazú, Brasil. Licenciada en Composición por la Universidad Nacional de las Artes (UNEARTE) en Caracas, Venezuela. Reconocida por su destacada carrera como compositora, productora y violinista, la venezolana se destacó cuando fue premiada en el prestigioso programa Leading Ladies de Latin Grammy Cultural Foundation (2024). Actualmente, posee dos trabajos fonográficos: </span><em><span style="font-weight: 400;">Pasos del Viento</span></em><span style="font-weight: 400;"> (2022) y </span><em><span style="font-weight: 400;">Luna, Sol, Mar y Estrellas</span></em><span style="font-weight: 400;"> (2024), ambos fueron producidos por el sello Hernández Productora. Además, Hernández recibió varios reconocimientos y premios, como el 2º lugar en el Concurso Jazz Solo Cwb (Curitiba, Brasil), el Premio Trayectorias UNESPAR (Paraná, Brasil) y su participación en One Beat Fellow (U.S. Department of State’s Bureau of Educational and Cultural Affairs). La artista ya se presentó en México, Venezuela, Colombia, Paraguay, Brasil, Alemania y Cuba.</span></p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2026<br>Organizadores: <span style="font-weight: 400;">Analía Cherñavsky, Cristiano Roberto Galli, Danilo Bogo, Maria Betania Hernández Jiménez</span><br>Idioma: Espanhol<br>Número da edição: 1ª<br>Número de páginas: 143<br>ISBN: 978-65-86342-71-0</p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária"></p> <p> </p>Analía CherñavskyCristiano Roberto GalliDanilo BogoMaria Betania Hernández Jiménez
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2026-03-022026-03-02Povos indígenas nas relações internacionais
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/185
<p><span style="font-weight: 400;">Pensar a política indígena consiste em tema não apenas importante como necessário às Relações Internacionais. Por um lado, os povos indígenas mostram-se cada vez mais presentes na cena internacional. Por outro lado, sua atuação não necessariamente se traduz em reconhecimento no dia-a-dia da política internacional. Mesmo no campo teórico, o reconhecimento destes povos tem sido apenas recentemente incorporado à disciplina, cuja própria noção de política e de seu exercício esteve centrada tradicionalmente no Estado-nação e nas organizações internacionais. Este livro busca interpelar estes entendimentos conservadores. Os capítulos que o constituem possuem como fio condutor a premissa de que os povos indígenas consistem em atores políticos por excelência, sua atuação imprime possibilidades da construção de um mundo Outro. Desse modo, as reflexões delineadas neste livro apontam para um questionamento sobre o sujeito político e para as fraturas constitutivas do internacional, expondo os limites e as possibilidades de mudanças na disciplina.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;"><strong>Capítulos</strong></span></p> <p><span style="font-weight: 400;"><strong>1. O protagonismo dos povos indígenas nas epistemologias das Relações Internacionais</strong><br /><em>Beatriz Lorscheitter, Erica Paula de Vasconcelos, Vitor dos Santos Bueno</em><br /><strong>2. O povo Mapuche na luta contra o neoextrativismo</strong><br /><em>Cassia Nunes Duarte, Elias Colares Meireles Neto</em><br /><strong>3. A (in)segurança indígena no México</strong><br /><em>Rafael Ramos Sousa</em><br /><strong>4. A descolonização da saúde global nas perspectivas indígenas</strong><br /><em>Matheus dos Santos da Silveira</em><br /><strong>5. Ser indígena LGBTQIA+ nas fronteiras ao sul das Américas</strong><br /><em>Lucas Felipe Silva</em><br /><strong>6. Cuerpo-território das mulheres maias migrantes</strong><br /><em>Geovana Alves de Melo</em></span></p> <p><strong>Sobre a organizadora</strong></p> <p><strong>Ana Carolina Teixeira Delgado: </strong>p<span style="font-weight: 400;">rofessora do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (PPGRI-Unila) e do curso de Relações Internacionais e Integração. Doutora e mestre em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), com estágio doutoral no CIDES-UMSA (Bolívia). Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Foi pesquisadora pós-doc do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPGRI-UERJ), assistente de coordenação do Observatório Político Sul-Americano (Opsa-Iesp) e assistente de pesquisa no BRICS Policy Center. Suas pesquisas possuem caráter multidisciplinar, com ênfase nos seguintes temas: descolonização, globalização, movimentos sociais, movimentos indígenas, ontologia política, Bolívia e América Latina. Membro da International Studies Association (ISA), presidente da Associação Brasileira de Relações Internacionais (ABRI, gestão 2023-2025). Coordenadora do Grupo de Pesquisa "Teorizando as Relações Internacionais" e membro do Grupo de Pesquisa "Povos Indígenas e Política Global". Membro da Rede IPS - Brasil. Email: ana.delgado@unila.edu.br</span></p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2026<br />Organizadora: Ana Carolina Teixeira Delgado<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 160<br />ISBN: 978-65-86342-69-7</p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Ana Carolina Teixeira Delgado
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2026-02-102026-02-10Santos Dumont Yguasúpe
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/179
<p>Santos Dumont-pe oikoha rupi Ysaingo rehe, Micael Alvino da Silva ñandegueraha su’ary XIX década paha gotyo ha su’ary XX ñepyrũmby gotyo omohesakãvo ñandéve mba’épa ojehúra’e ko arapýpe ha mbohapy tetãrembe’y ojojuhuhápe, Alberto Santos Dumont ombohuparõguare Yguasu, 1916-pe. Ohai resakã porãniko ha’e, ko aranduka oñepehẽ’ã tembiechapy’imimíme ha<br />ivorekuéra ojoapypaite ohóvo ha upéichape, peteĩteĩva, ohechauka ñande aviador herakuãguasuetéva rapykuere, akóinte ombojokupytývo Naipi yvy rehe. Mba’éicha hag̃uánipo Santos Dumont ovisitami Yguasu ha hapykuerépe heñói ko aranduka, ha upéichape ipotyjera ko aeronáuta rembipota, ojehaívo Yguasu rehegua, jepe ndohechajepéi hekovépe. Haimete 100 ary<br />omanohaguépe, EDUNILA ojepytaso vy’apópe oikuave’ẽvo maymavépe ko tembihasakue.</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>1. Baladeuse<br />2. Yguasúpe pete ̃ı tapicha omba’epyahumoheñóiva<br />3. Panamérika ombojoajúva<br />4. Ysypoñe ́ ̃e pyporesã ári<br />5. Mbói e Hinum Ipochyramoguare<br />6. Apañuãi ha ñe’ ̃epoty<br />7. Kunu’ ̃u renda<br />8. Tetãrembe’ykuéra<br />9. Tapekõi Ndojogueraháiva<br /></strong></p> <p><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>Micael Alvino da Silva</strong>: Tembikuaajára tembiasakuépe, oñemoarandupyre São Paulo Mbo’ehaovusúpe ha ohekombo’e Tetãnguéra Jokupyty Mbo’ehavusu Federal de la Integración Latinoamericana -UNILA-pe. Ojeporekava’ekue Washinton, Estados Unidos-pegua aranduka oñeñongatupyrévape; Itamaratî aranduka oñeñangatupyrévape, Río de Janeiro-pe ha Parana aranduka oñeñongatupyrévape, Kuritívape. Heta jehaipyre ha arandukáma omyasãi, umíva apytépe “Ñorãirõ Paha Mokõiha ha mbohapy Tetãrembe’y”, EDUNILA omyasãiva’ekue 2021-pe. <br /><br /><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2025<br />Autores: Micael Alvino da Silva<br />Idioma: Guarani<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 136<br />ISBN: 978-65-86342-64-2</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><strong><img src="https://editora.unila.edu.br/public/site/images/leonel_santos/mceclip0.jpg" alt="mceclip0.jpg" /></strong></p>Micael Alvino da Silva
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2025-10-282025-10-28Nuestro norte sigue siendo el sur
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/178
<p><span style="font-weight: 400;">As tecituras desse livro remontam ao “I Encontro Internacional do Grupo de Estudos Multidisciplinares em Arquiteturas e Urbanismos do Sul – MALOCA”, realizado em 1917, em Foz do Iguaçu. De lá pra cá, o mundo atravessou uma pandemia avassaladora e observa, atávico, o avanço da extrema direita. As desigualdades socioespaciais, a violência contra pessoas negras, indígenas e mulheres, a partir do interior da casa, nas ruas e na floresta, nunca foi tão politicamente aceita, assim como, a violência contra a natureza nunca foi tão destruidora. Nesse contexto, é cada vez mais determinante a dimensão espacial na luta anticapitalista, antipatriarcal e antirracista, de modo que os textos aqui reunidos estão impregnados desta história recente, ainda que nem sempre de forma explícita.</span><span style="font-weight: 400;"> Este livro defende as arquiteturas-outras, que apelam à pluriversalidade latino-americana, com vistas à almejada transformação da sociedade e à consolidação de uma outra relação com a natureza, com humanos e humanas e com não-humanos. Nessa direção, há que se valorizar as tecnologias construtivas, formas de viver, de sentipensar e de ensinar/aprender não normatizadas, cujo saber-fazer é intergeracional e cuja produção está fora dos auspícios da ciência moderna-capitalista. </span><span style="font-weight: 400;">Organizado em quatro partes: </span><strong>I - Descolonizando o saber</strong><span style="font-weight: 400;">; </span><strong>II - Espaços e arquiteturas de resistência negra</strong><span style="font-weight: 400;">; </span><strong>III - Cartografias das ausências: ferramentas para mapear o (in)existente</strong><span style="font-weight: 400;">; e, </span><strong>IV - Tecnologias como práticas sociais em disputa, </strong><span style="font-weight: 400;">as reflexões deste livro percorrem, ainda, um vasto território, desde as fronteiras entre Venezuela e Colômbia, passando pelo interior da Bolívia, da Colômbia e de várias regiões do Brasil. Cada autor e autora, das mais diversas origens, nacionalidades e formação, a sua maneira, costura suas reflexões nessa teia de Anansi.</span></p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>Diálogos desde el Sur: reinventando epistemes, espacios y tecnologías</strong><br /><em>Cecilia Quevedo, Fernando Vanoli, Virginia Martínez</em><br /><strong>Tecendo uma práxis da autonomia em Arquitetura</strong><br /><em>Andréia Moassab, Gabriel Cunha</em><br /><strong>Pele negra/vermelha, máscaras brancas: contribuições à descolonização das teorias do reconhecimento</strong><br /><em>Marcos de Jesus</em><br /><strong>Esto es arte porque lo dijo un europeo: prolegômenos da inclusão subordinada de visualidades latino-americanas</strong><br /><em>Bruno Oliveira</em><br /><strong>Errant práxis: a desenhar múltiplas possibilidades para a arquitetura africana Patti Anahory</strong><br /><em>Patti Anahory</em><br /><strong>Invisibilidades das práticas espaciais e arquitetônicas do povo negro no Brasil</strong><br /><em>Maria Estela Ramos-Penha</em><br /><strong>La representación social del afroboliviano desde la percepción de la población cruceña</strong><br /><em>Miriam Chugar</em><br /><strong>Viver perecendo: notas pretas sobre prisões e desconsiderações desde a fronteira trinacional</strong><br /><em>Isadora de Assis</em><br /><strong>Redes, enredos e teias: o povo-de-santo entre (des)caminhos e (a)fronteiras</strong><br /><em>Mãe Marina Tunirê, Mauricio dos Santos, Thiago Hoshino</em><br /><strong>Lumbalú: espiritualidade e espacialidades em San Basílio de Palenque, Colômbia</strong><br /><em>Raquel Souza</em><br /><strong>E as varandas? (In)adequação cultural e políticas de habitação a partir do quilombo de Apepu</strong><br /><em>Andréia Moassab, Tiago Bastos</em><br /><strong>Por uma Geografia Ontológica! Territórios urbanos transfronteiriços na América do Sul</strong><br /><em>André Luís André</em><br /><strong>A potência dos mapeamentos socioculturais participativos</strong><br /><em>Ana Paula do Val</em><br /><strong>Assessoria técnica paisagística para a ecologia de saberes</strong><br /><em>Céline Veríssimo, Gabriel Cunha</em><br /><strong>O canteiro como epistemologia do Sul</strong><br /><em>Pedro Fiori Arantes</em><br /><strong>A contribuição dos estudos em Ciência, Tecnologia e Sociedade para a inserção social da tecnologia em Arquitetura</strong><br /><em>Gabriel Cunha</em><br /><strong>O paradoxo da razão técnico-construtiva</strong><br /><em>Marcos Santos, Oneide Perius</em><br /><strong>Desenvolvimento, tecnologia, dependência e colonialidade na produção da moradia na América Latina</strong><br /><em>Andréia Moassab, Gabriel Cunha</em></p> <p> </p> <p><strong>Sobre as organizadoras</strong></p> <p><strong>Andréia Moassab: </strong>arquiteta e urbanista, doutora em Comunicação e Semiótica. Em Cabo Verde, foi consultora do Ministério do Desenvolvimento, Habitação e Ordenamento do Território e das Nações Unidas. Na Universidade de Cabo Verde, foi coordenadora do Centro de Investigação em Desenvolvimento Local e Ordenamento de Território. Autora, de diversos trabalhos publicados na Alemanha, Itália, Portugal e Brasil, com destaque para os livros "Panorama da Arquitetura Habitacional em Cabo Verde", com Patricia Anahory, e "Brasil Periferia(s)", finalista do prêmio Jabuti 2013, na categoria ciências humanas. Pela EDUNILA, publicou "Morar na Barranca", com Egon Vettorazzi, e “Por um ensino insurgente em Arquitetura e Urbanismo”, com Leo Name, considerado o segundo melhor livro do ano de 2021 pela ABEU – Associação Brasileira de Editoras Universitárias, na categoria ciências sociais aplicadas. Atualmente, é professora na UNILA e líder do MALOCA - Grupo de Estudos Multidisciplinares em Urbanismos e Arquiteturas do Sul.</p> <p><strong>Céline Veríssimo:</strong> arquiteta, mestre em Arquitetura Sustentável pela Universidade de Chiba, no Japão, e doutora pela University College London, na Inglaterra, com tese sobre o espaço exterior doméstico em Moçambique. Trabalhou como arquiteta, pesquisadora e docente na Noruega, Japão, Malásia, Portugal, Moçambique e Árabia Saudita, e desenvolveu pós--doutorado no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, em Portugal. Atualmente, é docente da UNILA e pesquisadora do MALOCA - Grupo de Estudos Multidisciplinares em Urbanismos e Arquiteturas do Sul e do grupo de pesquisa ¡DALE! Decolonizar a América Latina e Seus Espaços.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2025<br />Organizadoras: Andréia Moassab; Céline Veríssimo<br />Idioma: Português / Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 431<br />ISBN: 978-65-86342-61-1</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Andréia MoassabCéline Veríssimo
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2025-10-162025-10-16A marcha
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/175
<p>A Coluna Prestes nasceu do agrupamento de revolucionários e revolucionárias paulistas e gaúchos no Paraná, onde o Brasil encontra o Paraguai e a Argentina, na cidade de Foz do Iguaçu. Naquele tempo, Foz do Iguaçu era um município gigantesco, que abarcava, praticamente, todo o oeste do Paraná; a população local no núcleo-sede não chegava a mil habitantes e a mata cerrada isolava o município do restante do estado, exceto pelas embarcações ao longo do caudaloso rio Paraná. A pequena Helô, neta de Clécio, lembra das histórias de seu avô, que era criança quando seu pai se juntou à Revolução, na busca de um futuro melhor para seu filho. Mesclando ficção a uma densa pesquisa documental e iconográfica, realizada no âmbito de um projeto de extensão da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, este livro em quadrinhos marca o centenário de uma das mais importantes marchas militares da história. Helô e seus primos escutam atentos o que aconteceu com os trabalhadores e trabalhadoras da terra das Cataratas, entre os meses de outubro de 1924 a abril de 1925.</p> <p><strong>Sobre os autores</strong></p> <p><strong>Andréia Moassab</strong>: é arquiteta e urbanista e mãe da Amarílis. Vem há tempos desenvolvendo trabalhos que mesclam literatura, música e pesquisa acadêmica. É professora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana desde 2012.</p> <p><strong>Hernan Medina</strong>: estudante de Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal da Integração Latino-Americana e bolsista do projeto de extensão “Coluna Prestes em Quadrinhos”. Vindo de Honduras, mora no Brasil desde 2019.</p> <p><strong>Claudia Ochoa</strong>: estudante de Arquitetura e Urbanismo na Universidade Federal da Integração Latino-Americana. Artista visual já consagrada, veio da Nicarágua para o Brasil em 2023.</p> <p><strong>Oswaldo Freitez</strong>: é arquiteto e urbanista, egresso da Universidade Federal da Integração Latino-Americana. Veio da Venezuela em 2012 para estudar no Brasil. Atualmente, é doutorando na Universidade Federal da Bahia.<br /><br /><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2025<br />Autores: Andréia Moassab; Hernan Medina; Claudia Ochoa; Oswaldo Freitez<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 70<br />ISBN: 978-65-86342-66-6</p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Andréia MoassabHernan MedinaCláudia OchoaOswaldo Freitez
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2025-10-092025-10-09Rondas Campesinas en el Perú
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/172
<p><em>Rondas Campesinas en el Perú: reflexiones desde la Provincia de Huancabamba</em> ofrece un análisis provocador y singular sobre las Rondas Campesinas en la región andina, indígena y campesina de Piura, centrándose en su formación social, ideológica, identidad cultural y política. El autor explora la construcción del pensamiento indígena en relación con las prácticas autóctonas, destacando cómo estas comunidades, especialmente en Huancabamba, han sido y siguen siendo actores clave en la resistencia y reivindicación de sus territorios y saberes locales. A través de un enfoque interdisciplinario que abarca la sociología, la antropología social, la geografía y la filosofía, el trabajo examina las interacciones entre las Rondas Campesinas y las ideologías dominantes, proponiendo una reflexión crítica sobre la historia social, política y cultural de las comunidades andinas. Este estudio, además de ampliar el conocimiento sobre las Rondas Campesinas, desafía las interpretaciones convencionales sobre la identidad andina e indígena frente a la colonialidad/modernidad y las luchas por el territorio en América Latina. Finalmente, el libro no se presenta como un texto regionalista, sino como un diálogo para el Sur y para quienes defienden sus territorios y formas culturales frente a la opresión dominante.</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><span style="font-weight: 400;"><strong>1. Las Rondas Campesinas del Perú, orígenes y teoría sobre el movimiento social</strong><br /><strong>2. Relaciones de poder, el campo jurídico y las Rondas Campesinas</strong><br /><strong>3. Caminos del estudio y experiencia en el territorio</strong><br /><strong>4. Descripción operacional del estudio</strong><br /><strong>5. Perfil sociodemográfico y población entrevistada</strong><br /><strong>6. Autoidentificación étnica</strong><br /><strong>7. Pertenencia</strong><br /><strong>8. Prácticas endógenas y exógenas</strong><br /><strong>9. Experiencia y trayectoria</strong><br /><strong>10. Conocimientos formativos y políticos</strong><br /><strong>11. Formación social y política del pensamiento indígena ante la práctica indigenista en las Rondas Campesinas de Huancabamba</strong><br /></span></p> <p><strong>Sobre el autor</strong></p> <p><strong>Hilder Alberca Velasco:</strong><span style="font-weight: 400;"> es natural de Huancabamba, Piura, Perú. Es investigador social y activista territorial. Con maestría en el Instituto de Investigación y Planificación Urbana y Regional (IPPUR); Universidad Federal de Río de Janeiro (UFRJ). Los estudios están centrados en conflictos socioambientales y las Rondas Campesinas del norte andino del Perú. Su trabajo articula saberes indígenas, defensa del territorio y “Epistemologías del Sur”. Cree que la dignidad de los pueblos andinos nace de su memoria, su lucha y su palabra colectiva. </span></p> <p><strong>Datos de trabajo</strong></p> <pre class="tw-data-text tw-text-large tw-ta" dir="ltr" data-placeholder="Tradução" data-ved="2ahUKEwixgezU6YePAxW3n5UCHYrsPIgQ3ewLegQIChAV" aria-label="Texto traduzido: Año de publicación"><span class="Y2IQFc" lang="es">Año de publicación</span>: 2025<br />Autor: Hilder Alberca Velasco<br />Idioma: Espanhol<br />Número de edición: 1ª<br />Número de páginas: 261<br />ISBN: 978-65-86342-63-5<br /><br /><strong>Apoio</strong><br /><span style="font-weight: 400;"><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></span></pre>Hilder Alberca Velasco
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https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0
2025-08-132025-08-13Um projeto panlusitano no Atlântico Sul
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/170
<p><span style="font-weight: 400;">As relações luso-afro-brasileiras foram construídas ao longo dos anos 1930’s a partir de diversas tensões e em um contexto de fortes disputas pela noção de raça, mestiçagem e nação. Os intelectuais do Boletim da Sociedade Luso-Africana do Rio de Janeiro, objeto deste trabalho, foram uma espécie de mediadores dos debates atlânticos, nas suas diversas margens, aos quais os diversos modernismo viam constituindo, em especial a recolocação da figura do mestiço e do legado africano como vetor positivo para as chamadas nacionalidades panlusitanas (sejam elas ex-colônias, colônias e a própria metrópole lusitana). Esta concepção de raça e do próprio colonialismo esboçada por esses intelectuais lusitanos republicanos exilados no Brasil (em diálogo com figuras como Gilberto Freyre, Arthur Ramos, Édison Carneiro no Brasil e os cabo-verdianos da Claridade) era algo sui generis diante da hegemonia do social-darwinismo da gestão colonial centralista do estado império luso-africano português. De uma certa forma estes intelectuais antecipam, à nível intelectual, os pressupostos reformistas da gestão colonial e do ideário luso-tropical que será central para o colonialismo do pós-guerra. Entretanto, essa heterodoxia destes intelectuais antisalazaristas e em prol do discurso da mestiçagem não era deslocada de um ideário racista no âmbito culturalista (a “evolução para a civilização”) que essa vertente reformista do colonialismo português exilada representava. Essa história cheia de tensões e contradições é uma amostra da imensa riqueza das trocas intelectuais que estavam sendo esboçadas por todo Atlântico, não só aquelas que se colocavam à maneira oficial entre os Estados, mas também nas margens do Atlântico.</span></p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><span style="font-weight: 400;"><strong>1. Engajamento e império no discurso da intelligentsia lusitana</strong><br /><strong>2. Da crítica velada à repulsa ao salazarismo Boletim da Sociedade Luso-Africana do Rio de Janeiro</strong><br /><strong>3. Um projeto panlusitanistano Atlântico Sul</strong><br /><strong>4. A historiografia colonial e os estudos africanistas no BSLA</strong><br /></span></p> <p><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>Marcello Felisberto Morais de Assunção:</strong> professor Adjunto de Educação e Relações Étnico-Raciais (UFRGS), membro do PPGEDU (FACED/UFRGS) e Professor de História (IFCH/UFRGS). Doutor em História (UFG). Especialista em Relações Étnico-Raciais e História Atlântica. Membro da rede de Históriadorxs Negrxs e coordenador dos núcleos “Pensamento Afrodiaspórico e suas Conexões” (NEPAC/UFRGS) e NERER (Núcleo de Estudos em Relações Étnico-Raciais). Autor de livros sobre pensamento afrodiaspórico e pensamento social negro brasileiro: “Pensamento afrodiaspórico em perspectiva: abordagens no campo da história e literatura” (2 volumes, Editora Fi, 2022) e “Ao sul do Atlântico negro: interpelações afrodiaspóricas/decoloniais ao campo das relações internacionais” (Editora Fi, 2023).</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2025<br />Organizadores: Marcello Felisberto Morais de Assunção<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 365<br />ISBN: 978-65-86342-58-1</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Marcello Felisberto Morais de Assunção
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2025-05-212025-05-21Guías alimentarias
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/168
<p>Las guías alimentarias basadas en alimentos, sus mensajes y recomendaciones, son publicadas a nivel nacional en casi todos los países, tienen como objetivo promover el desarrollo de políticas y programas de alimentación y nutrición y orientar la población en la selección y consumo de alimentos sanos e inocuos, fortaleciendo la valoración de las culturas y prácticas culinarias tradicionales y el uso preferencial de productos frescos para generar impactos ambientales positivos. El libro aborda, desde una red de investigadores latinoamericanos, aspectos relevantes de la discusión teórica, sociológica, histórica, política y metodológica de las guías alimentarias en América Latina, explorando sus aportes culturales, anclados en la comunicación, la educación y la promoción de la salud para la soberanía y seguridad alimentaria y nutricional. Estructurado en siete capítulos la obra abarca la formación de la red, la descripción de guías y pautas dietéticas por país, el escenario de las publicaciones científicas sobre este tema, las acciones de política alimentaria y nutricional, la importancia del contexto cultural en la preparación de estos materiales, los modelos educativos para contextualizar la alimentación y la nutrición en una perspectiva histórica y epistemológica y, finalmente, trae la percepción de profesionales del campo pedagógico sobre el uso de la guía en experiencias educativas en salud. De esta manera, Guías Alimentarias: diálogos latinoamericanos es una oportunidad de intercambio que arroja luz sobre la apertura de nuevas reflexiones entre quienes aspiran a adentrarse o fortalecerse en el campo de la alimentación desde múltiples perspectivas, viendo la singularidad de cada <br />tema en la pluralidad de su contexto.</p> <p> </p> <p><strong>Sobre os organizadores</strong></p> <p><strong>Érika Marafon Rodrigues Ciacchi</strong> – brasileña.<br />Licenciada en Nutrición (Universidad Metodista de Piracicaba – UNIMEP). Magíster en Enfermería (Universidad Estadual de Campinas – UNICAMP). Doctora en Educación (Universidad Estadual de Campinas – UNICAMP). Posdoctora en Promoción de la Salud (Universidad de Roma – La Sapienza). Docente de la Universidad Federal de la Integración Latinoamericana (UNILA). Brasil.<br />Correo electrónico: erika.ciacchi@unila.edu.br</p> <p><strong>Juan Francisco Bacigalupo Araya</strong> – chileno.<br />Licenciado en Salud Colectiva (Universidad Federal de la Integración Latinoamericana – UNILA). Diplomado en Gestión y Políticas de Salud Internacional y Soberanía Sanitaria (Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales – CLACSO). Diplomado en Políticas Públicas (Universidad Católica de Temuco). Magíster en Educación en Ciencias y Salud (Universidad Federal de Rio de Janeiro – UFRJ). Brasil. Profesional Asesor del Departamento de Nutrición y Alimentos de la División de Políticas Públicas Saludables y de Promoción (DIPOL) del Ministerio de Salud de Chile. <br />Correo electrónico: juan.bacigalupo@minsal.cl</p> <p><strong>María del Carmen Suárez Solana</strong> – mexicana.<br />Licenciada en Nutrición y Ciencia de los Alimentos (Universidad Iberoamericana Puebla). Magíster en Antropología (Universidad Nacional Autónoma de México). Doctora en Ciencias en Salud Colectiva (Universidad Autónoma Metropolitana Xochimilco). México.<br />Correo electrónico: carmen.suasol@gmail.com<br /><br /><strong>Andrea Ciacchi</strong> – italiano.<br />Licenciado en Antropología (Universidad de Roma – La Sapienza). Magíster en Letras (Universidad Federal de Paraíba – UFPB). Doctor en Estudios Ibéricos (Universidad de Bolonia). Posdoctor en Historia de la Ciencia (Universidad de Roma – La Sapienza). Docente de la Universidad Federal de la Integración Latinoamericana (UNILA). Brasil.<br />Correo electrónico: andrea.ciacchi@unila.edu.br</p> <p><strong>Glenys Mabel Caballero-Córdoba</strong> – panameña.<br />Licenciada en Nutrición (Universidad Federal de Viçosa – UFV). Magíster en Ciencia de Alimentos (Universidad Federal de Lavras – UFLA). Doctora en Ciencia de la Nutrición (Universidad Estadual de Campinas – UNICAMP). Docente de la Facultad de Americana (FAM). Brasil.<br />Correo electrónico: glenysmcc@fam.edu.br</p> <p><strong>Lidia Sofia Caballero Gutiérrez</strong> – peruana.<br />Licenciada en Nutrición Humana (Universidad Nacional San Agustín de Arequipa). Magíster en Nutrición Humana (INTA – Universidad de Chile). Doctora en Ciencias de la Vida (Universidad Peruana Cayetano Heredia). Docente de la Universidad Nacional del Altiplano. Puno. Perú.<br />Correo electrónico: lcaballero@unap.edu.pe</p> <p><strong>Regina Maria Ferreira Lang</strong> – brasileña.<br />Licenciada en Nutrición (Universidad Federal do Paraná – UFPR). Especialista en Metodología de la Ciencia (Facultad de Ciencias Humanas y Sociales de Curitiba). Magíster en Ciencias (Universidad Federal de São Paulo – UNIFESP). Docente de la Universidad Federal de Paraná (UFPR). Brasil.<br />Correo electrónico: reginalang@ufpr.br</p> <p><strong>Luz Marina Arboleda Montoya</strong> – colombiana.<br />Nutricionista Dietista (Universidad de Antioquia). Especialista en Promoción y Comunicación en Salud (Universidad CES). Magíster en Salud Pública (Universidad de Antioquia). Doctora en Ciencias Sociales (Universidad de Antioquia). Docente de la Universidad de Antioquia (UdeA). Colombia.<br />Correo electrónico: marina.arboleda@udea.edu.co</p> <p><strong>María Lorena Goetschel Gómez</strong> – ecuatoriana.<br />Bioquímica de Alimentos (Universidad Central del Ecuador – UCE). Magíster en Ciencias de la Nutrición Humana (Universidad San Francisco de Quito – USFQ). Magíster en Educación a Distancia E-learning (Caribbean International University – CIU). Docente de la Universidad de las Américas (UDLA). Ecuador.<br />Correo electrónico: maria.goetschel@udla.edu.ec</p> <p><strong>Ana Bertha Pérez-Lizaur</strong> – mexicana.<br />Licenciada en Nutrición y Ciencia de los Alimentos (Universidad Iberoamericana). Magíster en Ciencias de la Salud (Universidad Autónoma del Estado de México). Certificada/Colegio Mexicano de Nutriólogos. Docente de la Universidad Iberoamericana. México.<br />Correo electrónico: anabertapl@gmail.com</p> <p> </p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2025<br />Organizadores: Ana Bertha Pérez-Lizaur; Andrea Ciacchi; Érika Marafon R. Ciacchi; Glenys Mabel Caballero-Córdoba; Juan Francisco Bacigalupo Araya; Lidia Sofia Caballero Gutiérrez; Luz Marina Arboleda Montoya; María del Carmen Suárez Solana; María Lorena Goetschel Gómez y Regina Maria Ferreira Lang <br />Idioma: Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 379<br />ISBN: 978-65-86342-57-4</p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Érika Marafon Rodrigues CiacchiJuan Francisco Bacigalupo ArayaMaría del Carmen Suárez SolanaAndrea CiacchiGlenys Mabel Caballero-CórdobaLidia Sofia Caballero GutiérrezRegina Maria Ferreira LangLuz Marina Arboleda MontoyaMaría Lorena Goetschel GómezAna Bertha Pérez-Lizaur
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2025-03-072025-03-07Utopías y praxis en la filosofía latinoamericana
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/167
<p><span style="font-weight: 400;">Esta colección presenta una reflexión sobre las utopías y la</span><em><span style="font-weight: 400;"> praxis </span></em><span style="font-weight: 400;">en </span><em><span style="font-weight: 400;">América Latina</span></em><span style="font-weight: 400;">, considerando el panorama internacional de crisis económica y social. En tiempos de recesión, la periferia del capitalismo se ve gravemente afectada por el hambre, la miseria y la violencia, más que su centro. Esto ciertamente motiva el debate sobre el carácter revolucionario y crítico de las utopías, a través de la reflexión sobre la</span><em><span style="font-weight: 400;"> praxis</span></em><span style="font-weight: 400;"> de importantes filósofos y filósofas recogidos en este volumen: </span><strong>Pablo Guadarrama González</strong><span style="font-weight: 400;">, con su reflexión epistemológica sobre las </span><em><span style="font-weight: 400;">utopías concretas,</span></em> <strong>Mauricio Beuchot</strong><span style="font-weight: 400;">, también de carácter epistemológico, presenta una mirada filosófica sobre las utopías en América Latina a partir de su reconocida </span><em><span style="font-weight: 400;">hermenéutica analógica;</span></em> <strong>Yohanka León del Río</strong><span style="font-weight: 400;">, presenta la crítica de Hinkelammert a la razón utópica, que piensa dialécticamente la “irracionalidad de lo racional”; </span><strong>Patricia Nakayama</strong><span style="font-weight: 400;"> nos invita a reflexionar sobre una “nueva” forma de gobierno, </span><em><span style="font-weight: 400;">la cosmodeliberación, </span></em><span style="font-weight: 400;">de inspiración amerindia como una utopía crítica para nuestras democracias; </span><strong>Yamandú Acosta</strong><span style="font-weight: 400;"> propone una nueva alteridad en la constitución y afirmación de un “nosotros utópico latinoamericano”, basado en la transmodernidad latinoamericana; </span><strong>María Luz Mejías Herrera</strong><span style="font-weight: 400;">, con la cuestión decolonial, relacionándolos con los temas de la filosofía intercultural; y finalmente, </span><strong>Mario Mejía Huamán</strong><span style="font-weight: 400;">, presenta una reflexión sobre lo que él llama las </span><em><span style="font-weight: 400;">últimas</span></em> <em><span style="font-weight: 400;">utopías andinas, </span></em><span style="font-weight: 400;">un estudio del filósofo José Tamayo Herrera.</span></p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><span style="font-weight: 400;"><strong>La confrontación de utopías abstractas y concretas con la praxis en la filosofía latinoamericana</strong><br /><em>Pablo Guadarrama González</em><br /><strong>Hermenéutica analógica y utopía</strong><br /><em>Mauricio Beuchot</em><br /><strong>Para Franz, en tiempos convulsos con crítica y pasión</strong><br /><em>Yohanka León del Rio</em><br /><strong>De la atopía a la utopía: reflexiones sobre el hacer político a partir del pensamiento amerindio</strong><br /><em>Patricia Nakayama</em><br /><strong>Utopía democrática y humanismo de la praxis</strong><br /><em>Yamandú Acosta</em><br /><strong>La teoría decolonial: un análisis en perspectiva crítica</strong><br /><em>Maria Luz Mejías Herrera</em><br /><strong>Las últimas utopías andinas en historia del Cuzco republicano, de José Tamayo Herrera</strong><br /><em>Mario Mejia Huamán</em><br /></span></p> <p><strong>Sobre os organizadores</strong></p> <p><strong>Maria Luz Mejías Herrera: </strong><span style="font-weight: 400;">Licenciada en Historia y Marxismo-</span><span style="font-weight: 400;">Leninismo por el ISP “Félix Varela”, en 1988. Profesora Auxiliar de Filosofía, Magíster en Pensamiento Filosófico Latinoamericano y trabaja en la Universidad Central “Martha Abreu” de Las Villas (UCLV), Santa Clara. Pertenece a la Cátedra de Pensamiento Filosófico Latinoamericano “Enrique José Varona” de la misma universidad. Actualmente trabaja como profesora visitante en la UNILA (Universidad Federal de la Integración Latinoamericana) en el área de filosofía latinoamericana. Sus temas de investigación son la filosofía de la educación y el pensamiento cubano y latinoamericano. Autora de diversas publicaciones en la referida área.</span></p> <p><strong>Patricia Nakayama:</strong> Es licenciada en Ciencias Sociales por la Universidad de São Paulo (USP), maestría y doctorado en Ética y Filosofía Política también por la USP. Actualmente es profesora e investigadora de la Universidad Federal de Integración Latinoamericana (UNILA). Coordina el grupo de investigación Antiguo y Moderno de la DGP-CNPQ, temas contemporáneos, en el que orienta y desarrolla proyectos sobre la historia de la filosofía latinoamericana, el pensamiento amerindio, así como la filosofía política moderna y tiene varias publicaciones en el área. Es integrante asociada del Grupo de Investigación Internacional Narrativas y Cambios Sociales (NaSC-IRG).</p> <p><strong>Rogério Gimenes de Campos</strong>: Historiador licenciado por la USP, máster y doctor en Filosofía Antigua también por la USP. Es profesor adjunto de Filosofía Antigua en la Universidad Federal de Integración Latinoamericana (UNILA) y del eje de Filosofía del Ciclo Común de Estudios (CCE). Ha estudiado y traducido las cartas pseudoepigráficas de Hipócrates (Sobre o riso e a loucura, 2011, 2013) y el Fedro de Platón (2018). Tiene experiencia en la traducción e interpretación de documentos de Filosofía Antigua, principalmente de filosofía presocrática, Hipócrates, Platón, Aristóteles, Galeno, Teofrasto, Filón de Alejandría, Filóstrato, Simplicio y Hermias de Alejandría.</p> <div><strong>Johnny Octavio Obando Morán</strong>: Doctor en Filosofía por la Universidad Federal de Rio Grande del Sur (2004). Profesor colaborador del Instituto de Investigaciones del Pensamiento Peruano y Latinoamericano de la Universidad Nacional de São Marcos<span style="color: #ff0000;">.</span> Director de la Revista Electrónica de Filosofía del Perú. Miembro del consejo editorial de la Revista Peruana de Filosofía Aplicada y de la Revista Especiaria (Cuadernos de Ciencias Humanas de la Universidad Estatal de Santa Cruz). Miembro de la Sociedad Peruana de Filosofía. Miembro de la Sociedad Peruana de Fenomenología y Hermenéutica (Institución miembro del Círculo Latinoamericano de Fenomenología CLAFEN-Sede México). Actuó como profesor de la carrera de Filosofía en la Universidad Federal de Integración Latinoamericana - UNILA (2011-2007). Miembro de la Maestría Interdisciplinaria en Estudios Latinoamericanos - IELA - UNILA (2014-2023). Director del Instituto Latinoamericano de Economía, Sociedad y Política (2017-2021).</div> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2025<br />Organizadores: Maria Luz Mejías Herrera; Patricia Nakayama; Johnny Octavio Obando Moran; Rogério Gimenes de Campos<br />Idioma: Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 163<br />ISBN: 978-65-86342-53-6</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Johnny Octavio Obando MoranMaria Luz Mejías HerreraPatricia NakayamaRogério Gimenes de Campos
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2025-01-162025-01-16A muñeca rota e o colar de estilhaços
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/162
<p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos anos, o debate sobre o surrealismo na América Latina foi redescoberto pela crítica acadêmica, dando origem a polêmicas e a novos estudos que não deixam descansar este “</span><em><span style="font-weight: 400;">vivísimo muerto</span></em><span style="font-weight: 400;">”, tal como o chamou Julio Cortázar. Este livro toma o surrealismo como biblioteca possível e provocação sobre o próprio conceito de literatura. Na leitura crítico-criativa de artistas e nas escolhas estéticas que empreendem em seus livros-collage, Julio Cortázar e Murilo Mendes abrem uma rede de relações que surgem de seus usos vanguardistas, que ora se aproximam e ora divergem do movimento francês. A crítica literária aqui se lança a desarmar núcleos fundamentais da engrenagem surrealista para tentar situar o leitor em um observatório dinâmico de alguns percursos da vanguarda menos evidentes no Brasil e na Argentina. Ao longo das páginas, podemos acompanhar de perto um trabalho de estudo do campo de ressonâncias e diálogos que o surrealismo impulsiona. Ao interessado sobre os fenômenos das artes, esta análise lança um olhar sensível sobre a recuperação dos ideais da vanguarda e sua relevância na formação de projetos literários e o diálogo que estabelecem com seus contextos.</span></p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><span style="font-weight: 400;"><strong>1. Crítica e criação: </strong><strong>leituras e fissuras do surrealismo</strong><br /><strong>2. Diálogos imaginários: </strong><strong>a Muñeca Rota e o Colar de Estilhaços</strong><br /><strong>3. O texto sob incisão: </strong><strong>a colagem surrealista e a destruição do livro em Murilo Mendes e Julio Cortázar</strong><br /><strong>4. Possíveis roteiros do surrealismo na Argentina: </strong><strong>diálogos e debates</strong><br /><strong>5. Possíveis roteiros do surrealismo no Brasil: </strong><strong>diálogos e debates</strong><br /></span></p> <p><strong>Sobre a autora</strong></p> <p><strong>Bárbara Piñeiro Pessôa:</strong> doutora em Literatura Comparada pela Universidade Federal Fluminense com bolsa de pesquisa do CNPq. Realizou doutorado sanduíche no Instituto de Literatura Hispano-americana da Universidade de Buenos Aires com o apoio de uma bolsa de pesquisa da Fundação Carlos Chagas de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro. Mestre em Estudos Literários/ Literaturas Hispânicas do programa de pós-graduação da Universidade Federal Fluminense (2010) com apoio de bolsa de pesquisa do CNPQ. Especialista em Tradução em Espanhol/ Português pela Universidade Gama Filho (2011) e Planificação e Gestão de Intervenções para o Desenvolvimento na área de Educação pela Universidade de Oviedo, OEI e Flacso (2018). Licenciada em Língua Portuguesa e Literatura Correspondente (2007) e Língua Espanhola e Literatura Correspondente pela Universidade<br />Federal de Juiz de Fora (2008). Escreveu artigos e ensaios de crítica literária, principalmente sobre a recepção crítica do surrealismo no<br />Brasil e na Argentina e sobre os trabalhos de Julio Cortázar e Murilo Mendes. Atualmente atua como professora universitária.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2024<br />Autores: Bárbara Piñeiro Pessôa<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 249<br />ISBN: 978-65-86342-54-3</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Bárbara Piñeiro Pessôa
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2024-12-122024-12-12Por psicologia(s) em movimento com povos indígenas
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/159
<p>O livro Por psicologia(s) em movimento com povos indígenas nasce da relação de solidariedade e estudo do autor com os povos originários. Primeiro como participação solidária nas mobilizações políticas e comunitárias dos Kaiowá e Guarani do Mato Grosso do Sul, e posteriormente, articulado a um fazer acadêmico-ativista, levando a um processo de reflexão dialógica de suas narrativas desde as compreensões teóricas da psicologia social e dos estudos decoloniais. Compõe o campo de crítica política-epistêmica, a condição de opressão vivida pelos povos indígenas de toda a América Latina, conceituada como <em>violência colonial</em>, juntamente com a análise de seus efeitos psicossociais e as concepções de <em>saúde indígena/indigenista</em>, bem como os modos de organização e <em>resistência/re-existência</em> indígena.Ademais, esta obra retoma o processo histórico de organização dos movimentos indígenas brasileiros por meio da Aty Guasu, ou da Grande Assembleia e se coloca como um contraponto às omissões da profissão e campo de pesquisa frente às realidades dos povos originários, apontando caminhos possíveis para <em>práxis</em> comprometidas com os povos e suas organizações enquanto princípio e postura epistêmica-ética-política desta e de outras áreas do conhecimento. Finalmente, a ilustração da capa e de todo o interior do livro, resultam de uma articulação da EDUNILA com o colégio estadual indígena Teko Ñemoingo, na teko Ocoy, próximo a Foz do Iguaçu. O projeto gráfico, em sintonia com todo o debate proposto pelo autor oferece, por conseguinte, uma camada adicional de leitura, convidando o leitor e a leitora a conhecer um pouco mais do universo iconográfico indígena.</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>1. Oguata | Caminhada</strong><br /><strong>2. Indígenas em movimento</strong><br /><strong>3. Diálogos desobedientes e fronteiriços</strong><br /><strong>4. Ñe’e Porã | em busca das palavras boas</strong></p> <p><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>Lucas Luis de Faria:</strong> graduado e mestre em Psicologia (Processos Psicossociais) pela Universidade Federal da Grande Dourados <br />(UFGD). Tem seu percurso (trans)formativo orientado pelos movimentos sociais e movimento(s) indígena(s), especialmente pelos (des) aprendizados em solidariedade com as organizações e territórios dos povos Kaiowá e Guarani. Atualmente é Doutorando em Psicologia Social pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), questionando a formação em psicologia a partir de articulações pedagógicas com conhecimentos e epistemologias indígenas.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2024<br />Autores: Lucas Luis de Faria<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 257<br />ISBN: 978-65-86342-51-2</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Lucas Luis de Faria
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2024-09-272024-09-27Vivienda social en Colombia
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/156
<p>El derecho a la vivienda, a pesar de estar reconocido internacionalmente desde 1948, ha sido inmensamente ignorado. Datos de las Naciones Unidas indican que uno de cada 60 habitantes del planeta no tiene dónde vivir y, aproximadamente, una quinta parte de la población mundial vive en condiciones precarias. Estos índices son alarmantes y ponen de relieve la importante tarea de los y las profesionales de la construcción al atender a esta inmensa porción de la población mundial, ya sea a través de nuevas viviendas o mediante la calificación de espacios habitables. En este sentido, la nueva colección de Edunila, Habitar a América Latina, está a la altura de la urgencia de recolectar debates en torno al tema de la vivienda y las políticas habitacionales en el continente, en el que alrededor del 32% de la población vive en barrios precarios, resultado de una historia de dominación colonial, ligada a la fuerte concentración de tierras y regímenes esclavistas destinados a mantener las elites económicas. El libro Vivienda Social en Colombia, al abrir la colección, responde a esta tarea prioritaria, dando a conocer los resultados del trabajo realizado en barrios populares de Bogotá. Sin ignorar el conflicto armado y sus implicaciones para las ciudades colombianas, los autores y autoras reconocen los problemas de habitabilidad de la región y desarrollan una metodología para evaluar la calidad mínima de una vivienda, considerando factores como: seguridad, legalidad, habitabilidad y diseño estructural. Finalmente, es importante destacar la ilustración de portada, creada por la artista nicaragüense y académica de la carrera de arquitectura y urbanismo de la UNILA, Claudia Ochoa, quien quedó primera en el concurso realizado por la editorial en 2023. La iniciativa ayudó a consolidar a Edunila como un espacio de creación y formación en la institución. Con una propuesta gráfica creativa, invitamos a todos a apropiarse del debate sobre las condiciones mínimas de habitabilidad propuesto por Camilo Torres, Yelinca Saldeño, Juan Castiblanco y Noé Villegas.</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>1. Acceso a la vivienda, una problemática latinoamericana</strong><br /><strong>2. La vivienda social en Colombia</strong><br /><strong>3. Retos para los próximos años</strong></p> <p><strong>Sobre os autores</strong></p> <p><strong>Camilo Alberto Torres Parra</strong>: es Ingeniero Ambiental y Sanitario de la Universidad de la Salle (2004). Especialista en Gerencia de Proyectos de Ingeniería de la Universidad EAN (2009). Magíster en Educación de la Corporación Universitaria Minuto de Dios (2013), Bogotá, Colombia. Magíster en Educación con énfasis en Investigación del Tecnológico de Monterrey, México (2013). Trabajó en la Corporación Universitaria Minuto de Dios del año 2006 al 2012 como docente; coordinador académico del programa de Ingeniería Civil del 2007 al 2009, y como director del Centro de Estudios en Vivienda de Interés Social (CENVIS) entre 2010 y 2012. Docente investigador en el programa de Ingeniería Civil de la Universidad Piloto de Colombia entre los años 2010 y 2016. Docente del programa de Ingeniería Civil de la Universidad Católica de Colombia, líder del grupo de investigación Infraestructura y Desarrollo Sostenible; delegado de Responsabilidad Social del programa de Ingeniería Civil, e investigador reconocido por el ente rector de la investigación Minciencias. Posee experiencia en temas de investigación de mejoramiento de calidad de agua para consumo humano, vivienda saludable, salud pública y territorios informales, indicadores de sostenibilidad para las ciudades, malas prácticas constructivas en la vivienda informal y emprendimiento social. Orcid: https://orcid.org/0000-0003-0431-1191.</p> <p><br /><strong>Yelinca Nalena Saldeño Madero</strong>: es Ingeniera Civil de la Universidad Central de Venezuela (2003), Caracas, Venezuela. En 2009 completó sus estudios de Doctorado en Gestión del Territorio e Infraestructuras de Transporte en la Universidad Politécnica de Cataluña, Barcelona, España. En el área de investigación ha trabajado en proyectos relacionados con <br />el territorio, la habitabilidad, la movilidad y la gestión de infraestructuras. También ha participado en proyectos internacionales de ordenación territorial turística y en estudios para el análisis de la relación Puerto-Ciudad, caso específico: El Puerto de Barcelona. Actualmente es docente investigadora en la Universidad Católica de Colombia, Bogotá, Colombia, e imparte clases de Ingeniería de Tránsito. También lidera el Grupo de Investigación en Ingeniería para la Sustentabilidad (GRIIS) y participa en diversos procesos de investigación relacionados con el contexto de la proyección social en Colombia. Orcid: https://orcid.org/0000-0002-8792-7786.</p> <p><br /><strong>Juan José Castiblanco Pietro</strong>: es titulado como Arquitecto el año 2003 y como Magíster en Hábitat en 2010 por parte de la Universidad Nacional de Colombia, Bogotá, Colombia. Trabaja desde el año 2003 como consultor de diseño arquitectónico y diseño urbano en proyectos de vivienda, comercio, bodegas y logística, y espacio público. Entre los años 2011 y la actualidad (2021) se desempeña como docente e investigador de la Universidad Católica de Colombia. Desde al año 2017 es el delegado de la Facultad de Diseño de la misma universidad para los temas de responsabilidad social. Su experiencia e intereses investigativos se encuentran asociados a temas de sustentabilidad, desarrollo y hábitat urbano y rural, con aplicaciones a la vivienda, al espacio público, al desarrollo y al mejoramiento integral del hábitat. Orcid: https://orcid.org/0000-0001-8977-0375.</p> <p><br /><strong>Noé Villegas Flores</strong>: recibió el título de Ingeniero Civil en 2001 y maestro en Ciencias en Ingeniería de la Construcción en el año de 2004 por el Instituto Tecnológico de Durango. Obtuvo el grado de doctor en Ingeniería de la Construcción en el año 2009 por la Universidad Politécnica de Cataluña. En el periodo de 2009 a 2011 ha trabajado en el Instituto Tecnológico de Estudios Superior de Monterrey. Actualmente, se desarrolla como profesor investigador de la Universidad Federal de la Integración Latinoamericana. Entre los años 2014 y 2016 fue director de la carrera de Ingeniería Civil de infraestructura y participa del grupo de investigación en movilidad y eficiencia energética de la Unila. El profesor mantiene intereses investigativos como: desarrollo de indicadores estratégicos urbanos, así como también desarrollo de metodologías multicriterio en el sector de la construcción. Orcid: https://orcid.<br />org/0000-0002-1299-3797.<strong><br /></strong></p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2024<br />Autores: Camilo Torres; Yelinca Saldeño; Juan Castiblanco; Noé Villegas.<br />Idioma: Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 142<br />ISBN: 978-65-86342-52-9</p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Camilo Alberto Torres ParraJuan José Castiblanco-PrietoNoé Villegas FloresYelinca Nalena Saldeño Madero
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2024-09-112024-09-11De lenguas, ideologías y prácticas
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/153
<p>No livro <strong>De lenguas, ideologías y prácticas: políticas linguísticas e gestão de línguas no cone sul, </strong>as autoras e autores, <span style="font-size: large; font-family: calibri, 'sans-serif'; color: #343a40; background: #f8f9fa;">oriundos de diversas instituições do Brasil e da Argentina</span>, analisam o lugar da língua espanhola no Brasil e do lugar da língua portuguesa no Mercosul, com destaque para o Uruguai e a Argentina. Com o avanço do neoliberalismo na região e seu consequente alinhamento aos países do Norte Global, os autores e autoras, ao longo dos diversos capítulos, chamam a atenção para a desvalorização da integração regional e do intercâmbio entre estes vizinhos.</p> <p>Um dos capítulos questiona se “poderemos fazer frente à já potente penetração do inglês como língua de escolarização nos países da região”. Sob este viés cabe, igualmente, perguntarmo-nos se passaremos, um dia, “a pensar no espanhol e no português como recursos, mais que como línguas estrangeiras, externas, de fora, do outro?”.</p> <p>Com o apoio do Programa de Pós-graduação de Linguística - PROLING/PROEX/CAPES da UFPB, o livro se coloca, portanto, no seguinte debate: permaneceremos subalternos nas relações Norte-Sul ou conseguiremos “sulear-nos”?. Com estas indagações potentes, a obra reforça, na EDUNILA<strong>, </strong>o selo <strong>Ñande,</strong> termo guarani para “nós” ou “nosso”: aquilo que é próprio da comunidade acadêmica ou poderia ser entendido como o que é nosso, latino-americano. Ao mesmo tempo, a obra se insere na coleção<strong> América Latina Una y Distinta, </strong>que reúne os livros que tratam do continente, a partir das especificidades de dada área de conhecimento.</p> <p>En el libro <strong>De lenguas, ideologías y prácticas: políticas lingüísticas y gestión lingüística en el cono sur</strong>, las autoras y autores, provenientes de diferentes instituciones y regiones de Brasil, analizan el lugar, de la lengua española en Brasil, y de la lengua portuguesa en el Mercosur, enfatizando en Uruguay y Argentina. Con el avance del neoliberalismo en la región y su consecuente alineamiento con los países del Norte Global, a lo largo de los distintos capítulos, se llama la atención sobre la devaluación de la integración y el intercambio regional entre estos vecinos.</p> <p>Uno de los capítulos se pregunta si “podemos enfrentar la ya poderosa penetración del inglés como lengua escolar en los países de la región”. Así, también cabe preguntarse si algún día “pensaremos en el español y el portugués como recursos, y no como lenguas extranjeras, externas, de fuera, del otro”.</p> <p>Con el apoyo del Programa de Postgrado en Lingüística - PROLING/PROEX/CAPES de la UFPB, el libro se inscribe así en el siguiente debate: ¿seguiremos subordinados en las relaciones Norte-Sur o podremos “sulear-nos”?. Con estas poderosas preguntas, el trabajo refuerza, en EDUNILA, el sello <strong>Ñande</strong>, término guaraní para “nosotros” o “nuestro”: aquello que es propio de la comunidad académica o podría entenderse como lo nuestro, Latinoamericano. Al mismo tiempo, la obra forma parte de la colección <strong>América Latina Una y Distinta</strong>, que reúne libros que abordan el continente, a partir de las especificidades de un área del conocimiento determinada.</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>MERCOSUL Educacional: conjuntura política e os efeitos sobre as línguas da região</strong><br /><em>Eliana Sturza</em><br /><strong>Línguas Estrangeiras na Educação Básica Pública no Brasil e no Uruguai entre 2010 e 2020: Suleamento ou Globalização?</strong><br /><em>Glenda Heller Cáceres</em><br /><strong>Factores que determinan el uso y la enseñanza de lenguas en la Argentina</strong><br /><em>Roberto Bein</em><br /><strong>O lugar das línguas estrangeiras em periódicos de programas de pós-graduação na área de linguística: um estudo de caso</strong><br /><em>Andrea Silva Ponte, Rafael Eduardo Santana de Sousa , Eduardo Ferreira Silva</em><br /><strong>As línguas no espaço da educação superior: entre monolinguismos reais e imaginados</strong><br /><em>Andrea Silva Ponte</em><br /><strong>O primeiro instrumento linguístico castellano y portuguez e a matriz discursiva da intercompreensão</strong><br /><em>Ana Cavalheiro Recuero</em><br /><strong>Encontrei esta atividade na internet” (ALERTA!) Material didático e materialização das ideologias linguísticas nas ondas do ciberespaço</strong><br /><em>Greice de Nóbrega e Sousa</em><br /><strong>Papeis políticos do professor de línguas adicionais: educar para transformar</strong><br /><em>Glenda Heller Cáceres, Sara dos Santos Mota</em></p> <p> </p> <p><strong>Sobre as organizadoras</strong></p> <p><strong>Andrea Silva Ponte</strong>: é professora de espanhol na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) desde 2008. Atua na Licenciatura em Letras Espanhol e atualmente é diretora do InELC - Instituto de Estudos Linguísticos e Culturais da<br />UFPB. É graduada, mestre e doutora em Letras Espanhol pela Universidade de São Paulo (USP). É líder do grupo de pesquisa “NEPEL: Núcleo de Estudos em Política e Educação Linguística” (CNPq), e membro do “Lenguatge: políticas linguísticas, materiais didáticos e formação de professores de línguas adicionais e/ou estrangeiras” (CNPq). Seus interesses de pesquisa incluem ensino de língua espanhola, políticas linguísticas e processos de internacionalização.</p> <p><strong>Glenda Heller Cáceres</strong>: é professora Adjunta na área de Letras na Universidade Federal do Paraná (UFPR) e atua majoritariamente no Curso de Espanhol/Português. É doutora em Linguística Aplicada pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS), mestre em Estudos da Linguagem – Linguística Aplicada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e graduada em Letras – Espanhol e Literaturas pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Na UFPR, coordena o Grupo de Estudos “Linguística Aplicada e Políticas Linguísticas” (LAPOL). É membro do grupo de pesquisa “Lenguage: políticas linguísticas, materiais didáticos e formação de professores de línguas adicionais e/ou estrangeiras” (CNPq). Atuou como professora efetiva do Instituto Federal de Educação do Rio Grande do Sul por 9 anos, tanto no Ensino Médio quanto no Superior. Suas áreas de interesse são: ensino e aprendizagem de línguas adicionais; educação linguística; políticas linguísticas e regionalização.</p> <p><strong>Natieli Luiza Branco</strong>: é licenciada em Letras – habilitação Espanhol pela Universidade Federal de Santa Maria; Mestra em Letras – Estudos Linguísticos e Doutora em Letras – Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de Santa Maria. Atualmente, é técnica administrativa em educação na Universidade Federal do Pampa. Integrante do grupo de pesquisa “Lenguatge: políticas linguísticas, materiais didáticos e formação de professores de línguas adicionais e/ou estrangeiras” (CNPq). Seus interesses de pesquisa incluem análise de discurso, história das ideias linguísticas, política de línguas e ensino e aprendizagem de línguas.</p> <p><strong>Sara dos Santos Mota</strong>: é professora de espanhol na Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA) desde 2011. Em 2013, iniciou sua atuação no curso de licenciatura em Letras-Línguas Adicionais: Inglês, Espanhol e respectivas literaturas e, a partir de 2018, passou a integrar o corpo docente permanente do Programa de Pós-graduação em Ensino de Línguas (Mestrado Profissional). É graduada, mestra e doutora em Letras pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). É líder do grupo de pesquisa “Lenguatge: políticas linguísticas, materiais didáticos e formação de professores de línguas adicionais e/ ou estrangeiras” (CNPq). Seus interesses de pesquisa incluem línguas de fronteira, fronteira, enunciação, ensino de língua espanhola, políticas linguísticas e práticas extensionistas.</p> <p><strong>Yolanda Hipperdinger: </strong>es Investigadora Independiente del Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET) y profesora del área de Lingüística de la Universidad Nacional del Sur (UNS). Forma parte del cuerpo docente y del Comité Asesor del Doctorado en Letras de esta última institución y de la Maestría en Lingüística de la Universidad Nacional de La Plata (UNLP), así como del cuerpo docente de la Especialización en la Enseñanza del Español como Lengua Segunda y Extranjera de esta última institución y de la Maestría en Ciencias Humanas de la Universidad de la República. Es Licenciada y Doctora en Letras por la UNS. Sus intereses de investigación incluyen la sociolingüística, el paisaje lingüístico, el contacto de lenguas y las políticas lingüísticas.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2024<br />Organizadoras: Andrea Silva Ponte, Glenda Heller Cáceres, Natieli Luiza Branco, Sara dos Santos Mota, Yolanda Hipperdinger.<br />Idioma: Português/Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 256<br />ISBN: 978-65-86342-49-9</p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Andrea Silva PonteGlenda Heller CáceresNatieli Luiza BrancoSara dos Santos MotaYolanda Hipperdinger
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2024-08-062024-08-06Mapeamento da distribuição geográfica de espécies na região neotropical
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/150
<p>Como descrever a distribuição geográfica de espécies? Que técnicas podem ser usadas para obter a área de distribuição geográfica? Como transformar uma tabela com coordenadas de latitude e longitude em pontos de ocorrência num mapa? O livro “Mapeamento da distribuição geográfica de espécies na região neotropical”é fruto da experiência de uma década de sala de aula, mostrando que o ensino na graduação também produz conhecimento – lugar comumente atribuído à pós-graduação. Peter Löwenberg Neto e Christian Bergmann Kirsch, com base na disciplina “Fundamentos da Biogeografia”, ministrada nos bacharelados em Ciências Biológicas: Ecologia e Biodiversidade e em Geografia, da Universidade Federal de Integração Latino-Americana (UNILA), organizaram um material voltado para aulas práticas, com o intuito de facilitar a compreensão da distribuição das espécies no território com o uso de ferramentas do Sistema de Informação Geográfica (SIG).</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>1. Área de distribuição geográfica de uma espécie</strong><br /><strong>2. Analisando dados tabulares e espaciais</strong><br /><strong>3. Variáveis ambientais contínuas</strong><br /><strong>4. Atividade avaliativa: um artigo com mapas</strong><br /><strong>5. Atividades de execuçãodo artigo</strong><br /><strong>6. Mapas de distribuição geográfica de espécies</strong><br /><strong>7. Bancos de dados espaciais</strong><br /><strong>8. Roteiros e dados para as aulas práticas</strong></p> <p><strong>Sobre os autores</strong></p> <p><strong>Peter Löwenberg Neto: </strong>biólogo, mestre e doutor em Ciências Biológicas (Entomologia) pela Universidade Federal do Paraná. Iniciou seus estudos em biogeografia durante a graduação no Laboratório de Biogeografia de Diptera - UFPR em 2002, utilizando o programa ArcView 3.2. Desde então desenvolve pesquisa em análise espacial e temporal da biodiversidade Neotropical, incluindo biogeografia histórica e macroecologia evolutiva. Desde 2010 é professor da Universidade Federal da Integração Latino-Americana em Foz do Iguaçu, PR, é responsável pelas disciplinas de Biogeografia ofertadas para a graduação (Ciências Biológicas e Geografia) e pós-graduação (Biodiversidade Neotropical, PPGBN/Unila), coordena o Laboratório de Biogeografia da Unila e é líder do grupo de pesquisa em “Biogeografia Neotropical” (DGP/CNPq).</p> <p><strong>Christian Bergmann Kirsch</strong>: bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná em Cascavel, PR. Durante a graduação fez estágio no Laboratório de Biologia Estrutural e Funcional, no Laboratório de Investigação Biológica da UNIOESTE e no Laboratório de Biogeografia da Unila. Tem capacitação em Geoprocessamento para Estudos Ambientais e interesse nas áreas de bioestatística, biogeografia, ecologia e paleontologia.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2024<br />Autores: Peter Löwenberg Neto; Christian Bergmann Kirsch.<br />Idioma: Português <br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 194<br />ISBN: 978-65-86342-50-5 / DOI: 10.5281/zenodo.10644285</p> <p><img src="https://www.fappr.pr.gov.br/sites/fundacao-araucaria/arquivos_restritos/files/imagem/2024-06/logo_fa_e_seti_2024.jpg" alt="Logomarcas e Material Gráfico | Fundação Araucária" /></p>Peter Löwenberg NetoChristian Bergmann Kirsch
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2024-02-232024-02-23Santos Dumont en las cataratas
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/144
<p>En Santos Dumont en las Cataratas, Micael Alvino da Silva nos transporta a las últimas décadas del siglo XIX y el comienzo del siglo XX para comprender lo que estaba ocurriendo en el mundo y en la frontera trinacional cuando Alberto Santos Dumont visitó las Cataratas del Iguazú, en 1916. Con un texto agradable, el libro es organizado en pequeños ensayos y sus capítulos están encadenados de manera que resaltan, cada uno, un aspecto de la trayectoria del célebre aviador, siempre estableciendo relaciones con la tierra de Naipi. Casi cien años después de la muerte del aviador, finalmente, la visita inusual de Santos Dumont hasta las Cataratas se convierte en un libro. Es con gran alegría que la EDUNILA, en asociación con el instituto 100 Fronteiras y el apoyo de Itaipu Binacional y Fondo Iguaçu de Itaipu, por la letra de Micael Alvino da Silva, ofrece esta historia al público.</p> <p><strong>Capitulos</strong></p> <p><strong>1. La Baladeuse</strong><br /><strong>2. Un inventor en las cataratas</strong><br /><strong>3. El articulador panamericano</strong><br /><strong>4. Al compás del telégrafo</strong><br /><strong>5. La furia de M’Boy e Hinum</strong><br /><strong>6. El problema y el poema</strong><br /><strong>7. Luna de miel</strong><br /><strong>8. Fronteras</strong><br /><strong>9. Falsos Dilemas</strong></p> <p><strong>Sobre el autor</strong></p> <p><strong>Micael Alvino da Silva:</strong> doctor en Historia por la Universidade de São Paulo y profesor de Historia de las Relaciones Internacionales en la Universidad Federal de la Integración Latinoamericana (UNILA). Ha sido investigador en el National Archives, en Washington, Estados Unidos; en el Archivo Histórico del Itamaraty, en Rio de Janeiro; y en el Archivo Público de Paraná, en Curitiba. Ha publicado seis libros, incluyendo A Segunda Guerra Mundial e a Tríplice Fronteira, publicado por EDUNILA en 2021, además de docenas de artículos académicos.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2023<br />Autor: Micael Alvino da Silva<br />Idiomas: Espanhol <br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 129<br />ISBN: 978-65-86342-45-1</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://editora.unila.edu.br/public/site/images/leonel_santos/mceclip0.jpg" /></p> <p> </p>Micael Alvino da Silva
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2024-02-052024-02-05Santos Dumont at the falls
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/147
<p>In "Santos Dumont at the Falls", Micael Alvino da Silva transports readers back to the final decades of the 19th century and the beginning of the 20th century. He provides insights into the global context and the tri-national border region when Alberto Santos Dumont visited Iguassu Falls in 1916. The book, with an engaging writing style, comprises concise essays interweaving chapters that intricately showcase every facet of the renowned aviator's journey, consistently drawing connections with the land of Naipi. Santos Dumont's extraordinary visit to the Falls is now immortalized in this book. This work fulfills the aviator's desire to write about Iguassu—a wish he could not fulfill during his lifetime. Nearly a century after his passing, EDUNILA in partnership with 100 Fronteiras Institute and supported by Itaipu Binacional and Fundo Iguaçu, takes great pleasure in presenting this narrative to the public.</p> <p><strong>Chapters</strong></p> <p><strong>1. La Baladeuse</strong><br /><strong>2. An Inventor at the Falls</strong><br /><strong>3. The Pan-American Articulator</strong><br /><strong>4. On the Telegraph Trail</strong><br /><strong>5. The Fury of M'Boy and Hinum</strong><br /><strong>6. The Problem and the Poem</strong><br /><strong>7. Honeymoon</strong><br /><strong>8. Borders</strong><br /><strong>9. False Dilemma</strong></p> <p><strong>About the author</strong></p> <p><strong>Micael Alvino da Silva: </strong> holds a Ph.D. in History from the University of São Paulo and is a Assistant Professor of International Relations History at the Federal University of Latin American Integration (UNILA). He has conducted research at the National Archives in Washington, D.C., the Historical Archives of the Ministry of Foreign Affairs in Rio de Janeiro, and the Public Archives of Paraná in Curitiba. Author of six books, including "World War II and the Triple Frontier," published by EDUNILA University Press in 2021, he has also contributed to numerous academic articles.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2023<br />Autor: Micael Alvino da Silva<br />Idiomas: Inglês<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 126<br />ISBN: 978-65-86342-44-4</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://editora.unila.edu.br/public/site/images/leonel_santos/mceclip0.jpg" alt="mceclip0.jpg" /></p>Micael Alvino da Silva
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2024-02-052024-02-05Na terra dos lírios azuis
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/143
<p>Este livro trata de questões referentes à porção sul do continente africano nos romances de aventura do escritor inglês H. Rider Haggard, analisando suas conexões com os embates políticos relacionados ao processo de invasão e exploração colonial nos territórios que viriam a constituir a África do Sul mais tarde. Na primeira parte, a obra discute a trajetória intelectual do romancista, conectando-a com a experiência colonial e os conflitos pela terra na África Austral. Por conseguinte, a <span id="OBJ_PREFIX_DWT142_com_zimbra_date" class="Object" role="link">segunda</span> parte está concentrada no estudo das representações literárias presentes em quatro romances de aventura ambientados na região, os quais construíram um imaginário específico da conquista colonial. Dessa forma, adotando uma abordagem histórica e dialogando especialmente com a história política e social da cultura, o livro se dedica à análise das relações entre literatura, colonialismo e racismo. São problematizados, sobretudo, o imaginário político construído nos romances de aventura e a idealização da sociedade colonial no sul da África no final do século XIX, fundamentada na formação de uma elite branca e na exploração de terras e mão de obra africana.</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>1. O contexto sul-africano: colonialismo, historiografia e literatura em fins do século XIX</strong><br /><strong>2. Dos baluartes do barbarismo: H. Rider Haggard, a política colonial e a fase sul-africana</strong><br /><strong>3. A questão sul-africana: literatura e história política no embate colonial</strong><br /><strong>4. Na terra dos lírios azuis: domesticidade, colonialismo e ansiedades raciais</strong><br /><strong>5. Rider Haggard e seu coração das trevas: literatura, colonialismo, racismo</strong></p> <p><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>Evander Ruthieri da Silva:</strong> Professor de História da África na Universidade Federal da Integração Latino-Americana, na qual também atua como docente permanente no Programa de Pós-Graduação em História. Doutor em História pela Universidade Federal do Paraná, com estágio de doutorado no exterior pela University of Exeter, no Reino Unido. É autor dos livros: “Bram<br />Stoker e a questão racial” (Prismas, 2017) e “Entre o escudo e a azagaia: uma história política do Reino Zulu no século XIX” (EdUERJ, 2023); além de outros capítulos de livros e artigos em periódicos nacionais e internacionais. Foi professor visitante no Departamento de Estudos Africanos e Antropologia da University of Birmingham, no Reino Unido e na Wydział Filologiczn (Faculdade de Filologia) da Jagiellonian University, na Polônia</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2023<br />Autor: Evander Ruthieri da Silva<br />Idiomas: Português <br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 312<br />ISBN: 978-65-86342-56-7<br />Preço: R$ 60,00</p> <p><strong>Dados da Capa: </strong>Ilustração "Lírio sobre mão" de Cleise Vidal compondo a capa.</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" alt="conjunto01.png" /></p>Evander Ruthieri da Silva
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2023-12-142023-12-14Ainda somos intrusos?
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/140
<p>A proposta do livro é analisar quatro instituições participativas que partem da proposta de incluir a participação social na política externa brasileira, argentina e uruguaia, questionando se a participação da sociedade civil, a partir das iniciativas, seria indutora de mudança e de aperfeiçoamento democrático na representação da política externa. O argumento desenvolvido ao longo da obra é que as iniciativas tensionam o monopólio exclusivo da burocracia diplomática no processo de produção da política externa de integração e de direitos humanos, mas o tipo de mudança e a sua qualificação democrática, porém, estão diretamente ligadas ao desenho institucional adotado pela iniciativa participativa. Nesse sentido, a conclusão mais importante do trabalho é que a participação social não é condição suficiente para a democratização da política externa. A participação é elemento de mudança democrática quando é acompanhada de mecanismos de responsividade e de accountability.</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>1. Representação e política externa: de emissário do rei à legitimidade democrática</strong><br /><strong>2. Sociedade civil e política externa: da participação de cúpula à participação doméstica</strong><br /><strong>3. Análise da participação social na política externa</strong></p> <p><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>Lucas Ribeiro Mesquita:</strong> Professor Adjunto do curso de Relações Internacionais e Integração e do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais da Universidade Federal da Integração Latino-Americana. Coordena o Núcleo de Pesquisa em Política Externa Latino-Americana (NUPELA), o Observatório da Democracia (ODEM) e a Cátedra Latino-Americana Francisco Bilbao de Integração e Identidade Latino-Americana (IMEA-UNILA).</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2023<br />Autor: Lucas Ribeiro Mesquita<br />Idiomas: Português <br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 183<br />ISBN: 978-65-86342-41-3</p> <div><strong>Dados da Capa: </strong> Monumento Mínimo, Brasília, 2003. Artista: Néle Azevedo</div> <div> </div> <div><strong>Apoio</strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" alt="conjunto01.png" /></div>Lucas Ribeiro Mesquita
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2023-12-042023-12-04Santos Dumont nas cataratas
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/137
<p>Com um texto agradável, Micael Alvino da Silva, em Santos Dumont nas Cataratas, nos transporta às últimas décadas do século XIX e início do XX, para compreender o que acontecia no mundo e na fronteira trinacional quando Alberto Santos Dumont visitou as Cataratas do Iguaçu, em 1916. Na forma de pequenos ensaios, os capítulos são encadeados de modo a realçar, cada qual, um aspecto da trajetória do célebre aviador, sempre relacionando com a terra de Naipi. Quase cem anos depois da morte do aviador, finalmente, a insólita visita de Santos Dumont às Cataratas, se torna livro. É com grande alegria que a EDUNILA, em pareceria com o Instituto 100 Fronteiras e com o apoio da Itaipu Binacional e do Fundo Iguaçu, pelas letras de Micael Alvino da Silva, entrega esta história ao público.</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>1. La Baladeuse<br />2. Um inventor nas cataratas<br />3. O articulador pan-americano<br />4. Na picada do telégrafo<br />5. A fúria de M’Boy e Hinum<br />6. O problema e o poema<br />7. Lua de mel<br />8. Fronteiras<br />9. Falsos Dilemas<br /></strong></p> <p><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>Micael Alvino da Silva:</strong> doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Pesquisador e coordenador do Grupo de Pesquisa sobre a Tríplice Fronteira (CNPq). Possui experiência de pesquisa no National Archives (Washington, Estados Unidos), no Arquivo Histórico do Itamaraty (Rio de Janeiro) e no Arquivo Público do Paraná (Curitiba). Pesquisa os seguintes temas: História das Relações Internacionais Americanas (1933-1954) e História da Tríplice Fronteira (Argentina, Brasil e Paraguai).</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2023<br />Autor: Micael Alvino da Silva<br />Idiomas: Português <br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 125<br />ISBN: 978-65-86342-46-8</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://editora.unila.edu.br/public/site/images/leonel_santos/mceclip0.jpg" alt="mceclip0.jpg" /></p> <p> </p>Micael Alvino da Silva
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2023-11-202023-11-20Somos sur
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/134
<p>Somos Sur es un libro para la enseñanza y el aprendizaje del español como lengua adicional, cuyas actividades han sido diseñadas para que alumnas y alumnos universitarios de Brasil, de cualquier área del conocimiento, accedan a la literatura latinoamericana y descubran la relación entre lengua y sociedad. De este modo, la obra muestra la rica diversidad cultural latinoamericana a partir de obras literarias. Su estructura cuenta con una secuencia de cinco unidades didácticas que propicia el uso real de la lengua a partir de una selección de textos literarios que abordan temas sociohistóricos de nuestra región. La propuesta metodológica se fundamenta en la interacción dialógica y en el trabajo colaborativo, lo que favorece un aprendizaje responsable y autónomo. La dialogicidad estimula la práctica discursiva e intercultural, puesto que la literatura enriquece el aprendizaje significativo. Los textos elegidos y el material didáctico están en sintonía con las directrices curriculares del Ministerio de Educación y Cultura de Brasil, puesto que tratan temas como educación ambiental, derechos humanos, relaciones étnico-raciales, entre otros. Funciona como un hipertexto frente a la linealidad característica de los libros tradicionales. Esto permite que los profesores o profesoras realicen su propia programación de acuerdo con las necesidades e intereses del grupo y de su contexto educativo, ya que las secuencias de actividades (unidades y secciones) no siguen una gradación de los contenidos.</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>1. Crónicas desde América Latina</strong><br /><strong>2. Actividades extractivas en la narración historiográfica latinoamericana</strong><br /><strong>3. Ancestralidad africana: América Latina y el Caribe, entre lo real y lo maravilloso</strong><br /><strong>4. La nueva canción Latinoamericana</strong><br /><strong>5. Fútbol y literatura en américa latina</strong></p> <p><strong>Sobre os autores</strong></p> <p><strong>Iván Alejandro Ulloa Bustinza</strong>: Licenciado en Letras y Doctorado por la Universidad de Vigo, España, (2008) con una tesis sobre el escritor uruguayo Mario Benedetti: “Evolución ideológico-literaria en la obra poética de Mario Benedetti. La figuración irónica, elemento estructural”. Se desempeña en las áreas de Literatura, con énfasis en Literatura Hispanoamericana y Lenguas Extranjeras Modernas (español). Actualmente es profesor de español lengua adicional en la Universidad Federal de la Integración Latinoamericana (UNILA). Dirige el grupo de investigación del CNPq: “Produção de materiais didáticos para o ensino de Espanhol Língua Adicional no contexto da integração latino-americana e do Mercosul”, centrado en cuestiones discursivas e interculturales (<a href="http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/167757">http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/167757</a>) y dirige el proyecto de extensión “Laboratorio de Escritura Creativa: narrativas”.</p> <p>CV Lattes: <a href="http://lattes.cnpq.br/8230186736780906">http://lattes.cnpq.br/8230186736780906</a> | E-mail: <a href="mailto:ivan.bustinza@unila.edu.br">ivan.bustinza@unila.edu.br</a></p> <p><strong>Miguel Antonio Ahumada Cristi</strong>: Licenciado en Educación por la Universidad Arturo Prat del Estado de Chile, Magíster en Filosofía por la Universidad Jesuita Alberto Hurtado, Santiago de Chile, y Doctor en Educación y Sociedad por la Universidad de Barcelona. Es docente e investigador en la Universidad Federal de la Integración Latinoamericana (UNILA), Brasil. Es profesor de las disciplinas español lengua adicional, “Historia de la Educación” y “Filosofía de la Educación”. Dirige el grupo de estudios del CNPq “De mãos dadas por amplos caminhos: materiais didáticos para a educação em direitos humanos, valores e cidadania”. También es integrante del grupo de investigación del CNPq: “Produção de materiais didáticos para o ensino de Espanhol Língua Adicional no contexto da integração latino-americana e do Mercosul”. Registrado en el directorio del CNPQ <a href="http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/167757">http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/167757</a> CV Lattes: <a href="http://lattes.cnpq.br/5572211146401263">http://lattes.cnpq.br/5572211146401263</a> | E-mail: <a href="mailto:miguel.cristi@unila.edu.br">miguel.cristi@unila.edu.br</a></p> <p><strong>Gregorio Pérez de Obanos Romero</strong>: Es Licenciado en Filología Hispánica por la Universidad de Deusto (Bilbao, España), Máster en Formación de profesores de español como lengua extranjera por la Universidad del País Vasco (San Sebastián, España) y Doctor en Lingüística Aplicada a la enseñanza de español como lengua extranjera por la Universidad de Antonio de Nebrija (Madrid, España). Es docente e investigador de la Universidad Federal de la Integración Latinoamericana (UNILA), Brasil. Es profesor de las disciplinas de español lengua adicional del Ciclo Común de Estudios y de lingüística del curso Letras Español y Portugués como Lenguas Extranjeras (LEPLE). Es integrante del grupo de investigación del CNPq: “Produção de materiais didáticos para o ensino de Espanhol Língua Adicional no contexto da integração latino-americana e do Mercosul”. Registrado en el directorio del CNPQ <a href="http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/167757">http://dgp.cnpq.br/dgp/espelhogrupo/167757</a></p> <p>CV Lattes: <a href="http://lattes.cnpq.br/5229669640874556">http://lattes.cnpq.br/5229669640874556</a> | E-mail: <a href="mailto:gregorio.romero@unila.edu.br">gregorio.romero</a><a href="mailto:gregorio.romero@unila.edu.br">@</a><a href="mailto:gregorio.romero@unila.edu.br">unila.edu.br</a> </p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2023<br />Organizadoras: Gregorio Pérez de Obanos Romero; Miguel Antonio Ahumada Cristi; Iván Alejandro Ulhoa Bustinza.<br />Idioma: Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 408<br />ISBN: 978-65-86342-38-3</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" alt="conjunto01.png" /></p>Gregorio Pérez de Obanos RomeroIván Alejandro Ulloa BustinzaMiguel Antonio Ahumada Cristi
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2023-10-232023-10-23Territórios, cidades e identidades africanas em movimento
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/128
<p>O livro “Território, Cidades e Identidades Africanas em Movimento”, organizado por Andréia Moassab e Marina Berthet, tem como principal objetivo integrar a discussão sobre urbanização e globalização a partir do continente africano. A hipótese central deste trabalho é uma reelaboração do pensamento crítico sobre cidades africanas, numa perspectiva de que os diálogos do Sul, entre África e América Latina, podem apresentar soluções criativas e adequadas para os contextos locais. Ao buscar respostas no continente africano e propor um debate em sintonia com esta realidade, as organizadoras vislumbram outros parâmetros de análise para as cidades mundiais, em detrimento dos usuais paradigmas eurocêntricos, definidos por critérios patriarcais, racistas e capitalistas. São oito capítulos, escritos por autoras e autores de vários países, diferentes realidades espaciais locais e sob um ponto de vista multidisciplinar, a partir de várias áreas de conhecimento: Odair Varela, Victor Barros e Redy Lima são pesquisadores caboverdianos das ciências sociais e da história; Celine Veríssimo, Marina Berthet e Alain Kally são estrangeiros radicados no Brasil, com pesquisa sobre Moçambique, São Tomé e Príncipe e Senegal, a partir da arquitetura, da antropologia e da sociologia; e Andréia Moassab e Fernando Ribeiro são brasileiros, sendo que a primeira morou e trabalhou em Cabo Verde, realidade a partir da qual apresenta suas reflexões em arquitetura, e Ribeiro, antropólogo e historiador, tem se dedicado a estudos do Mar Afrasiático. Em diálogo com os textos, chama atenção no livro a obra do artista visual cabo-verdiano César Schofield Cardoso, que ilustra a capa, emprestando uma fotografia da série “Espaços Vacilantes”.</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>1. África, o berço da modernidade: por uma visão pós-colonial da modernidade e do território</strong><br /><em>Odair Barros-Varela</em><br /><strong>2. Cabo Verde e a imaginação dos espaços de pertença: os discursos, as suas ressonâncias e os seus avatares</strong><br /><em>Victor Barros</em><br /><strong>3. Arquitetura habitacional em Cabo Verde: da pedra ao concreto</strong><br /><em>Andréia Moassab</em><br /><strong>4. A importância do espaço exterior doméstico para um modelo ecossocialista a partir do Dondo, Moçambique</strong><br /><em>Céline Veríssimo</em><br /><strong>5. Espaços, movimentos e circulações na ilha de São Tomé, em São Tomé e Príncipe</strong><br /><em>Marina Berthet</em><br /><strong>6. Hip-hop em Cabo Verde: rap e representação do espaço público na cidade da Praia</strong><br /><em>Redy Lima</em><br /><strong>7. Saint Louis do Senegal: a cidade de confluências, barganhas e arena política</strong><br /><em>Alain Kaly</em><br /><strong>8. Cidade do Cabo e Malaka: cosmopolitismos em portos do Índico</strong><br /><em>Fernando Rosa Ribeiro</em></p> <p><strong>Sobre as organizadoras</strong></p> <p><strong>Andréia Moassab:</strong> <span style="font-weight: 400;">Arquiteta e urbanista, mestra e doutora em Comunicação e Semiótica da PUCSP, com estágio doutoral no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Portugal. Atualmente, é docente da UNILA. É autora do livro "</span><strong>Brasil Periferia(s): a Comunicação Insurgente do Hip-Hop</strong><span style="font-weight: 400;">", finalista do prêmio Jabuti 2013, na categoria ciências humanas. Recentemente, publicou dois livros sobre África: "</span><strong>Panorama da Arquitetura Habitacional em Cabo Verde</strong><span style="font-weight: 400;">", com Patti Anahory; e “</span><strong>Territórios, cidades e identidades africanas em movimento</strong><span style="font-weight: 400;">", com Marina Berthet, pela EDUNILA, em 2023. Ainda pela Editora da UNILA publicou "</span><strong>Morar na Barranca</strong><span style="font-weight: 400;">", com Egon Vetorazzi; e "</span><strong>Por um Ensino Insurgente em Arquitetura e Urbanismo</strong><span style="font-weight: 400;">”, com Leo Name, considerado o 2º</span><span style="font-weight: 400;"> melhor livro de 2021 em ciências sociais aplicadas, pela ABEU (Associação Brasileira de Editoras Universitárias). </span></p> <p><strong>Marina Berthet:</strong> antropóloga, atualmente professora de história da África na Universidade Federal Fluminense – UFF (Brasil). Doutora em antropologia social pela Universidade de São Paulo (Brasil). Pesquisadora associada do Centro de Estudos Africanos do Porto (Portugal), com interesses sobre a noção de trabalho forçado e a emigração cabo-verdiana em São Tomé e Príncipe. Trabalha sobre temas relacionados à migração, trabalho forçado, desenvolvimento, cinema e música africanos. Investigadora do Centro de Estudos Africanos do Porto (CEAUp), membro do Núcleo de Estudos Africanos (NEAF/UFF) e do Laboratório de História e Imagem (LABHOI-UFF)</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2022<br />Organizadoras: Andréia Moassab; Marina Berthet<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 177<br />ISBN: 978-65-86342-55-0<br />Preço: R$ 60,00</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" alt="conjunto01.png" /></p>Andréia MoassabMarina Berthet
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2023-04-102023-04-10Museus portáteis e outras histórias da arte-moda
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/133
<p>O livro é uma coletânea de textos vinculados aos estudos do grupo de pesquisa História da Arte e Cultura de Moda/UFRGS/CNPq. O grupo de pesquisa que, embora nasça com endereço físico no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, extrapola, em muito, fronteiras territoriais e de pensamento. Os autores do livro residem em diferentes regiões da América Latina e com integrantes residentes na Europa também. Essa noção de espacialidade transbordante dimensiona a própria temática da publicação: a Moda em sua transdisciplinaridade inerente, sempre com um “pé” na arte, seja em aproximações ou desvios. Da mesma forma, extrapassa a subárea de conhecimento da História da Arte na diversidade de formações dos autores, oriundos de áreas como história, artes, moda, design, antropologia, filosofia, literatura, educação, comunicação, psicanálise e museologia. A multiplicidade de pesquisas relacionando moda, para além de sua perspectiva mercadológica e sistemática, evidencia o que há de comum a todas essas possibilidades – a saber – algo que sempre acompanha as relações humanas, as práticas do vestir e suas implicações. Implicações que aqui aparecem como imagem, seja na fotografia ou pintura carregadas de memórias, histórias e narrativas; na cultura material de objetos em suas relações familiares, sociais, públicas ou privadas, mas possuindo trajetórias de vida, biografias culturais até chegarem no museu; e ainda, na invisibilidade de corpos sem lugares identitários no espelho do racismo estruturado, mas que reafirmam suas ancestralidades nos entre-lugares da miscigenação e admirável hibridismo cultural. Desse modo, o livro <em>Museus portáteis e outras histórias da Arte-Moda</em> é uma publicação que legitima o Campo da Moda para além da efemeridade, mas trazendo as relações do perene, lidando com corpos que transbordam os modos de vestir e despir, sejam adornos, panos ou ferramentas que expandem os corpos. Corpos reais, em carne e osso ou em sua forma inorgânica nas pinturas e esculturas, mas aquilo que é capaz de dar forma às vestes, ao tecido. E assim, este livro que poderia então, ele próprio, constituir esse Campo da Moda, apresenta sua construção na inter e transdisciplinaridade de áreas que o abordam. Os artigos trazem questões dos corpos e práticas do vestir – a moda – não como algo da esfera do fútil, como fora outorgada tantas vezes, mas algo de fundamental para as questões de resistência, temáticas sobre o corpo feminino, violência, racismo e outros tantos corpos marginalizados. Dessa forma, as reflexões que o livro apresenta são importantes referências para a expansão do Campo como lugar de resistência e pensamento pungente: como a indagação sobre o lugar do indígena, seu povo, cultura e artefatos no museu; ou ainda, a intolerante pergunta sobre o que vestiam as vítimas de violação sexual. Essas são algumas questões relacionadas ao vestir que o Campo da Moda deve se ocupar. Este livro torna-se poética pedagógica, endereçada a pesquisadores, docentes e demais leitores. “Museus Portáteis”, pois, a roupa, entre as artes e os ofícios, é uma manifestação que se carrega, que se leva às ruas, casas portáteis que nos abrigam, contam narrativas, são matérias históricas e estéticas, e, muitas vezes, devêm objetos de museu.</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>1. Ser da Moda: entre a naturalidade do corpo e o artificialismo que o compõe</strong><br /><em>Ana Carolina Acom</em><br /><strong>2. Beleza ressignificada: novas apostas da Moda</strong><br /><em>Renata Pitombo Cidreira</em><br /><strong>3. Reflexões de um corpo na passarela: Arte, desfile, cultura e processo</strong><br /><em>Antonio Carlos Rabàdan Cimadevila</em><br /><strong>4. A memória vestida toca a pele? Notas sobre roupas e Psicanálise</strong><br /><em>Helena de Barros Soares</em><br /><strong>5. Poéticas do drapeado</strong><br /><em>Ana Hoffmann, Paola Zordan</em><br /><strong>6. O que é Moda? Cultura de Moda e a Moda enquanto campo teórico</strong><br /><em>Lívia Pinent</em><br /><strong>7. Cultura material: aplicação de metodologia para estudo de luvas</strong><br /><em>Vera Felippi</em><br /><strong>8. Do acoplamento ao pedigree: como uma joia se torna de família</strong><br /><em>Aline Lopes Rochedo</em><br /><strong>Roupa de baixo na História da Moda</strong><br /><em>Mônica Greggianin</em><br /><strong>10. <em>Cycle chic</em>: notas sobre roupas, bicicletas e cidades</strong><br /><em>Natália de Noronha Santucci</em><br /><strong>11. A roupa que nos transforma: Virgilio Calegari, Moda e gênero na Porto Alegre do início do século XX</strong><br /><em>Paulo Gabriel Alves</em><br /><strong>12. A cortesã, a donzela e a adúltera: trajes e ornamentos nas personagens femininas de <em>Memórias Póstumas de Brás Cubas</em></strong><br /><em>Bruna da Silva Nunes</em><br /><strong>13. Pioneras del diseño moderno: el género y la Bauhaus</strong><br /><em>Laura Zambrini</em><br /><strong>14. Marx, vison e joias: as invariantes éticas e estéticas de Gilda Marinho</strong><br /><em>Joana Bosak, Fernanda Marczak</em><br /><strong>15. Indumentária, Moda e tempo em um museu de História</strong><br /><em>Maria do Carmo Rainho</em><br /><strong>16. Artista-artesão: moda no batique de Yeddo Titze</strong><br /><em>Carolina Bouvie Grippa</em><br /><strong>17. Do não ao entre-lugar: a materialização curatorial</strong><br /><em>Ana Carolina Acom, Joana Bosak, Daniele Barbosa</em><br /><strong>18. Museu portátil, ou a poética da Moda encarnada</strong><br /><em>Joana Bosak</em></p> <p><strong>Sobre os organizadores</strong></p> <p><strong>Joana Bosak:</strong> <span style="font-weight: 400;">Docente no curso de bacharelado em História da Arte e líder do Grupo de Pesquisa História da Arte e Cultura de Moda, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Bacharela e mestra em História; e doutora em Literatura Comparada. Fez seu estágio doutoral na Universitat de Barcelona, na Espanha e possui pós-doutorado em História pela UFRGS. Foi professora visitante Erasmus+ na Università Ca'Foscari, em Veneza, Itália. É autora do livro “</span><strong>De Guaxos e de Sombras: um ensaio sobre a identidade do gaúcho</strong><span style="font-weight: 400;">”, de 2010. </span> </p> <p><strong>Ana Carolina Acom:</strong> <span style="font-weight: 400;">Doutora em Sociedade, Cultura e Fronteiras pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), com estágio doutoral no Laboratoire dÉtudes et de Recherches en Sociologie et en Ethnologie de Montpellier, na Université Paul-Valéry, na França. Mestra em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Licenciada e bacharela em Filosofia pela UFRGS e Especialista em Moda, Criatividade e Inovação pelo SENAC-RS. Atualmente, é colaboradora no Programa Interdepartamental de Pós-Graduação Interdisciplinar em Artes, Urbanidades e Sustentabilidade, da Universidade Federal de São João del-Rei. Pesquisa moda, cinema e outras artes desde a estética, semiótica, filosofia e história da arte.</span></p> <p><strong>Carolina Bouvie Grippa:</strong> mestra em História, Teoria e Crítica de Arte (UFRGS), bacharela em História da Arte (UFRGS) e em Moda (Universidade Feevale). Desde 2017, desenvolve pesquisa sobre tapeçaria brasileira e rio-grandense. Trabalha com curadoria e produção cultural.</p> <p><strong>Paulo Gabriel Alves</strong>: mestre em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2021). Licenciado (2017) e bacharel (2021) em História pela mesma universidade. Autor do livro Gênero, Moda e Fotografia: Retratos da Elite Porto-Alegrense (1889-1914). Atualmente é docente na rede pública de ensino do Rio Grande do Sul.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2023<br />Organizadores: Ana Carolina Acom; Carolina Bouvie Grippa; Joana Bosak; Paulo Gabriel Alves<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 197<br />ISBN: 978-65-86342-39-0</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" alt="conjunto01.png" /></p>Ana Carolina AcomCarolina Bouvie GrippaJoana BosakPaulo Gabriel Alves
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2023-03-142023-03-14O movimento Hare Krishna no Brasil
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/132
<p>Com pouco mais de 300 páginas, o livro introduz o leitor ao movimento por meio de considerações históricas e sociológicas. Em seguida, apresenta um resgate da memória dos primeiros anos do Hare Krishna no país. Esse resgate precede a uma análise da presença das mulheres na tradição e a um estudo das ações desenvolvidas pelo movimento que vão além dos “mantras e templos”, como as de caráter educativo executadas em uma ecovila situada em Caruaru (PE). Especificamente em relação à fronteira Brasil-Paraguai-Argentina – região onde está localizada a UNILA e sua Editora Universitária – a obra apresenta um capítulo que analisa a cultura de fronteira e o Hare Krishna entre Foz do Iguaçu (BR), Ciudad del Este (PY) e Puerto Iguazú (AR). Desenvolvida por Júlio da Silveira Moreira, professor da UNILA, a análise parte da tese de que o movimento possui um caráter transcultural e transnacional próprio, pois afirma valores e princípios universais como a centralidade de uma ordem cósmica regida por um deus universal, características que são estudadas, no texto, tendo como base o fluxo populacional e os trânsitos transnacionais da Tríplice Fronteira. É surpreendente, por exemplo, saber que “os primeiros devotos” a circular pela região foram os vendedores de livros sobre o Hare Krishna, chamados de <em>sankirtaneiros</em>. Vindos das cidades argentinas de Buenos Aires e Córdoba, eles seguiam para a capital paraguaia, Assunção, onde foi formado o primeiro núcleo no país vizinho, ainda nos anos 1970. Logo, a abrangência foi ampliada para Ciudad del Este, onde foi instalado um templo e um restaurante. Mais recentemente, o polo de congregação e de atividades regulares na cidade vizinha “tem se constituído historicamente por vários movimentos e deslocamentos socioculturais”, que incluem os três países. Além de possibilitar esse fluxo transfronteiriço, o Movimento Hare Krishna tem provocado ainda um fluxo transnacional, pois recebe regularmente a visita de devotos de muitos países.</p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>1. Uma introdução ao vaishnavismo: considerações históricas e sociológicas</strong><br /><em>Arilson Oliveira</em><br /><strong>2. Teología <em>gauḍīya vaiṣṇava</em>: precedentes doctrinales del movimiento Hare Krishna</strong><br /><em>Jaume Vallverdú Vallverdú</em><br /><strong>3. História e memória dos primeiros anos do movimento Hare Krishna no Brasil</strong><br /><em>Lúcio Valera</em><br /><strong>4. A ISKCON do Brasil e a prática do sankirtana</strong><br /><em>Leon Adan Gutierrez de Carvalho</em><br /><strong>5. Mulheres no movimento Hare Krishna: a tradição do vaishnavismo e a <em>práxis</em> de <em>Prabhupada</em></strong><br /><em>Gisele Pereira de Oliveira</em><br /><strong>6. O movimento Hare Krishna e o ethos Nova Era: afinidades eletivas e distanciamentos críticos</strong><br /><em>Silas Guerriero</em><br /><strong>7. Reverberações mútuas entre a contracultura e o movimento Hare Krishna</strong><br /><em>Victor Hugo Oliveira Silva</em><br /><strong>8. <em>Om Hari Om</em>: diálogos possíveis entre George Harrison e o movimento Hare Krishna</strong><br /><em>Marcelo Henrique Violin</em><br /><strong>9.<em> Hatha Yoga</em> e movimento Hare Krishna no Brasil: histórias entrecruzadas</strong><br /><em>Maria Lucia Abaurre Gnerre</em><br /><strong>10. Existe a identidade Hare Krishna? Associações identitárias e comunitárias através dos movimentos Hare Krishna</strong><br /><em>Vítor Hugo da Silva Adami</em><br /><strong>11. Processos de conversão e socialização na ISKCON</strong><br /><em>Maylle Alves Benício</em><br /><strong>12. Cultura de fronteira e movimento Hare Krishna entre Foz do Iguaçu e Ciudad del Este</strong><br /><em>Júlio da Silveira Moreira</em><br /><strong>13. Para além dos mantras e templos: ações socioeducativas da Ecovila Vraja Dhama em Caruaru/PE</strong><br /><em>Otávio Augusto C. R. dos Santos, Ivan Nicolau Corrêa</em></p> <p><strong>Sobre os organizadores</strong></p> <p><strong>Leon Adan Gutierrez de Carvalho:</strong> doutor em História pela UFPR. Membro do Laboratório de Estudos de História das Religiões (Universidade de Pernambuco), pesquisa temas como História das Religiões, História Cultural, História do Movimento Hare Krishna e Hinduísmo.</p> <p><strong>Lúcio Valera:</strong> doutor em Ciência da Religião pela Universidade Federal de Juiz de Fora (MG) e desenvolveu sua pesquisa na Jawaharlal Nehru University, em Nova Delhi (Índia). Atua em temas como Filosofia, Ética, Diálogo Inter-religioso, Religião Comparada.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2022<br />Organizadores: Leon Adan Gutierrez de Carvalho; Lúcio Valera <br />Idioma: Português/Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 322<br />ISBN: 978-65-86342-35-2</p> <p><br /><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" alt="conjunto01.png" /></p> <p> </p>Leon Adan Gutierrez de CarvalhoLúcio Valera
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2022-12-122022-12-12Tenho AIDS mas sou feliz
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/130
<p class="elementToProof">A pergunta central deste livro de pesquisa etnográfica é como é crescer vivendo e convivendo com o HIV/AIDS em São Paulo, considerando as respostas bem-sucedidas que o Brasil deu à epidemia. Os avanços terapêuticos para o controle da doença e o sucesso dos programas de cuidados médicos no país foram acompanhados por múltiplos desafios sociais, já que não se esperava que aqueles nascidos infectados chegassem à adolescência e à idade adulta. O estigma e a discriminação, o direito à educação, o poder imposto pelos cuidados médicos, o apoio às famílias versus a criação de instituições para o cuidado de crianças, a comunicação diante do diagnóstico e tratamento, e a sexualidade são alguns dos temas abordados no livro. Embora o livro esteja enquadrado na antropologia da saúde, ele é destinado a um público amplo das ciências sociais e humanas, bem como das ciências da saúde.Um dos desenvolvimentos centrais do livro baseia-se no paradoxo "doenças da pobreza-respostas privilegiadas". Com esse paradoxo, pretende-se explicar como as respostas sociais à epidemia de AIDS conseguiram transformar as condições de vida e oferecer opções de futuro para crianças e adolescentes que, de outra forma, estariam condenados a viver em círculos perpétuos de pobreza e exclusão. No entanto, são discutidos os limites e alcances das respostas sociais que enfrentam aspectos específicos da vida de alguns setores sociais e que, sem dúvida, conseguem transformações substanciais, como a garantia dos direitos à saúde, mas que são limitadas na medida em que não alteram as estruturas históricas que sustentam a desigualdade no Brasil.</p> <p class="elementToProof"><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>1. Teorias e paradoxos: as experiências de crianças e adolescentes que vivem e convivem com HIV e AIDS (CAVCHA) em São Paulo, Brasil</strong><br /><strong>2. Crescendo no mundo da AIDS: desafios metodológicos para desenhar uma etnografia das experiências infantis</strong><br /><strong>3. O Modelo Biomédico de Cuidado Pediátrico à aids (mbcpa)</strong><br /><strong>4. Cuidando das crianças doentes quando não estão doentes:</strong><br /><strong>o modelo biomédico para os cuidados domésticos cotidianos</strong><br /><strong>5. O sofrimento na infância, o estigma e a discriminação ligados ao HIV e à AIDS:</strong><br /><strong>de crianças carentes a agressores ameaçantes</strong><br /><strong>6. As vantagens sociais de se ter AIDS no Brasil: as oportunidades e a realidade do eu em desenvolvimento</strong><br /><strong>7. O Movimento Social Brasileiro da AIDS (MSBA): os sujeitos e a História contra o neoliberalismo global na saúde</strong></p> <p class="elementToProof"><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>César Ernesto Abadía-Barrero: </strong>professor na University of Connecticut na intersecção de Antropologia e Direitos Humanos, com formação em Odontologia pela Universidad Nacional de Colombia e doutorado em Antropologia Médica pela Harvard University. Seu trabalho foca na relação entre capitalismo, saúde como direito humano e comunidades de cuidado, utilizando métodos de pesquisa participativa e colaborativa. Abadía-Barrero tem conduzido pesquisas no Brasil, Colômbia e Estados Unidos, abordando políticas de saúde, judicialização dos direitos humanos e movimentos sociais. É autor de várias publicações, incluindo "I Have AIDS but I am Happy" sobre subjetividades infantis e AIDS no Brasil e "Health in Ruins: The Capitalist Destruction of Medical Care". Atualmente, seu trabalho na Colômbia investiga propostas descoloniais em saúde e bem-estar, focando em conceitos como Buen Vivir e curas coletivas. Ele dirige a Iniciativa Buen Vivir and Collective Healings na University of Connecticut, explorando também a desregulamentação dos corpos infantis sob o capitalismo.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2022<br />Autores: César Ernesto Abadía-Barrero<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 415<br />ISBN: 978-65-86342-23-9<br />Preço: R$ 60,00</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" alt="conjunto01.png" /></p>Cesar Ernesto Abadía-Barrero
Copyright (c) 2022 Editora Universitária da UNILA
https://creativecommons.org/licenses/by/4.0
2022-11-172022-11-17Nós xs índixs
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/123
<p><strong>Nós xs Índixs</strong> é uma coletânea de escritos de diferentes épocas e de diversos gêneros (cartas, artigos, entrevistas, textos literários, depoimentos) que permitem reconstruir a rica trajetória do militante de origem peruana. Esta é a primeira tradução ao português da obra, feita a partir de versões revisadas e ampliadas. A tradução foi realizada de modo colaborativo pelo projeto de extensão Laboratório de Tradução da UNILA, e contou com a participação de uma equipe interdisciplinar conformada por estudantes e docentes de diversas localidades do Brasil e da América-Hispânica. </p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>1. Correspondência com José María Arguedas</strong><br /><strong>2. A primeira reforma agrária do Peru</strong><br /><strong>3. Carta aberta de Hugo Blanco a Mario Vargas Llosa, Prêmio Nobel de Literatura 2010</strong><br /><strong>4. Eu vi sangue em Pucallpa e Bagua</strong><br /><strong>5. Reflexões de um filho da Pachamama (Mãe Terra)</strong><br /><strong>6. Discriminação racial</strong><br /><strong>7. <em>Kokamama</em> (Mãe Coca)</strong><br /><strong>8. Minhas recentes lutas andinas</strong><br /><strong>9. Movimento indígena: sua luta atual, suas características, sua relação com outras lutas e o restante da sociedade</strong><br /><strong>10. A espécie humana está ameaçada de extinção</strong><br /><strong>11. Eleições</strong><br /><strong>12. Lutas Indígenas no Brasil</strong><br /><strong>13. A luta é internacional</strong><br /><strong>14. Meus mestres na luta</strong><br /><strong>15. Comentários das companheiras e dos companheiros do caminho</strong><br /><strong>16. As dez vidas de Hugo Blanco</strong><br /><strong>17. A humanidade deve destronar as transnacionais para assumir o controle sobre si mesma</strong></p> <p><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>Ángel Hugo Blanco Galdos:</strong> dirigente social e camponês e defensor da Pachamama, Mãe Terra, cuja trajetória de militância vai da década de 1950 até os dias de hoje. Teve um papel destacado na luta que levou à realização da primeira reforma agrária no Peru. Contudo, a sua atividade transcende os limites nacionais, tendo atuado também em lugares como o Chile, a Argentina, a Suécia e o México. Como o autor mesmo diz, se ele começou lutando pela terra e a igualdade social no Peru, com os anos a sua luta passou a ser pela Terra e pela sobrevivência da humanidade. <strong> </strong></p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2022<br />Autores: Hugo Blanco Galdos<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 487<br />ISBN: 978-65-86342-29-1<br />Preço: R$ 60,00</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" alt="conjunto01.png" /></p>Hugo Blanco Galdos
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2022-11-172022-11-17Manual del usuario programa SAP2000
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/121
<p><span class="fontstyle0">El presente manual tiene por objetivo servir de apoyo a los estudiantes de ingeniería para conocer más a fondo la teoría del software SAP2000, del cual se ha obtenido la información traducida al español, con ejemplos prácticos aportados por el autor.</span></p> <p><strong><span class="fontstyle0">Sobre a autora</span></strong></p> <p><strong>Scarlete Montilla: </strong>f<span style="font-weight: 400;">ormada em engenharia civil, sendo magister da universidade dos andes, na Venezuela. No momento presente está para doutorar-se na Universidade Chongqing, na China, exercendo profissionalmente com análise e cálculo de estruturas de concreto, aço, madeira e bambu, com considerações sísmicas. Como docente ensinou em universidades de Espanha, China, Venezuela,Paraguai e Brasil incluindo a UNILA. É integrante do Centro Nacional de Cálculo Científico da Universidade dos Andes, CECALCULA (2009-2011) do centro de pesquisa de matemática Aplicada - CIMA (2008-2016) e do centro vivenda CIVHA (2011-2016), na Venezuela. É avaliadora da Revista International Journal of Mechanical Sciences e desenvolveu programas de mecânica computacional no patentados junto com grupos de pesquisa.</span></p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2022<br />Autora: Scarlet Karina Montilla Barrios<br />Idioma: Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 118<br />ISBN:978-65-86342-36-9</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" alt="araucaria" /></strong></p>Scarlet Karina Montilla Barrios
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2022-08-052022-08-05Guía práctica de uso: Abaqus CAE
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/79
<p>Este manual permite al usuario conocer un poco más el programa y realizar algunos ejercicios propuestos. Los ejercicios son propuestos por el autor y la teoría se extrajo del manual del usuario de Abaqus CAE.</p> <p><strong>Sobre a autora</strong></p> <p><strong>Scarlete Montilla: </strong>formada em engenharia civil, sendo magister da universidade dos andes, na Venezuela. No momento presente está para doutorar-se na Universidade Chongqing, na China, exercendo profissionalmente com análise e cálculo de estruturas de concreto, aço, madeira e bambu, com considerações sísmicas. Como docente ensinou em universidades de Espanha, China, Venezuela,Paraguai e Brasil incluindo a UNILA. É integrante do Centro Nacional de Cálculo Científico da Universidade dos Andes, CECALCULA (2009-2011) do centro de pesquisa de matemática Aplicada - CIMA (2008-2016) e do centro vivenda CIVHA (2011-2016), na Venezuela. É avaliadora da Revista International Journal of Mechanical Sciences e desenvolveu programas de mecânica computacional no patentados junto com grupos de pesquisa.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2022<br />Autora: Scarlet Karina Montilla Barrios<br />Idioma: Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 80<br />ISBN: 978-65-86342-34-5</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" alt="araucaria" /></strong></p>Scarlet Karina Montilla Barrios
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2022-06-012022-06-01Química geral no laboratório
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/73
<p>Os manuais são destinados a estudantes universitários como material complementar para o ensino e aprendizado. As práticas descritas neste material didático foram selecionadas para aprofundar o conhecimento de química geral – tais como o estudo de reações químicas, preparo de soluções, cálculos estequiométricos, padronização de soluções, equilíbrio químico e iônico, termoquímica, cinética e eletroquímica – e desenvolver habilidades inerentes ao laboratório de química.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2022<br />Organizadoras: Marcela Boroski<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 97<br />ISBN: 978-65-86342-30-7</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" alt="araucaria" /></strong></p>Marcela Boroski
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2022-06-012022-06-01Química analítica no laboratório
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/67
<p>Os manuais são destinados a estudantes universitários como material complementar para o ensino e aprendizado. As práticas descritas neste manual foram selecionadas para aprofundar o conhecimento de química a estudantes da disciplina de química analítica experimental.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2022<br />Autora: Marcela Boroski<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 97<br />ISBN: 978-65-86342-31-4</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" alt="araucaria" /></p>Marcela Boroski
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2022-06-012022-06-01Cônicas: uma abordagem pedagógica com história da matemática
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/82
<p>Este manual tem a finalidade didática de apresentar atividades práticas de conteúdos de cônicas, com uma abordagem pedagógica que utiliza a História da Matemática. As atividades aqui expostas dirigem-se para salas de aula do ensino médio ou para formação de professores de Matemática. As práticas apresentadas neste manual didático são fruto de atividades desenvolvidas e utilizadas pelas autoras em ambiente de aprendizagem do ensino médio e do ensino superior.</p> <p><strong>Sobre as autoras</strong></p> <p><strong>Arlete de Jesus Brito: l</strong><span style="font-weight: 400;">icenciada em Matemática, mestrado e doutorado em Educação pela UNICAMP, com pós-doc na Universidade Bielefeld, na Alemanha. Atualmente é professora da UNESP. Tem experiência na área da educação de matemática, trabalhando principalmente nos seguintes temas: história da educação matemática e formação docente. É autora do livro História da Matemática em atividades didáticas com Antonio Miguel e Dione Lucchesi.</span></p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2022<br />Autoras: Elmha Coelho M. Moura; Arlete de Jesus Brito<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 54<br />ISBN: 978-65-86342-28-4</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" alt="araucaria" /></strong></p>Elmha Coelho M. MouraArlete de Jesus Brito
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2022-06-012022-06-01Manual didático para a execução do ensaio Índice de Suporte Califórnia (ISC)
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/76
<p>Os manuais são destinados a estudantes universitários como material complementar para o ensino e aprendizado. Este manual pretende apresentar uma introdução sobre o ensaio do ISC de maneira sucinta, clara e de fácil compressão para um aluno que esteja começando os ensaios experimentais.</p> <p><strong>Sobre a autora</strong></p> <p><strong>Sara Ochoa Averos: </strong>f<span style="font-weight: 400;">ormou-se como engenheira civil de infraestrutura e magister em engenharia civil na UNILA. Na sua pesquisa de mestrado ela avaliou as condições funcionais dos pavimentos em estradas urbanas usando um smartphone. Publicou vários artigos em revistas especializadas em português, espanhol e inglês. Na atualidade trabalha como analista de infraestrutura rodoviária no governo provincial de Napo, no Equador.</span></p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2022<br />Autores: Julio Bizarreta Ortega, Sara Ochoa Averos<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 30<br />ISBN: 978-65-86342-27-7</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" alt="araucaria" /></p>Julio Bizarreta OrtegaSara Ochoa Averos
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2022-06-012022-06-01Manual de prácticas de laboratorio de mecánica de suelos I
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/85
<p>Os manuais são destinados a estudantes universitários como material complementar para o ensino e aprendizado.</p> <p><strong>Sobre os autores</strong></p> <p><strong>Juan Pablo Rubio Romero: </strong>engenheiro civil de infraestrutura formado pela UNILA, com experiência em pesquisa científica e voluntariado. Autor de "Manual de Práticas de Mecânica de Solos I", em processo de publicação. Participou de projetos como a avaliação de indicadores urbanos em pavimentos flexíveis e o melhoramento de solos argilosos para construção de pavimentos. Possui habilidades linguísticas em português, francês e chinês, com inglês intermediário. Seu conhecimento técnico abrange cursos na área de Engenharia Civil e proficiência em softwares como AutoCAD, Civil 3D, Sketchup, Solidworks, Ansys Workbench, Epanet 2.0, QGIS e HEC-RAS.</p> <p><strong>Noé Villegas Flores</strong>: é engenheiro civil, formado pelo Instituto Tecnológico de Durango (México) com ênfase em estruturas. Obteve o grau de Mestre em Ciências pela mesma instituição com o estudo de sistemas construtivos do Caminho Real de Tierra Adentro. Da mesma forma, obteve um doutorado em engenharia de construção pela Escola Superior de Estradas, Canais e Portos da Universidade Politécnica da Catalunha, na cidade de Barcelona (Espanha). Atualmente atua como professor da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila-Brasil) em temas de avaliação de estradas e gestão de obras. As linhas de pesquisa do professor são orientadas para a avaliação, inspeção e diagnóstico de indicadores urbanos, bem como a avaliação de patologias no patrimônio histórico. </p> <p><strong>Carlson Felipe do Nascimento Niculau: </strong>graduando em Engenharia Civil de Infraestrutura na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), com experiência anterior em técnico em Edificações pelo Instituto Federal de Sergipe. Atua como monitor na UNILA, com foco em Tecnologia do Concreto, e já participou de projetos de extensão relacionados a práticas de ensino técnico e pesquisa em concretos especiais. Participou ativamente de congressos na área, destacando-se na análise da interação de materiais cimentícios com aditivos superplastificantes. Seu histórico inclui também experiência como laboratorista em projetos de infraestrutura e estágio em construção civil, com ênfase no controle de qualidade do concreto. Fluente em português e com bons conhecimentos em inglês e espanhol, tem colaborado em projetos voltados para a segurança de barragens como voluntário no Centro de Estudos Avançados em Segurança de Barragens.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2022<br />Autores: Juan Pablo RubioRomero; Carlson Felipe do Nascimento Niculau; Noé Villegas Flores<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 129<br />ISBN: 978-65-86342-37-6</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" alt="araucaria" /></p>Juan Pablo Rubio RomeroCarlson Felipe do Nascimento NiculauNoé Villegas Flores
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2022-06-012022-06-01Historias del Centro de Investigaciones Ecológicas Subtropicales (CIES)
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/1
<p>Esta Estación Biológica dependiente de la Administración de Parques Nacionales (Argentina), está ubicada en el Parque Nacional Iguazú, provincia de Misiones, corazón del último gran remanente del bosque atlántico. Los organizadores pensaron esta obra para valorar el trabajo de cientos de personas que han pasado por su laboratorio y por las habitaciones de la primera Estación Biológica del sistema de Parques Nacionales de ese país. Los autores de los relatos son biólogos, naturalistas e investigadores, que nos cuentan de manera coloquial algunas de sus experiencias en este lugar tan singular, cargado de misticismo verde. Comienza con una recopilación de los datos de las estaciones biológicas de campo actuales en Argentina, una valoración del CIES por su rol como impulsor de la investigación y el conocimiento para la conservación y una retrospectiva histórica de esta Estación Biológica. Siguen 12 relatos de distintos autores, protagonistas de historias que se desarrollaron en torno al CIES. Todos estos capítulos poseen un listado bibliográfico producto de cada proyecto y 31 fotografías que ilustran elementos, momentos y personas mencionadas en el texto. Finalmente, como un testimonio del aporte de este Centro a la Biología, se enumeran las especies nuevas para la ciencia y para Argentina con material o registros del PN Iguazú, todas con sus correspondientes citas bibliográficas. </p> <p><strong>Sobre os organizadores</strong></p> <p><strong>Andrés Bosso:</strong> naturalista y conservacionista. En la actualidad coordina el Programa NEA de Aves Argentinas, entidad de la que fue Director Ejecutivo durante una década. Asimismo, fue Director Regional NEA de la Administración de Parques Nacionales, entre los años 2012 y 2019, agencia de gobierno estatal de la que depende la estación biológica CIES. Escribe desde adolescente sobre biodiversidad y conservación y ha sido editor de revistas especializadas. Por su aporte a la conservación y defensa de las aves silvestres ha sido designado Miembro de Honor de BirdLife International. Vive en la ciudad de Corrientes.</p> <p><strong>Guillermo Eduardo Gil:</strong> licenciado en Ciências Biológicas, Maestro en Recursos Bióticos y Doctor en Ecología. Trabaja en la Administración de Parques Nacionales, donde comenzó como estudiante en la Dirección de Conservación y Manejo, luego ya licenciado en la Delegación Regional NOA y finalmente, hasta la fecha en la Dirección Regional NEA. Del 2013 al 2019 fue Coordinador del CIES. Además, es Coordinador Áreas Naturales del Proyecto Bosque Atlántico de Aves Argentinas. Participó en dictado de cursos universitarios y direcciones de tesinas. Publicó numerosos artículos científicos, capítulos de libros y notas de difusión, sobre aves, mamíferos y áreas naturales protegidas.</p> <h3><strong>Dados da obra</strong></h3> <p class=" ">Ano de publicação: 2021<br />Organizadores: Andrés Bosso e Guillermo Eduardo Gil<br />Idioma: Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 213<br />ISBN: 978-65-86342-21-5 (PDF), 978-65-86342-22-2 (ePUB)</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></p>Andrés J. BossoGuillermo E. Gil
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2021-10-102021-10-10O Movimento Indígena no Brasil
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/31
<p>O livro <em>O Movimento Indígena no Brasil: da Tutela ao Protagonismo (1974-1988)</em><em>,</em> organizado pelos pesquisadores da temática indígena Dr. Clovis Antonio Brighenti, professor de História na UNILA, e Egon Dionisio Heck, mestre em Ciências Políticas pela Unicamp e membro do Cimi, é uma coletânea de 13 artigos distribuídos em três partes. Conta também com um prefácio organizado pelo antropólogo João Pacheco de Oliveira, professor titular do Museu Nacional (UFRJ). A obra ocupa importante espaço em uma lacuna temporal na historiografia indigenista brasileira entre o início dos anos 1970 até o advento da Constituição Federal de 1988. É um período crucial da história indígena no Brasil, quando estes estavam sendo violentamente exterminados tanto na dimensão física, pela “modernização” do Brasil nos governos militares, como na dimensão cultural, pelo projeto de lei da integração indígena à comunhão nacional. Este livro analisa como os indígenas no Brasil superaram as noções de tutela estatal e integração e abriram caminho para o reconhecimento da organização social, línguas, costumes, crenças e tradições. A primeira parte é dedicada ao movimento indígena, às assembleias e organizações que ocorreram, e conta com um artigo escrito por Nailton do Povo Pataxó da Bahia, protagonista desse processo. A parte dois é dedicada a conhecer alguns cenários das ações e mobilizações indígenas, em especial pela conquista das terras. O capítulo três é dedicado a analisar as ações do Estado e as mobilizações contra a integração e pela mudança do marco legal na Constituição Federal de 1988. Esse processo não alterou apenas a correlação de indígenas com o Estado brasileiro, mas também provocou mudanças profundas nas lutas sociais e na perspectiva do Brasil em se reconhecer com um pais multicultural, avançando, quem sabe, para a interculturalidade.</p> <p><strong>Capitulos</strong></p> <p><strong>Nas assembleias, os povos indígenas se afirmam: narrativas e testemunho de Egydio Schwade</strong><br /><em>Egydio Schwade</em><br /><strong>As assembleias de líderes indígenas no Brasil (1974-1984)</strong><br /><em>Marlene Castro Ossami de Moura</em><br /><strong>Relatando utopias: o movimento indígena no Brasil narrado pelos protagonistas</strong><br /><em>Nailton Pataxó</em><br /><strong>Assassinados por defender os povos indígenas</strong><br /><em>Osmarina de Oliveira, Egon Dionisio Heck</em><br /><strong>Documentos e memória: Fragmentos dos documentos finais de algumas das primeiras assembleias indígenas e outras manifestações</strong><br /><em>Clovis Antonio Brighenti, Egon Dionisio Heck</em> <br /><strong>“De rio a rio”: a luta pela terra em Raposa Serra do Sol</strong><br /><em>Ventura Fernández</em><br /><strong>Rebelião indígena no sul do brasil contra os arrendamentos</strong><br /><em>Clovis Antonio Brighenti</em><br /><strong>A expulsão e o caminho da volta dos kaiowá do Tekoha Rancho Jacaré e Guaimbé</strong><br /><em>Meire Adriana da Silva</em><br /><strong>Indígenas e missionários nas retomadas das terras bororo e xavante (1960 a 1980)</strong><br /><em>Mario Bordignon</em><br /><strong>A nova fase do indigenismo brasileiro na demarcação da ti toldo chimbangue</strong><br /><em>Clovis Antonio Brighenti</em><br /><strong>Repressão e tutela nas políticas indigenistas da ditadura militar: o indígena é o inimigo</strong><br /><em>Egon Dionisio Heck</em><br /><strong>“Nem tudo eram flores”: os indígenas, a ditadura e o decreto de emancipação de 1978</strong><br /><em>Poliene Soares dos Santos Bicalho</em> <br /><strong>Os povos indígenas e a assembleia nacional constituinte</strong><br /><em>Rosane Freire Lacerda, Saulo Ferreira Feitosa</em></p> <p><strong>Sobre os autores</strong></p> <p><strong>Clovís Antonio Brighenti: </strong>professor de História das Sociedades Indígenas na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) e coordenador do Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIS) da instituição. Com graduação em História, mestrado em Integração da América Latina e doutorado em História Cultural, Brighenti é um pesquisador especializado nas comunidades indígenas Guarani e Xokleng Laklãno. Ele é autor de obras como "Estrangeiros na Própria Terra: Presença Guarani e Estados Nacional", que aborda questões fundiárias e políticas indigenistas. Seus livros são reconhecidos pela comunidade acadêmica e contribuem para os estudos indígenas na América Latina. Brighenti é convidado para palestras e participa de eventos científicos, consolidando sua posição como autoridade no campo da história indígena.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2021<br />Organizadores: Clovis Antonio Brighenti e Egon Dionisio Heck<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 266<br />ISBN: 978-65-86342-26-2</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></p>Clovis Antonio BrighentiEgon Dionisio Heck
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2021-09-242021-09-24Stronismo
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/40
<p>Este libro es una muestra de dicha renovación del campo de las ciencias sociales y humanas y, específicamente, de las miradas audaces e innovadoras de generaciones que, sin ser testigos directos del stronismo investigan, desde posicionamientos políticos críticos y con nuevo arsenal teórico y empírico, un sistema autoritario y represivo que gozó de altos niveles de legitimidad social. Tal vez, pueda afirmarse, que la experiencia política fallida de Fernando Lugo y la escenificación de un neogolpismo hayan marcado el deseo de éstas y estos jóvenes por hurgar en un pasado que estaba lejos de haber transcurrido. Se ha dicho muchas veces que Paraguay es uno de los países menos estudiados. Sin embargo, este libro, como otros tantos indicios de las últimas décadas, nos obligan a preguntarnos si esa afirmación es capaz de seguir describiendo una realidad que, por lo menos en términos de producción intelectual, ha comenzado a modificarse. Estos nuevos aires, que exhiben renovadas reflexiones sobre este país, probablemente se deban a distintos motivos. Entre ellos, la inauguración y el proceso de afianzamiento de las libertades políticas en Paraguay y en el Cono Sur, tras la finalización de las dictaduras, tanto como la extensión del sistema científico de investigación y de postgrado en la región. En tal sentido, es acertado decir que de la democratización de la sociedad participa también la democratización de las ciencias, en sus contenidos, metodologías, fuentes, procesos de escritura y reclutamientos profesionales. </p> <p><strong>Capítulos</strong></p> <p><strong>Una interpretación de la historia política contemporánea del Paraguay a partir de la lectura de los golpes de Estado (1947-2012)</strong><br /><em>Julien Demelenne</em><br /><strong>Entre gritos del presente y ecos del pasado stronista: apuntes sobre la lucha estudiantil en la Universidad Nacional de Asunción</strong><br /><em>Montserrat Fois</em><br /><strong>Putos y dictaduras: fichas prontuariales y teatro</strong><br /><em>Rocco Carbone y Joel Cuenca</em><br /><strong>Burguesía agropecuaria y transformación económica durante el stronismo (1963-1989)</strong><br /><em>Mónica Nikolajczuk</em><br /><strong>Stronismo y sindicatos: auge y declive de un modelo corporativista</strong><br /><em>Ignacio González Bozzolasco</em><br /><strong>Feriados para narrar-integrar la nación. Paraguay, 1954-1989</strong><br /><em>Roberto Céspedes</em><br /><strong>Cultura y Stronismo: memorias de la dictadura en una década del audiovisual paraguayo (2006-2016)</strong><br /><em>María E. Zaracho Robertti</em><br /><strong>Impresiones del discurso nacionalista paraguayo: variaciones y persistencias en la escuela democrática</strong><br /><em>Carolina Alegre Benítez</em><br /><strong>Entre el Exilio Dorado y la Guerra Fría Cultural: la producción cultural de los intelectuales colorados de derecha durante el stronismo</strong><br /><em>Marcela Cristina Quinteros</em><br /><strong>Memórias de luta contra o stronismo: um estudo sobre a emergência das organizações de direitos humanos no Paraguai</strong><br /><em>Tamy Amorim da Silva</em></p> <p><strong>Sobre os organizadores</strong></p> <p><strong>Lorena Soler</strong>: licenciada en Sociología, Magíster en Investigación en Ciencias Sociales y Doctora en Ciencias Sociales por la Universidad de Buenos Aires. Investigadora por el Consejo Na-cional de Ciencia y Técnica (CONICET) con sede en el IEALC. Profesora de Sociología, Facultad de Ciencias Sociales, UBA.</p> <p><strong>Paulo Renato da Silva: </strong>historiador com sólida formação acadêmica pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), onde obteve Bacharelado e Licenciatura em História, Mestrado e Doutorado na mesma área. Ingressou na Universidade Federal do Tocantins (UFT) como professor entre 2008 e 2010, antes de se tornar professor na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) em 2010, onde atua em diversos programas, incluindo o Bacharelado e a Licenciatura em História, bem como nos programas de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos e História. Seu pós-doutorado realizado na Universidade de Évora, Portugal, contribuiu para sua pesquisa sobre temas como stronismo, peronismo e as relações entre Paraguai, Brasil e Argentina.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p class=" ">Ano de publicação: 2021<br />Organizadores: Lorena Soler e Paulo Renato da Silva<br />Idioma: Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 213<br />ISBN: 978-65-86342-21-5 (PDF), 978-65-86342-22-2 (ePUB)</p> <p class=" "><strong>Apoio</strong></p> <p class=" "><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></p>Lorena SolerPaulo Renato da Silva
Copyright (c) 2021 Editora Universitária da UNILA
https://creativecommons.org/licenses/by/4.0
2021-09-022021-09-02Fracking
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/49
<p>El libro aborda el controvertido tema de la producción de petróleo y gas por medio de la fracturación hidráulica (<em>Fracking</em>), criticado por un sector por sus afectaciones al medio ambiente y alabado por otros por ser una alternativa a la escasez de material fósil para la producción de combustibles. La compleja y escabrosa tarea de presentar la tecnología sin tomar partido es acometida por los autores en 7 capítulos. Los dos primeros tratan los aspectos históricos del <em>Fracking</em> y sus aspectos tecnológicos esenciales. Los capítulos tres y cuatro permiten dar una mirada a los aspectos económicos de la tecnología, comenzando por el boom y comentando lo relativo a su costo y rentabilidad. El capítulo cinco es de especial interés pues se refiere a las experiencias en tres países productores de petróleo de América Latina: México, Argentina y Brasil. Los capítulos seis y siete se centran en los aspectos ambientales y finalmente se hace un balance de los pros y los contras de la tecnología. Como toda cuestión de rápida evolución y considerando los tiempos en los que se edita y publica un material, es evidente que el enfoque de los autores no considere aspectos de la siempre cambiante realidad en el mundo del petróleo. También es posible discrepar de algunos puntos de vista, pero lo que sí es innegable que se presenta un material que no se puede desconocer.</p> <p><strong>Sobre os autores</strong></p> <p><strong>Amado Enrique Navarro Frómeta: </strong>professor de tempo integral na <em>Universidad Tecnológica de Izúcar de Matamoros</em>, Puebla, México. Doutor em Ciências Químicas, especializado em Química do Petróleo e Síntese Petroquímica. Sua formação inicial ocorreu na Faculdade de Química da <em>Universidad de la Habana</em>, onde se graduou em 1971. Sua carreira de pesquisa tem raízes em Cuba e se estendeu através de Azerbaijão e México, estabelecendo colaborações com pesquisadores de Espanha, Colômbia e Índia. Integra o Cuerpo Académico de Tecnología de Alimentos da instituição, focado na interseção entre química analítica, estatística, e os impactos ambientais da síntese química.</p> <p><strong>Walfrido Alonso Pippo: </strong>graduado em Engenharia Eletromecânica pela Escola Superior de Engenharia Voronov em Penza, Rússia, e doutorado em Ciências Técnicas pela Comissão Nacional de Graus Científicos da República de Cuba. Realizou múltiplos pós-doutorados, incluindo períodos no Abdus Salam International Center for Theoretical Physics na Itália e no Grupo Combustíveis Alternativos da UNICAMP no Brasil, desenvolvendo projetos em energias renováveis e eficiência energética. Sua expertise cobre áreas como biomassa, energia solar fotovoltaica e sustentabilidade dos biocombustíveis. Atuou como professor adjunto na UNILA e como pesquisador visitante em várias instituições internacionais, contribuindo com mais de 45 publicações e participando de importantes projetos de pesquisa desde 1997 em Cuba, Itália e Brasil.</p> <p class=" "><strong>Dados da obra</strong></p> <p class=" ">Ano de publicação: 2021<br />Autores: Walfrido Alonso Pippo e Amado Enrique N. Frómeta<br />Idioma: Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 69<br />ISBN: 978-65-86342-15-4</p> <p class=" "><strong>Apoio</strong></p> <p class=" "><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></strong></p>Walfrido Alonso PippoAmado Enrique N. Frómeta
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2021-07-152021-07-15O escritor corporal
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/94
<p>Giovanni Ricciardi (1937-2023), crítico literário italiano, tem um denso e vasto trabalho sobre literatura brasileira. Diferentemente de outros críticos e críticas, Ricciardi não circunscrevia sua crítica a autores e autoras canônicos tampouco oriundos das regiões centrais do país. Neste livro, o título está relacionado ao tipo de pesquisa que o autor vinha desenvolvendo há alguns anos com escritores e escritoras brasileiros. Segundo conta Ricciardi, a expressão “escritor corporal” foi inspirada por Gabriel Nascente, durante uma entrevista. “Gostei da expressão convívio corporal [usada por Nascente], dessa osmose entre o corpo e a fantasia, entre o sentimento e a palavra e passei a definir ‘escritor corporal’ o meu trabalho e a minha metodologia, que para melhor entender a literatura conclamam a biografia e a capacidade criadora”, escreve. Nas pouco mais de 260 páginas, o livro também traz pensamentos, artigos, prefácios e relações de congressos, “fruto de longos anos de experiências e de trabalho”. É um livro de crítica literária, nele há tentativa de unificar a multiplicidade das respostas e das experiências de cada escritor e escritora numa proposta metodológica coerente e inovadora.</p> <h3><strong>Sobre o autor</strong></h3> <p><strong>Giovanni Ricciardi:</strong> aluno de Murilo Mendes e de Luciana Stegagno Picchio na Universidade de Roma, bolsista do Istituto di Sociologia da mesma Universidade, do Instituto de Alta Cultura e da Fundação Gulbenkian de Lisboa, já professor nas Universidades de Bari e de Nápoles-L’Orientale, recebeu, em 1998, o prêmio APCA; em 2007, a Medalha da ABL e, em 2017, o Diploma de Honra ao Mérito da Academia Catarinense de Letras.<br />Entre seus livros: <em>Sociologia da literatura; Lineamenti di una sociologia della produzione artistica e letteraria; Avanguardia e stabilizzazione della coscienza creatrice; Auto-retratos; Soerio Pereira Gomes: uma biografia literária; Acquerello del Brasile; Antologia della letteratura portoghese (org. com Roberto Barchiesi); Scrittori brasiliani; Biografia e criação literária (entrevistas aos escritores brasileiros) em 7 volumes; Utopia, resistência, perda do centro; A literatura brasileira de 1960 a 1990.</em></p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2021<br />Autor: Giovanni Ricciardi<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 266<br />ISBN: 978-65-86342-03-1<br />Preço: R$ 40,00</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></strong></p>Giovanni Ricciardi
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2021-06-212021-06-21Arara Rara
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/97
<p>O livro <em>ARARA ЯAЯA – Antologia de palíndromos / Ensaio sobre a palindromia</em>, de Fábio Aristimunho Vargas, é uma <strong>obra bifronte</strong>, com duas capas: de um lado, uma reunião de autores de palíndromos; do outro, um estudo sobre essa arte tão pouco (re)conhecida. Palíndromos são palavras e frases que permanecem iguais quando lidas de trás para frente, tal como AIA, OSSO, ESMAGAM-SE e OTO COME MOCOTÓ. A forma dupla do livro representa, assim, a própria temática de que trata a obra, podendo ser lido dos dois lados. Conceito que, em 2022, levou a obra a obter a segunda colocação no 8º Prêmio da Associação Brasileira das Editoras Universitária (ABEU), na categoria Projeto Gráfico. Luis Fernando Verissimo assina a orelha da <em>Antologia de palíndromos</em>, que congrega palindromistas “estritos” e palindromistas “incidentais” de todo o país. Entre eles, há artistas das artes plásticas, das artes visuais, da literatura, da música e dos quadrinhos, que empregam o palíndromo como recurso expressivo em sua respectiva área. Arnaldo Antunes, Barão de Itararé, Chico Buarque, Gregorio Duvivier, Laerte, Millôr Fernandes, Ota e Paulo Henriques Britto são alguns dos nomes que podem ser encontrados entre os 49 – ou, palindromicamente, “7 x 7” – autores que integram a Antologia. Já o <em>Ensaio sobre a palindromia</em> é um texto mais denso, em tom lúdico-acadêmico, sobre as origens do palíndromo na Antiguidade, sua história, a confluência com a literatura, os palíndromos numéricos ou capicuas, entre outras abordagens. Esse estudo mostra que Sótades de Maroneia, Virgílio, Quintiliano, Joan Timoneda, William Camden, Ben Jonson, Velimir Khlébnikov, James Joyce, Louise de Vilmorin, Julio Cortázar, Georges Perec e Primo Levi são alguns dos escritores que se dedicaram ao palíndromo. O autor escondeu palíndromos, ou criptopalíndromos, por todo o texto do Ensaio, que podem ser “caçados” pelo leitor, entre outras atividades lúdicas na forma de desafios. A orelha de apresentação desse lado do livro (<em>ah, ler orelha!</em>) é de Pere Ruiz, presidente do Club Palindromista Internacional, sediado em Barcelona. Em uma ASA, a fluidez da literatura, a leveza e a síntese próprias de uma antologia; na outra ASA, o peso da linguagem acadêmica, a densidade da investigação exaustiva. Pode-se dizer, por tudo isso, que <em>ARARA ЯAЯA – Antologia de palíndromos / Ensaio sobre a palindromia</em> é uma das obras mais completas e abrangentes já empreendidas sobre palíndromos em qualquer idioma. Se você gosta de palíndromos ou tem planos de colocá-los em seu RADAR, esta ARARA é uma oportunidade para preparar suas plumas antes de remontar voos mais altos. O OVO À ASA, A ASA AO VOO. Boa leitura – e boa releitura!</p> <p><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>Fábio Aristimunho Vargas</strong>: tradutor, professor, escritor, advogado. Doutor em Integração da América Latina, mestre em Direito Internacional e bacharel em Direito pela USP. Especialista em Direito Internacional Privado pela Universidad de Salamanca, em estudos bascos pela Universidad del Pais Vasco (com bolsa da Fundación Asmoz de Eusko Ikaskuntza) e em Literatura Latino-Americana pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Professor de Direito Internacional Público, Ciência Política e Direitos Humanos, em cursos de Direito e Relações Internacionais, e de Gramática em cursos pré-vestibulares.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2021<br />Autor/organizador: Fábio Aristimunho Vargas<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª</p> <p class=" ">Antologia de palíndromos:<br />Número de páginas: 104<br />ISBN: 978-65-86342-00-0</p> <p class=" ">Ensaio sobre a palindromia:<br />Número de páginas: 266<br />ISBN: 978-65-86342-01-7</p> <p class=" ">Preço (livro duplo): R$ 100,00</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" alt="conjunto01.png" /></p>Fábio Aristimunho Vargas
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2021-06-112021-06-11Revolução e paraíso
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/118
<p>Os sentidos conferidos ao conceito de Libertação expressaram significados políticos, sociais e religiosos na América Latina, sobretudo entre os anos 1960 e 70, e fomentaram um amplo debate sobre o papel da Igreja Católica no contexto pós-Concílio Vaticano II, marcado por discussões acerca da pobreza e da Dependência. A circulação e apropriação transnacional dessas ideias, no âmbito das Conferências Episcopais de Medellín (1968) e Puebla (1979), analisadas e comparadas nessa obra, assim como os documentos que discutiram a "Questão Social" desde o final do século XIX, mobilizaram três acepções conceituais sobre a Libertação no período: Espiritual, Dialética e Marxista. Estas definições, matizadas entre a Revolução e o Paraíso, centradas na afirmação de uma identidade latino-americana e referendadas na teologia e nas práticas da Igreja, constituíram releituras do passado, críticas sobre o presente e prenúncios de futuro.</p> <p><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>Alexandre Queiroz</strong>: doutorando em História Social na Universidade de São Paulo (USP), com pesquisa sobre a trajetória política da Comissão Interamericana de Direitos Humanos. Realizou estudos na American University e na Universidade de Buenos Aires, focando em Direitos Humanos e Igreja Católica na América Latina. Mestre pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), explorou as ideias de libertação na Igreja Latino-Americana entre 1968 e 1979. Autor do livro "Revolução e Paraíso: Conflito de Ideias na Igreja Latino-Americana (1968 - 1979)" e coorganizador de "Das violências na História: Instituições, (Inter)subjetividades e Direitos Humanos". Contribuiu para o ensino e pesquisa em História como docente no Centro Universitário Sumaré.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2021<br />Autor: Alexandre Queiroz<br />Idiomas: Português <br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 286<br />ISBN: 978-65-86342-17-8</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></strong></p>Alexandre Queiroz
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2021-01-012021-01-01A Segunda Guerra Mundial e a tríplice fronteira
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/112
<p>Como o fenômeno global da Segunda Guerra Mundial impactou na então remota tríplice fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai? O livro <em>A Segunda Guerra Mundial e a Tríplice Fronteira</em> <em>– A vigilância aos “súditos do eixo” alemães e italianos</em> pretende apresentar uma resposta baseada em uma pesquisa histórica que perpassa toda a experiência acadêmica do autor, o professor de História das Relações Internacionais na UNILA, Micael Alvino da Silva. Quando o Brasil declarou guerra ao Eixo, em janeiro de 1942, intensificou-se o movimento de vigilância aos “súditos do Eixo”, como eram chamados os alemães, italianos e descendentes. O autor se esforça para contextualizar esse movimento como algo que ocorreu na Europa, nos Estados Unidos e nas grandes cidades do Brasil, sem perder de vista a dimensão local. A onipresença do nazismo chegou até mesmo a lugares como a então decadente região da Tríplice Fronteira. Além de apresentar o contexto histórico global, americano e brasileiro, no livro são descritas duas frentes de vigilância aos alemães e italianos locais: a identificação de possíveis subversivos e o afastamento de pessoas da fronteira internacional do Estado do Paraná. No enfrentamento aos subversivos, destacam-se as prisões de Emil Mohrhoff e do padre Manoel Koenner. Na outra frente, cerca de 80 famílias foram obrigadas a deixar suas residências sob a justificativa de representarem potencialmente uma ameaça à segurança nacional e continental. Este é um livro sobre eventos internacionais e decisões políticas que impactaram a vida de algumas dezenas de famílias. Nesse sentido, é uma “história conectada” que articula as dimensões local e global. É também uma história de uma região internacional, sobre um período muito diferente do que se tornaria a partir dos anos 1970. É também uma história da Tríplice Fronteira na década de 1940.</p> <p><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>Micael Alvino da Silva</strong>: doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (USP). Pesquisador e coordenador do Grupo de Pesquisa sobre a Tríplice Fronteira (CNPq). Possui experiência de pesquisa no National Archives (Washington, Estados Unidos), no Arquivo Histórico do Itamaraty (Rio de Janeiro) e no Arquivo Público do Paraná (Curitiba). Pesquisa os seguintes temas: História das Relações Internacionais Americanas (1933-1954) e História da Tríplice Fronteira (Argentina, Brasil e Paraguai).</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2021<br />Autor: Micael Alvino da Silva<br />Idiomas: Português <br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 140<br />ISBN: 978-65-86342-12-3</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></strong></p>Micael Alvino da Silva
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2021-01-012021-01-01Dos sertões para as fronteiras e das fronteiras para os sertões
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/115
<p>A partir de um íntimo diálogo entre “Grande Sertão: veredas”, de João Guimarães Rosa, e “Pedagogia do Oprimido”, de Paulo Freire, esta obra-travessia problematiza e desnaturaliza o que entendemos por língua portuguesa, por ensino-aprendizagem de língua portuguesa, por educação, por avaliação e por sala de aula em região de fronteira. Considerando como ponto de referência as políticas linguísticas do Brasil, e mais pontualmente da UNILA, esta obra-travessia tem o objetivo de verificar, nas práticas discursivas translinguajeiras, transculturais e decoloniais, como são (in)visibilizadas as identidades performativas de um educador-professor brasileiro, e dos seus educandos e educandas não brasileiros em interações na sala de aula de Língua Portuguesa Adicional em contexto transfronteiriço. A partir desse objetivo mais amplo, este livro também discute as políticas linguísticas da UNILA e como elas estão subjacentes às práticas discursivas translinguajeiras, transculturais e decoloniais do educador brasileiro e dos educandos não brasileiros na sala de aula de Língua Portuguesa Adicional em contexto transfronteiriço. A obra problematiza também a invenção romântica da Língua Portuguesa como língua homogênea em direção às práticas translíngues, transculturais e decoloniais e observa como são construídas ou mobilizadas as identidades performativas do educador e dos seus educandos e educandas em tais práticas. Espera-se, a partir do livro, uma maior conscientização em busca da visibilização das “solidariedades dos existires”, fomentando as justiças social e racial por meio de uma educação-travessia mais inclusiva, libertadora e transformadora.</p> <p><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>Henrique Rodrigues Leroy</strong>: professor adjunto da Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) na área de Linguística Aplicada – Língua Portuguesa Adicional e Língua Portuguesa Materna. Licenciado em Letras (2007) pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e mestre em Estudos de Linguagens (2011) pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG). Doutor em Letras (2018) na área de concentração Linguagem e Sociedade pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE-PR). Na UFMG, é professor do Programa de Mestrado Profissional em Letras (PROFLETRAS) – área de concentração Linguagens e Letramentos, coordena as disciplinas regulares de Português Língua Adicional (PLA) e o curso de PLA para candidatos ao Programa Estudantes-Convênio de Graduação (PEC-G). Também coordena o Programa de Iniciação à Formação Docente (PIFD) – nível mestrado e doutorado – Língua Portuguesa Adicional e coordenou o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da UFMG – área de Língua Inglesa. Tem experiência no Brasil e no exterior (Argentina, Cuba, Paraguai e Peru) na área de Ensino-Aprendizagem de Línguas Adicionais, com ênfase na Licenciatura de Língua Portuguesa. Atua na área da Linguística Aplicada Crítica, com ênfase nos seguintes temas: ensino-aprendizagem-avaliação em Português Língua Adicional e Português Língua Materna nas perspectivas críticas dos Estudos Decoloniais e das Epistemologias do Sul, na Formação Crítica de Professores e nos Letramentos Críticos. Foi professor de Língua Portuguesa Adicional e de Língua Inglesa da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) de 2013 a 2018. É parecerista e membro de corpo editorial de diversos periódicos na área da Linguística Aplicada e é o atual presidente (2021-2023) da Associação Mineira dos Professores de Português como Língua Estrangeira (AMPPLIE).</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2021<br />Autor: Henrique Rodrigues Leroy<br />Idiomas: Português <br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 320<br />ISBN: 978-65-86342-16-1</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></strong></p>Henrique Rodrigues Leroy
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2021-01-012021-01-01Josefina Plá
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/109
<p>Em 2019, completaram-se 20 anos da morte de Josefina Plá e, apesar da existência de vários estudos acadêmicos sobre a escritora e artista que se debruçam, em sua maioria, sobre a representação da mulher paraguaia em sua narrativa, não havia nenhum livro que se propunha à divulgação de pesquisas relativas à autora disponível ao leitor brasileiro. Neste sentido, esta obra, intitulada <em>Josefina Plá: Uma Produção Múltipla e Moderna desde a Cultura Paraguaia</em> e organizada por Débora Cota e Daiane Pereira Rodrigues, é uma homenagem através da divulgação de estudos sobre suas atividades no país. A publicação reúne pesquisas que introduzem o leitor ao grande universo artístico cultural explorado por Plá: seus trabalhos com a arte popular paraguaia; sua produção poética e intimista; sua condição de estrangeira; seu interesse pela formação híbrida da identidade paraguaia e latino-americana, ou ainda sua perspectiva com relação à questão da mulher. Espera-se que a publicação, que surge com o desejo de unir estudos sobre a autora e divulgar sua variada produção, sirva de introdução àqueles que ainda não se acercaram às atividades de Josefina Plá ou que mantém com ela um estreito diálogo, mas que também contribua nas discussões sobre a literatura paraguaia e principalmente para as pesquisas que se voltam à América Latina e sua cultura.</p> <p><strong>Sobre as organizadoras</strong></p> <p><strong>Débora Cota:</strong> t<span style="font-weight: 400;">rabalha como professora de literatura latinoamericana e teoria da literatura na UNILA. Tem um post-doc na universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Participa dos grupos de pesquisa imaginários latinoamericanos, na UNILA e de Estudos de poéticas do presente da UFRGS. Participou da organização de dossiers poéticos do presente: Escritura, política, imagem da revista Conexão Letras e do dossier Escrituras paraguaias contemporâneas da revista rascunhos culturais.</span></p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2021<br />Organizadoras: Débora Cota e Daiane Pereira Rodrigues<br />Idiomas: Português <br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 173<br />ISBN: 978-65-86342-13-0</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></strong></p> <p> </p> <p> </p>Débora CotaDaiane Pereira Rodrigues
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2021-01-012021-01-01Catolicismo e escravidão
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/61
<p>Ricardo Luiz de Souza, em seu livro <em>Catolicismo e Escravidão: o discurso e a posse</em>, traz a público as tradições e contradições da Igreja Católica quanto ao processo de escravidão indígena e africana no Brasil e, mais amplamente, na América Latina. A fim de analisar o posicionamento desta Instituição ao longo dos séculos, o autor se aprofunda na literatura especializada, sobretudo nas obras de Gonzalo Fernandez de Oviedo, Juan Ginés de Sepúlveda, Francisco de Vitoria e Bartolomé de Las Casas. Os dois primeiros, defensores da escravidão indígena e, os dois últimos, críticos desta prática. A análise comparativa destes autores ajuda o leitor a esclarecer pontos importantes sobre o debate da escravatura na América colonial, especialmente em relação ao tratamento diferenciado dado aos indígenas e africanos em solo americano. Enquanto a escravidão indígena era, para alguns, considerada contrária aos preceitos cristãos, a exploração dos povos africanos, por vezes, era estimulada pelos mesmos autores. O livro é estruturado em três capítulos. No primeiro, “A escravidão Indígena na América Espanhola: Fundamentos de um Debate”, o escritor aborda os pontos-chave da bibliografia em questão. Já no segundo, “A Maldição, o Inferno e o Paraíso”, traça uma síntese do discurso católico sobre a escravidão, partindo dos textos bíblicos, passando pelo período medieval e pelo debate sobre o tráfico de escravos, chegando aos autores do período colonial. Aqui, são analisadas obras de Antonil, Padre Antônio Vieira, Jorge Benci, Nuno Marques Pereira e Azeredo Coutinho. O estudioso busca, então, mostrar as linhas de continuidade e as contradições presentes nesse discurso.<br />E, finalmente, no último, “Batismo, Posse e Abolição”, são apresentados os rituais de conversão dos gentios, ou seja, o batismo, tal como foi praticado e visto pela Igreja. Ademais, Ricardo Luiz de Souza analisa ainda como se deu a posse de escravos por parte da Igreja enquanto durou a escravidão e como a Instituição se posicionou perante a abolição.</p> <p><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>Ricardo Luiz de Souza: </strong>formado em Ciências Sociais pela UFMG, onde também concluiu mestrado em Sociologia e doutorado em História, com estudos sobre modernidade e identidade nacional na historiografia brasileira. Realizou pós-doutorado na UNESP, aprofundando-se em História do Brasil, com ênfase em pensamento social brasileiro. Atua principalmente no tema História da Cultura - Modernidade e Identidade Nacional, contribuindo significativamente para o entendimento de figuras históricas como Sílvio Romero, Euclides da Cunha, Câmara Cascudo e Gilberto Freyre. Publicou extensivamente, abordando temas como cinema brasileiro, identidade nacional, e a interação entre história e poder, tendo uma presença influente tanto em contextos acadêmicos quanto em discussões públicas sobre a história e cultura brasileira.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2020<br />Autor: Ricardo Luiz de Souza<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 119<br />ISBN: 978-65-86342-04-8</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></strong></p>Ricardo Luiz de Souza
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2020-01-012020-01-01Viver junto na América Latina
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/106
<div> <p align="justify">Os textos reunidos na coletânea Viver juntos na América Latina: contatos, trânsitos e convivências da literatura latino-americana estabelecem, através do pensar pela convivência, pelo contato, pelos trânsitos e deslocamentos, possibilidades para se discutir contemporaneamente a América Latina. Tratar do espaço americano nos tempos atuais exige, para além das discussões de fronteiras e territórios, pensar a comunidade literária enquanto espaço simbólico de trocas e interações. Em Como Viver Junto: simulações romanescas de alguns espaços cotidianos (1977), Barthes afirma que para que haja uma integração sólida entre os membros de uma comunidade, eles devem desenvolver, de forma simultânea, o desejo da integração e o desejo da distância – isto é, “viver ao mesmo tempo em companhia e em liberdade”. Ao mesmo tempo, como já sabemos, pensar-nos juntos não é pensarmo-nos homogeneamente a partir daquilo que nos iguala, mas também, como considera Roberto Espósito (2012), despojarmo-nos do que somos para vincularmo-nos ao outro. Estes são desafios comuns a uma abordagem da literatura na América Latina ou à própria literatura latino-americana que são tratados nesta coletânea que concentra estudos sobre autores e objetos de diferentes espaços territoriais na América Latina e suas interações. Assim sendo, na primeira parte do livro, são apresentados estudos da crítica e da teoria literária que envolvem intelectuais ou categorias críticas em torno do viver junto; na <span id="OBJ_PREFIX_DWT91_com_zimbra_date" class="Object" role="link">segunda</span>, os textos tratam dos entrelaçamentos entre escritores latino-americanos de diferentes nacionalidades ou entre escritores e lugares latino-americanos diferentes de suas origens; e na terceira parte, o livro concentra estudos de autores individuais em cujas obras se insinuam movimentos, trânsitos e dissensos.</p> </div> <p><strong>Sobre as organizadoras</strong></p> <p><strong>Débora Cota:</strong> t<span style="font-weight: 400;">rabalha como professora de literatura latinoamericana e teoria da literatura na UNILA. Tem um post-doc na universidade da Califórnia, nos Estados Unidos. Participa dos grupos de pesquisa imaginários latinoamericanos, na UNILA e de Estudos de poéticas do presente da UFRGS. Participou da organização de dossiers poéticos do presente: Escritura, política, imagem da revista Conexão Letras e do dossier Escrituras paraguaias contemporâneas da Revista Rascunhos Culturais.</span></p> <p><strong>Tatiana da Silva Capaverde</strong>: <span style="font-weight: 400;">Bacharela e mestra em Letras; doutora em Estudos de Literatura. Atualmente, é professora dos cursos de graduação e pós-graduação em Letras da Universidade Federal de Roraima (UFRR). É membra dos grupos de pesquisa “Narrativas Estrangeiras Modernas”/UNESP e “Leituras Contemporâneas: Narrativas do séc. XXI”/UFBA. Coordena o projeto de pesquisa “Representações do Deslocamento Cultural na Literatura Hispânica”.</span></p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2020<br />Organizadoras: Débora Cota e Tatiana Capaverde<br />Idiomas: Português <br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 198<br />ISBN: 978-65-86342-14-7</p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></strong></p>Débora CotaTatiana Capaverde
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2020-01-012020-01-01Imagem e memória dos Avá-Guarani paranaenses
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/100
<p>(Re)existência, a existência com resistência Avá-Guarani, sintetiza essa obra. É uma resistência adaptativa, que se dá pela vivência do Teko, do modo de ser e viver a plenitude, apesar dos atropelos violentos provocados pelo “desenvolvimento” econômico imposto pelos jurua kuéra no Yvy Mbyte, que destruiu a natureza. Os Guarani fizeram sua história e seguem fazendo, às vezes sozinhos, outras vezes com aliados, mas há pelo menos 500 anos com muitos empecilhos e violências, tendo que rearticular e refazer constantemente sua estratégia de sobrevivência. Nesse transcurso, ficaram registros: os principais deles estão guardados e são transmitidos na oralidade; uma pequena parte dessa memória foi gravada por diferentes pesquisadores; outra, também foi registrada em fotografias – as memórias visuais.</p> <p><strong>Sobre os autores</strong></p> <p><strong>Clovís Antonio Brighenti: </strong>professor de História das Sociedades Indígenas na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) e coordenador do Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIS) da instituição. Com graduação em História, mestrado em Integração da América Latina e doutorado em História Cultural, Brighenti é um pesquisador especializado nas comunidades indígenas Guarani e Xokleng Laklãno. Ele é autor de obras como "Estrangeiros na Própria Terra: Presença Guarani e Estados Nacional", que aborda questões fundiárias e políticas indigenistas. Seus livros são reconhecidos pela comunidade acadêmica e contribuem para os estudos indígenas na América Latina. Brighenti é convidado para palestras e participa de eventos científicos, consolidando sua posição como autoridade no campo da história indígena.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p style="margin: 0cm;">Ano de publicação: 2020<br />Organizadores: Clovis Antonio Brighenti e Osmarina de Oliveira <br />Idiomas: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 168<br />ISBN: 978-65-86342-05-5 (PDF) / 978-65-86342-08-6(impressa)</p> <p style="margin: 0cm;">Preço versão impressa: R$ 60,00</p> <p style="margin: 0cm;"> </p> <p style="margin: 0cm;"><strong>Apoio:</strong></p> <p align="left"><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></p>Clovis Antonio BrighentiOsmarina de Oliveira
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2020-01-012020-01-01Poder pastoral e cuidado de si em Foucault
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/88
<p>A publicação desse livro foi motivada pelo envolvimento de religiosos evangélicos na política nacional e internacional. Através da obra do filósofo francês Michel Foucault (1926-1984), buscamos contribuir com uma reflexão teórica que nos permita pensar sobre a relação entre religião e política. É certo que Foucault não trata do caso brasileiro em específico. Contudo, os conceitos presentes em sua obra podem servir para analisar criticamente nosso presente. No que se refere ao conteúdo do livro, nosso maior objetivo foi apontar para a conexão entre os conceitos de governamentalidade e poder pastoral presentes na obra de Foucault. Com eles buscamos compreender como as populações são governadas e a importância da sexualidade nesse contexto. Um dos principais conceitos nessa trama é o de cuidado de si. Foucault nos aponta que esse conceito representa um conjunto de práticas comum no Ocidente desde a Antiguidade até o Medievo. Técnicas como o exame de consciência e a confissão algumas das principais. Em muitos de seus estudos sobre a governamentalidade, o poder pastoral e o cuidado de si, Foucault trabalha minuciosamente estas duas técnicas como modos privilegiados para a constituição da subjetividade. Nesse âmbito, o estudo do dispositivo da sexualidade será importante, por estar diretamente vinculado à ética cristã da carne. Diante de tudo isso, seria possível falar em um Ocidente pastoral? Exploramos a reflexão ética e política do pensador francês a fim de compreender problemas que talvez ainda atravessem as sociedades ocidentais.</p> <p><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>João Roberto Barros II: </strong>professor Associado do PPGICAL-UNILA, com doutorado em Filosofia pela UNISINOS e doutorado em Ciências Sociais pela UBA. Ele possui mestrado em Filosofia pela UNISINOS e graduação em Filosofia pela UFSC. Membro do Comitê de Assessores de Área da Fundação Araucária - Ciências Humanas, é coordenador do grupo de pesquisa Biopolítica e colonialidade na UNILA. Autor de diversos artigos no Brasil e na Argentina, sua pesquisa se concentra em temas como biopolítica, poder pastoral e decolonialidade. Ele também atua como editor da Revista Espirales. Participou de eventos acadêmicos nacionais e internacionais e orientou diversas dissertações de mestrado. Sua formação complementar inclui cursos na Argentina, Alemanha e Brasil, destacando-se sua habilidade com o espanhol e suas contribuições para os estudos em Filosofia Política e Ética.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p align="left">Ano de publicação: 2020<br />Autor: João R. Barros II<br />Idioma: Português <br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 98<br />ISBN: 978-65-86342-11-6</p> <p align="left"><strong>Apoio</strong></p> <p align="left"><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></strong></p>João R. Barros II
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2020-01-012020-01-01Narrando experiências formativas que valorizam pessoas, culturas e projetos no ambiente universitário
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/70
<p><em>Narrando Experiências Formativas que Valorizam Pessoas, Culturas e Projetos no Ambiente Universitário: o Caso da UNILA </em>reúne narrativas de 34 atores institucionais, das mais diversas nacionalidades e de diferentes segmentos da comunidade acadêmica, interessados em compartilhar pontos de vista, posicionamentos, reflexões e inflexões sobre a vivência extensa e intensa nessa jovem universidade, localizada em Foz do Iguaçu, na confluência das fronteiras entre Brasil, Argentina e Paraguai. Esse conjunto de narrativas, por vezes, ganha cores e texturas típicas do texto biográfico, impregnado de sentido para quem, de fato, viveu a primeira década de existência da UNILA, e aproxima o livro de distintos públicos, universitários ou não. Na primeira parte do livro, o(a) leitor(a) terá a oportunidade de se aproximar da complexidade característica do projeto de criação da UNILA, bem como dos desafios de sua implantação, levando-se em conta a perspectiva de estudantes, docentes e técnico-administrativos(as) em educação. Na segunda parte da obra, destacam-se algumas das contribuições da Universidade para a região da Tríplice Fronteira e sua atuação na reafirmação da identidade, da cultura, dos povos e dos saberes latino-americanos e caribenhos. Essa opção de conteúdo e forma, além de construir um olhar orgânico e reflexivo sobre a Instituição, como um desdobramento de projeto financiado pelo CNPq (2015-2017), faz da obra uma homenagem dos(as) organizadores(as) e dos(as) autores(as) à UNILA no marco de seus dez anos de criação (2010-2020), destacando evidências de seu comprometimento com a integração latino-americana e caribenha, bem como o legado das pessoas de sua comunidade acadêmica no processo de concretização da missão de uma universidade tão singular, emblemática, inspiradora e necessária. </p> <p><strong>Sobre os organizadores</strong></p> <p><strong>Ivor Prolo: </strong>com doutorado em Administração e mestrado em Administração, além de graduação em Turismo, sua pesquisa abrange áreas como integração regional, internacionalização e inovação tecnológica. Como docente permanente em um programa de pós-graduação, sua contribuição para o ensino e pesquisa é significativa. Além disso, sua participação em grupos de pesquisa reconhecidos e sua atuação como revisor em periódicos demonstram seu compromisso com a produção científica de qualidade. Seu trabalho como autor de artigos e capítulos de livros destaca-se como uma importante contribuição para o avanço do conhecimento em seu campo de estudo. A publicação de livros, em particular, é uma forma crucial de disseminação do conhecimento acadêmico.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p align="left">Ano de publicação: 2020<br />Organizadores: Manolita Correia Lima, Solange Rodrigues Bonomo Assumpção, Ivor Prolo e Rosilene Carla Vieira<br />Idioma: Português e Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 371<br />ISBN: 978-65-86342-07-9</p> <p align="left"> </p> <p align="left"><strong>Apoio</strong></p> <p align="left"><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></strong></p>Manolita Correia LimaSolange Rodrigues Bonomo AssumpçãoIvor ProloRosilene Carla Vieira
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2020-01-012020-01-01Trânsitos e subjetividades latino-americanas no cinema
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/64
<p class="LO-normal"><em>Trânsitos e Subjetividades Latino-Americanas no Cinema</em> surge do desejo de delinear algumas linhas de força em torno de inquietações que marcam nossa atuação como pesquisadores do campo do cinema e do audiovisual na Universidade Federal da Integração Latino-Americana. Responde, portanto, não à pretensão de um panorama da produção da área em nosso contexto institucional, mas ao estabelecimento de alguns diálogos possíveis em torno de questões que nos interessam e interpelam especialmente. Do esforço de traçar pontos de articulação entre pesquisas gestadas em diferentes contextos territoriais, institucionais e mesmo a partir das distintas subjetividades implicadas em propostas de escrita, surge uma série de eixos tais como a memória e o passado; os marcadores de gênero e raça como dispositivos imagéticos e críticos; os entrecruzamentos entre o cinema e outras artes, tais como a literatura e a música; a alteridade e as dinâmicas relacionais intersubjetivas que se estabelecem entre sujeitos políticos e comunidades diversas; os territórios, paisagens e geografias – existentes ou sonhadas – que desenham o subcontinente; a colonialidade e os deslocamentos políticos, espaciais e imaginários que fundam o exercício do olhar e da escuta a partir de posições latino-americanistas que são, elas mesmas, heterogêneas e em disputa.</p> <p class="LO-normal"><strong>Sobre os autores</strong></p> <p class="LO-normal"><strong>Eduardo Dias Fonseca</strong>: Professor adjunto na área de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal da Integração Latino-americana (UNILA), na subárea de Produção e Administração Cultural na América Latina. Doutor em Artes (linha de pesquisa: Cinema) pela Escola de Belas Artes da UFMG. Mestre em Artes (linha de pesquisa: Criação e Crítica da Imagem em Movimento) pela Escola de Belas Artes da UFMG, transferido da UBA (Universidad de Buenos Aires) onde iniciou o programa Maestria en Estudios de Cine y Teatro Latinoamericano de Faculdade de Filosofia de Letras Ffyl-UBA. Interessado nas áreas de produção audiovisual, economia do audiovisual, políticas públicas para o audiovisual, cinema latino-americano e cinema brasileiro. Autor dos livros <em>Mundialização no cinema da retomada</em> (2017) e <em>O nacional nos cinemas brasileiro e argentino, 1995 a 2002</em> (2023).</p> <p class="LO-normal"><strong>Fabio Allan Mendes Ramalho</strong>: Professor adjunto na Universidade Federal da Integração Latino-Americana, atua no curso de bacharelado em Cinema e Audiovisual e no Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Estudos Latino-Americanos. Doutor em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco (2014), vinculado à linha de pesquisa em Estéticas e Culturas da Imagem e do Som, desenvolveu uma tese acerca da apropriação e o deslocamento de repertórios audiovisuais como modos de engajamento afetivo. Realizou estágio de doutoramento (doutorado sanduíche) na McGill University, Montréal, Canadá. Mestre em Comunicação pela UFPE (2009), com dissertação sobre cinema latino-americano contemporâneo. Foi membro do comitê editorial da Imagofagia - Revista de la Asociación Argentina de Estudios de Cine y Audiovisual (AsAECA), tendo atuado como codiretor no período de 2020 a 2023. É um dos coordenadores do Grupo de pesquisa NATLA - Núcleo de Arte e Tecnologia Latino-Americano.</p> <p class="LO-normal"><strong>Dados da obra</strong></p> <p class="LO-normal">Ano de publicação: 2020<br />Organizadores: Eduardo Dias Fonseca e Fábio Allan Mendes Ramalho<br />Idioma: Português e Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 189<br />ISBN: 978-65-86342-02-4</p> <p class="LO-normal"> </p> <p class="LO-normal"><strong>Apoio</strong></p> <p class="LO-normal"><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></strong></p>Eduardo Dias FonsecaFábio Allan Mendes Ramalho
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2020-01-012020-01-01Por um ensino insurgente em Arquitetura e Urbanismo
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/103
<p>Pensar um ensino de arquitetura e urbanismo para o século XXI exige compreender esta área do conhecimento como parte das Ciências Sociais e, por isso, indissociada dos inescapáveis problemas dos saberes com base na racionalidade moderno-colonial. Entre eles, uma provinciana visão da ciência e da historiografia, sempre valorizadoras de fenômenos intraeuropeus, vistos como determinantes para certo progresso contínuo e inexorável em direção a um padrão da Europa e da América do Norte o qual todos devem atingir; e a autodesignação de um ethos europeu civilizado, sempre em contraponto à invenção de um Outro e sua cultura primitivos, bárbaros, subdesenvolvidos. O ensino na área vem sendo conduzido, portanto, pela colonialidade do saber. Em direção oposta, este livro – que em 2021 obteve a segunda colocação no 7º Prêmio da Associação Brasileira das Editoras Universitária (ABEU), na categoria Ciências Sociais Aplicadas – reúne textos de autores e autoras inconformados/as e insurgentes, oriundos/as de diferentes instituições de ensino e que valorizam caminhos alternativos à geopolítica do conhecimento arquitetônico e urbanístico vigente. Acreditamos que os artigos aqui reunidos fazem um duplo exercício: por um lado, tensionam a literatura e demais saberes hegemônicos e consagrados, dirigindo-lhes perguntas incômodas ou inquietações e, no mais das vezes, trazendo-os para o contexto da América Latina. Além disso, conjugam de forma não hierárquica tais saberes com outros comumente desprezados, de modo a produzir e legitimar conhecimentos que transcendam preceitos e preconceitos estabelecidos no campo disciplinar de arquitetura e urbanismo. — Leo Name e Andréia Moassab</p> <p><strong>Sobre os organizadores</strong></p> <p><strong>Andréia Moassab:</strong> <span style="font-weight: 400;">Arquiteta e urbanista, mestra e doutora em Comunicação e Semiótica da PUCSP, com estágio doutoral no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Portugal. Atualmente, é docente da UNILA. É autora do livro "</span><strong>Brasil Periferia(s): a Comunicação Insurgente do Hip-Hop</strong><span style="font-weight: 400;">", finalista do prêmio Jabuti 2013, na categoria ciências humanas. Recentemente, publicou dois livros sobre África: "</span><strong>Panorama da Arquitetura Habitacional em Cabo Verde</strong><span style="font-weight: 400;">", com Patti Anahory; e “</span><strong>Territórios, cidades e identidades africanas em movimento</strong><span style="font-weight: 400;">", com Marina Berthet, pela EDUNILA, em 2023. Ainda pela Editora da UNILA publicou "</span><strong>Morar na Barranca</strong><span style="font-weight: 400;">", com Egon Vetorazzi; e "</span><strong>Por um Ensino Insurgente em Arquitetura e Urbanismo</strong><span style="font-weight: 400;">”, com Leo Name, considerado o 2º</span><span style="font-weight: 400;"> melhor livro de 2021 em ciências sociais aplicadas, pela ABEU (Associação Brasileira de Editoras Universitárias). </span></p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2020<br />Organizadores: Andréia Moassab e Leo Name<br />Idiomas: Português e Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 372<br />ISBN: <span class="fontstyle0">978-65-86342-09-3</span></p> <p> </p> <p><strong><span class="fontstyle0">Apoio</span></strong></p> <p><strong><span class="fontstyle0"><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></span></strong></p>Andréia MoassabLeo NameLivro Premiado - 2º lugar no Prêmio ABEU 2021 na categoria Ciências Sociais Aplicadas
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2020-01-012020-01-01Cinelatino
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/91
<p><em>Cinelatino – Imagens da América Latina a Serem Decifradas</em> recolhe reflexões sobre o pluralismo do cinema latino-americano e caribenho, por meio da análise de 14 filmes. Os quatro <em>takes</em> (sessões temáticas) que compõem o volume são o resultado de artigos desenvolvidos por debatedoras e debatedores que participaram de mostras e ciclos de cinema latino-americano e caribenho que aconteceram entre 2012 e 2017, na cidade de Foz do Iguaçu/Brasil, através do projeto de extensão <em>Cinelatino: Imagens da América Latina a Serem Decifradas</em>,<em> </em>da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Neste marco, os discursos sobre violência e direitos humanos; arquitetura e cidade; gênero, poder, identidade, e cotidiano, política e sobrevivência se transformam em espaços através dos quais são discutidas questões contemporâneas e insurgentes. Esta obra coletiva contribui à visibilidade do cinema latino-americano e caribenho e ao autoconhecimento da região, partindo da ideia de olhar para as produções em sua diversidade e em sua capacidade de encarar as diferenças através do Outro.</p> <p><strong>Sobre os organizadores</strong></p> <p><strong>Leo Name: </strong>professor Adjunto da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia (FAUFBA), docente permanente no Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPG-AU/UFBA). É líder do grupo de pesquisa DALE! - Decolonizar a América Latina e seus Espaços. Coorganizou o livro "Por um ensino insurgente em arquitetura e urbanismo", premiado pela Associação Brasileira das Editoras Universitárias. Possui formação acadêmica sólida, incluindo Doutorado em Geografia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com tese sobre representações geográficas no cinema. Além disso, realizou pós-doutorado na UFBA. Sua expertise abrange áreas como estudos decoloniais, cultura midiática, paisagismo e literatura comparada. Name tem vasta experiência na organização de eventos acadêmicos, promovendo debates sobre segurança alimentar, urbanismo e decolonialidade.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p align="left">Ano de publicação: 2020<br />Organizadores: Tereza Spyer e Leo Name<br />Idiomas: Português e Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 218<br />ISBN: 978-65-86342-10-9</p> <p align="left"> </p> <p align="left"><strong>Apoio</strong></p> <p align="left"><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></strong></p>Leo NameTereza Spyer
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2020-01-012020-01-01Mulheres entre fronteiras
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/52
<p>O livro “Mulheres entre fronteiras” se dispõe a gerar perspectivas transversais e regionais em equidade de gênero, ultrapassando barreiras culturais e linguísticas. Tendo como público-alvo lideranças das mais diversas áreas de atuação da região da Tríplice Fronteira, seu principal objetivo é desenvolver capacidades de análise na perspectiva de gênero e ferramentas teóricas capazes de promover a igualdade de gênero em suas áreas de atuação profissional, laboral ou de interesse social. O livro está organizado em artigos agrupados em função do “lugar de fala” de suas autoras sendo dividida nos módulos: “Olhares desde a academia”, “Olhares desde o Direito” e “Olhares desde as organizações da sociedade civil”. Esta obra pretende ser uma ferramenta de aprofundamento teórico dos tópicos nela desenvolvidos e fundamentalmente procura inspirar as lideranças de todos os âmbitos da atividade humana para continuar os esforços visando construir um mundo mais justo e solidário desde o nosso espaço fronteiriço de culturas, línguas, nacionalidades, saberes, pertencimentos institucionais e projetos de vida.</p> <p><strong>Sobre as organizadoras</strong></p> <p><span style="font-weight: 400;"><strong>Silvia Lilian Ferro</strong>: Bacharela em história, cientista social, professora e pesquisadora do ILAESP/UNILA. Doutora pela Universidad Pablo de Olavide, na Espanha. Fez pesquisas de pós-doutorado pela Universidad Nacional General San Martín e pela Universidad Nacional de Córdoba, ambas na Argentina. Tem experiência em assessoramento técnico e político na área do desenvolvimento rural para organismos públicos e organizações da sociedade civil da Argentina, Bolívia, Brasil e Uruguai, e também para organismos internacionais multilaterais.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;"><strong>Thaíse Vieira Thomé</strong>: Advogada, especialista em Direito Público, atua no Brasil e também presta consultoria para empresas familiares no Paraguai. </span></p> <p><strong>Dados da Obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2019<br />Organizadoras: Silvia Lilian Ferro e Thaíse Vieira Thomé<br />Idioma: Português e Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 291<br />ISBN: 978-85-92964-08-5<br />Valor: R$ 40,00</p> <p> </p>Silvia Lilian FerroThaíse Vieira Thomé
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2019-07-012019-07-01Español em la universidad
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/43
<p align="justify"><em>¿Que es?</em> es un banco de actividades de práctica significativa del español como segunda lengua o lengua adicional especialmente diseñado para estudiantes de la Universidad Federal de Integración Latinoamericana (UNILA) que cursan el nivel intermedio del denominado Ciclo Común de Estudios. No se trata por tanto de un libro de texto o de un manual al uso, sino más bien de un material complementario y, por ello, adaptable a su empleo en el contexto brasileño de la educación superior, de acuerdo con las posibilidades del profesor y con las necesidades de los estudiantes. <em>Español en la Universidad: prácticas discursivas</em> es un material específico creado para que los estudiantes contribuyan de un modo crítico a repensar los grandes temas que vertebran los objetivos estratégicos de la UNILA: la universalización del conocimiento y el respeto a la pluralidad de ideas mediante una oferta académica con compromiso social, en una oferta educativa bilingüe en portugués y español, y la promoción de la conciencia intercultural. Es por ello que la realización de las actividades que conforman las unidades didácticas facilita la activación por parte del aprendiz del componente estratégico de aprender español en un entorno multilingüe y la reflexión acerca de la educación en valores<em> (la tolerancia, el respeto a la diversidad cultural, el rechazo a la intolerancia y al racismo, la denuncia social, etc.)</em>. El objetivo es contribuir al papel que desempeña la UNILA en la formación de ciudadanos críticos y de profesionales responsables que promuevan con su conocimiento al avance en la integración latinoamericana.</p> <p align="justify"><strong>Dados da Obra</strong></p> <p align="left">Ano de publicação: 2019<br />Autores: Iván Ulloa Bustinza e Gregorio Pérez de Obanos Romero<br />Idioma: Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 190<br />ISBN: 978-85-92964-07-8</p>Iván Ulloa BustinzaGregorio Pérez de Obanos Romero
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2019-03-012019-03-01Lengua, sociedad e interculturalidad en la enseñanza/aprendizaje de portugués y español
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/55
<p>Como pode um professor de idiomas relacionar a língua que ensina aos conhecimentos sociais e interculturais que essa língua veicula? Que caminho ele deve percorrer ao se ocupar dos múltiplos sentidos das linguagens com que lida? Como estabelecer metas e definir as prioridades? Para responder a essas e a outras questões, é preciso voltar nosso olhar aos textos desta coletânea que intenciona lançar luz sobre questões tão caras a quem está comprometido com o ensino-aprendizagem de uma língua estrangeira. Esta obra resulta da parceria das organizadoras – as linguistas e professoras Francisca Paula Soares Maia, da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA, Brasil), e Mercedes Causse Cathcart, da Universidad de Oriente, Cuba –, que não se limitam a atuar como docentes comprometidas com um ensino de qualidade e se destacam pela busca do aprimoramento de seu trabalho e pelo interesse em responder às inúmeras perguntas que se colocam no dia a dia. Trata-se de um conjunto de artigos instigantes e desafiadores, cuidadosamente reunidos e voltados para a construção de um trabalho coletivo em que novos saberes são regidos tanto pela prática do educador quanto pelos relatos de experiência. As reflexões que a obra instiga conduzem a sugestões de políticas direcionadas para o ensino do português e do espanhol como línguas estrangeiras. Neste livro, valoriza-se a existência de programa para preparação e capacitação de professores, a formação continuada dos profissionais que atuam no ensino-aprendizagem de Português Língua Estrangeira (PLE) e Espanhol Língua Estrangeira (ELE) e o estímulo à divulgação da cultura dos países em que esses idiomas são falados. Além do estabelecimento de diretrizes para a condução da prática pedagógica, encontram-se aqui propostas de ensino de língua, cultura e sociedade por meio de textos que tratam da história desses países, bem como da inserção de saberes socioculturais nos materiais didáticos destinados ao aluno de PLE e de ELE. Levando-se em conta o contexto do aprendizado, os conhecimentos sociolinguísticos a serem trabalhados e os conhecimentos interculturais a serem abordados, ainda se sugere, neste livro, o uso da sequência didática – considerada uma ferramenta eficaz para o desenvolvimento da proficiência dos aprendizes de línguas estrangeiras. Os textos da coletânea são enriquecedores não apenas pelas teorias que os fundamentam, mas também pelo dinamismo das abordagens que estimulam a prática didática, seja pelas técnicas de ensino de língua estrangeira, seja pelas sugestões de planejamento de atividades comunicativas e interativas.</p> <p><strong>Sobre as organizadoras</strong></p> <p><strong>Francisca Paula Soares Maia:</strong><span style="font-weight: 400;"> licenciada em Língua Portuguesa com especialização em letramentos, além disso fez mestrado e doutorado em estudos sociolinguísticos. É líder do grupo de pesquisa de integração de culturas em latino america na UNILA onde imparte docência, trabalhando na graduação e no mestrado. </span></p> <p><strong>Mercedes Causse Cathcart: </strong>p<span style="font-weight: 400;">rofessora titular do Departamento de Letras, Faculdade de Humanidades,da Universidade do Oriente, em cuba. Tem pós-doutorado em linguística pela UFMG, especializada em estudos de variação no espanhol, análise de textos e lexicologia espanhola. Coordenou o mestrado e o ensino de espanhol como língua estrangeira. É editora da Revista Habanera de Ciências Médicas. </span></p> <p><strong>Dados da Obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2019<br />Organizadoras: Francisca Paula Soares Maia e Mercedes Causse Cathcart <br />Idioma: Português/Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de Páginas: 148<br />ISBN: 978-85-92964-09-2</p> <p> </p> <p><strong>Apoio</strong></p> <p><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></strong></p>Francisca Paula Soares MaiaMercedes Causse Cathcart
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2019-01-012019-01-01Glossário terminológico da UNILA
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/58
<p align="left">O Glossário Terminológico da UNILA foi criado com a intenção de auxiliar alunos, professores, técnicos e comunidade externa à universidade e constitui o principal objeto resultante de uma pesquisa desenvolvida durante dois anos e meio na área da Terminologia, norteada pelos postulados teóricos da Teoria Comunicativa da Terminologia (TCT).<br />A pesquisa, inspirada pelas teorias de Cabré (1999; 2000; 2005) e outros teóricos da Terminologia, como Krieger & Finatto (2004), Bevilacqua (2004) ou Wüster (1998), teve como frutos artigos publicados em revistas especializadas, em anais de congressos etc. Como conclusão principal, estabeleceu-se que o léxico acadêmico incluído no marco normativo universitário constitui a terminologia de uma área específica, ao estar presente dentro de um corpus de documentos normativos e, portanto, deve cumprir com a máxima de monovalência nesse dado contexto, apesar de que no uso comum da língua possa ser polissêmico.<br />Quanto à metodologia aplicada, fizemos, em primeiro lugar, uma delimitação do objeto de estudo, o marco normativo da UNILA, selecionando os documentos que regem a universidade; depois, foram extraídas palavras e locuções que poderiam ser termos deste glossário. Na sequência, organizamos os termos em árvores de domínio que mostrassem suas relações conceituais. Finalmente, todas as informações foram registradas em fichas terminológicas, que serviram posteriormente para a elaboração do glossário.</p> <p align="left"><strong>Sobre o autor</strong></p> <p align="left"><strong>Fidel Pascua Vílchez: </strong>filólogo e linguista. Doutor em Estudos da Linguagem (Descrição e Análise Linguística) pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Em 2001, começou seus estudos na Universidade de Valladolid (Espanha), no curso de Filologia Clássica, continuando depois no mestrado. Em 2008 chegou ao Brasil e trabalha, desde então, como professor de Língua Espanhola como Língua Estrangeira/Adicional, desenvolvendo pesquisas tanto nesta área, quanto nas áreas da Filologia Latina, da Lexicografia e da Terminologia, principalmente no estudo de manuscritos medievais e na elaboração de dicionários especializados. Desde 2011, faz parte do corpo docente da Universidade Federal da Integração Latino-americana (UNILA), desenvolvendo o projeto político pedagógico institucional baseado no bilinguismo, na integração latino-americana e na interdisciplinaridade, através do Ciclo Comum de Estudos.</p> <p align="left"><strong>Dados da Obra</strong></p> <p align="left">Ano de publicação: 2019<br />Autor: Fidel Pascua Vílchez<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 430<br />ISBN: 978-85-92964-10-8</p> <p align="left"> </p> <p align="left"><strong>Apoio</strong></p> <p align="left"><strong><img src="https://portal.unila.edu.br/editora/livros/imagens/conjunto01.png" /></strong></p>Fidel Pascua Vílchez
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2019-01-012019-01-01Morar na barranca
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/46
<p align="justify">Esta cartilha é resultado de uma pesquisa desenvolvida no âmbito do curso de Arquitetura e Urbanismo da UNILA, com objetivo de analisar as diversas soluções populares para a moradia na região transnacional, especialmente nas áreas de risco de inundação. A universidade e seus cursos voltados para o espaço construído e o<em> habitat</em>, em conjunto com as populações e seus saberes, podem e devem potencializar este conhecimento para melhorar a qualidade de vida das pessoas e colaborar para pressionar o poder público no atendimento do direito à moradia adequada e do direito à cidade para todos e todas.</p> <p><em>Esta cartilla resulta de una investigación llevada a cabo en el ámbito del curso de Arquitectura y Urbanismo de la UNILA, la cual tuvo por objetivo analizar las diversas soluciones populares para la vivienda en la región transnacional, especialmente en las áreas de riesgo de inundación. La Universidad y los cursos orientados para el espacio construido y el hábitat, en conjunto con las poblaciones y sus saberes, puede y debe fortalecer este conocimiento para una mejor calidad de vida de las personas y presionar al poder público para la debida atención a una vivienda digna y el derecho de vivir en una ciudad para todos y todas.</em></p> <p><strong>Sobre os organizadores</strong></p> <p><strong>Andréia Moassab:</strong> <span style="font-weight: 400;">Arquiteta e urbanista, mestra e doutora em Comunicação e Semiótica da PUCSP, com estágio doutoral no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Portugal. Atualmente, é docente da UNILA. É autora do livro "</span><strong>Brasil Periferia(s): a Comunicação Insurgente do Hip-Hop</strong><span style="font-weight: 400;">", finalista do prêmio Jabuti 2013, na categoria ciências humanas. Recentemente, publicou dois livros sobre África: "</span><strong>Panorama da Arquitetura Habitacional em Cabo Verde</strong><span style="font-weight: 400;">", com Patti Anahory; e “</span><strong>Territórios, cidades e identidades africanas em movimento</strong><span style="font-weight: 400;">", com Marina Berthet, pela EDUNILA, em 2023. Ainda pela Editora da UNILA publicou "</span><strong>Morar na Barranca</strong><span style="font-weight: 400;">", com Egon Vetorazzi; e "</span><strong>Por um Ensino Insurgente em Arquitetura e Urbanismo</strong><span style="font-weight: 400;">”, com Leo Name, considerado o 2º</span><span style="font-weight: 400;"> melhor livro de 2021 em ciências sociais aplicadas, pela ABEU (Associação Brasileira de Editoras Universitárias).</span></p> <p><strong>Egon Vettorazzi: </strong>arquiteto e professor, concluiu seu doutorado em Arquitetura pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 2019, com foco nas estratégias do conceito Passive House para edificações energeticamente eficientes na Região Sul-Brasileira. Possui mestrado em Engenharia Civil e Ambiental pela Universidade Federal de Santa Maria, onde desenvolveu um sistema de piso radiante com aproveitamento de energia solar para condicionamento térmico de ambientes. Sua graduação em Arquitetura e Urbanismo foi pela Universidade de Santa Cruz do Sul, onde também atuou como técnico laboratorial. Como professor, tem vasta experiência em instituições como a Universidade Federal da Integração Latino-Americana e o Centro Universitário Dinâmica das Cataratas, lecionando disciplinas como projeto arquitetônico e conforto ambiental. Suas áreas de pesquisa incluem projeto arquitetônico, conforto ambiental, desempenho térmico e eficiência energética.</p> <p><strong>Dados da Obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2019<br />Organizadores: Andréia Moassab e Egon Vettorazzi<br />Idioma: Português e Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 34<br />ISBN: 978-65-86342-42-0<br />Preço: R$ 40,00</p>Andréia MoassabEgon Vettorazzi
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2019-01-012019-01-01Poesia e diálogos numa ilha chamada Brasil
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/34
<p>Tomando como ponto de partida a trajetória poética de Ferreira Gullar e Thiago de Mello, este livro assume a tarefa de examinar como a produção cultural brasileira das décadas de 1960 e 1970 assumiu uma forte tendência a tomar como seus temas as imagens, paisagens e eventos característicos da América Latina. Demonstra-se, assim, que a aspiração americanista foi uma questão das mais relevantes para a nossa produção poética e que, por conta disso, merece uma discussão mais prolongada, atenta à diversidade de projetos políticos e estéticos que ela mobiliza. Interessa debater aqui os dilemas e anseios abertos pelo horizonte comunitário, buscando compreender as pontes imaginárias e utópicas erguidas na cultura brasileira em nome da latinidade. Aos que compartilham o desejo de aproximação e mútuo conhecimento entre os países latino-americanos, reler a poesia desse período é, ao mesmo tempo, uma forma de alento e um desafio ao otimismo mais ingênuo. Em tempos nos quais a generosidade contida no gesto de olhar ao redor e se identificar solidariamente com o outro é vista como um idealismo pueril e anacrônico, a poesia aqui examinada assume um consciente caráter de resistência, na medida em que re-significa constantemente o que é ser latino-americano, pressupondo que a compreensão do outro é necessária descoberta, aprendizado e também um caminho indispensável para o conhecimento de si.</p> <p><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>Marcelo Ferraz de Paula: </strong>professor da área de Teoria Literária na Universidade Federal de Goiás, é membro permanente do Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística e bolsista Produtividade em Pesquisa - Nível 2 do CNPq. Concluiu seu doutoramento em Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa na Universidade de São Paulo em 2012 e realizou estágios pós-doutorais na Universidade do Porto, na UNIFESSPA e na Brown University. Coordena o projeto de pesquisa Memorial Poético dos Anos de Chumbo, apoiado pelo CNPq, e é editor-chefe da revista Texto Poético. Seu foco de pesquisa está na literatura brasileira moderna e contemporânea, especialmente na poesia lírica, explorando os diálogos e trânsitos culturais ibero-afro-americanos e as relações entre literatura, sociedade e história. Entre suas publicações destacam-se os livros "Poesia e diálogos numa ilha chamada Brasil" e "O testemunho poético no limiar da lírica moderna".</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2018<br />Autor: Marcelo Ferraz<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de Páginas: 350<br />ISBN: 978-85-92964-04-7<br />Preço: R$ 60,00</p>Marcelo Ferraz
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2018-05-202018-05-20Fanzines
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/28
<p>Os textos presentes neste livro convidam o leitor para o debate: o primeiro parte dos estudos de Canclini e Certeau sobre cultura híbrida e cultura no plural, respectivamente, propondo uma breve reflexão sobre a prática zínica como manifestação cultural de determinados grupos e sujeitos. O segundo texto discute se o fanzine pode, em determinado momento, ser considerado um potencial agente de memória. O último texto se apropria do conceito de desterritorialização a fim de contribuir com o debate sobre o sujeito empoderado de meios que lhe convidam a produzir e emitir sua opinião na Internet, desencadeando uma série de fenômenos socioculturais. Essa realidade permite ao sujeito assumir várias identidades, circulando por outros territórios na rede, em um constante processo de des-re-territorialização, ressignificando a si mesmo e os territórios pelos quais passa.</p> <p><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>Yuri Amaral: </strong>formada em Comunicação Social com especialização em Publicidade e Propaganda pela UDC - União Dinâmica de Faculdades Cataratas, concluiu também um curso em Antropologia, Cultura e Inovação na Escola São Paulo de Economia Criativa. Avançou seus estudos com um mestrado em Estudos Interdisciplinares Latino-Americanos na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), onde explorou a utilização de fanzines em sala de aula para o desenvolvimento do pensamento crítico. Na área acadêmica, lecionou disciplinas relacionadas à comunicação e publicidade no UDC, além de projetos de Criatividade, Arte, Roteiro, Storytelling e Planejamento na Uniamérica. Paralelamente, desenvolveu uma carreira como artesã gráfica, ilustradora e autora, com obras notáveis como "O Menino que não sabia voar". Suas práticas artísticas buscam refletir e conectar experiências e identidades através da arte.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2018<br />Autor: Yuri Amaral<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 86<br />ISBN: 978-85-92964-02-3</p>Yuri Amaral
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2018-03-202018-03-20Ensino de ciências e matemática
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/19
<p>O livro Ensino de Ciências e Matemática — elementos didáticos para teoria e experimentação visa ser um referencial para professores e estudantes destas duas áreas do conhecimento pautado na ideia da busca de novas práticas pedagógicas para o desenvolvimento de competências por meio da aprendizagem dialógica, cuja base é o correto trabalho da teoria e da experimentação — elementos norteadores do pensamento científico. Seu conteúdo é resultante de notas de aula da Especialização em Ensino de Ciências e Matemática ofertada por docentes da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) como curso de formação continuada (Comfor/MEC) para professores da educação básica no Oeste do Paraná.</p> <p><strong>Sobre os autores</strong></p> <p><strong>Abraão Jessé Capistrano de Souza: </strong>professor na Universidade Federal do Paraná, formado em Educação Física pela Universidade Estadual do Pará e em Física pela Universidade Federal do Pará. Completou mestrado e doutorado em Física pela Universidade de Brasília, com pesquisa em matéria escura e cosmologia relativística. Além de liderar o grupo de pesquisa CNPq em Física-matemática e Relatividade, é autor de diversos livros e artigos científicos que abordam desde fundamentos de astronomia até aspectos complexos da cosmologia e gravitação. Seus livros são referências importantes para estudantes e pesquisadores da área. Atua também na coordenação de projetos de pesquisa aplicados à tecnologia espacial. Membro ativo de sociedades científicas, mantém colaborações internacionais, contribuindo significativamente para a comunidade científica global.</p> <p><strong>Rodrigo Bloot: </strong>graduado em Matemática pela Universidade Federal do Paraná (2005), avançou em sua formação com um mestrado em Matemática Aplicada (2008) e doutorado (2012) pela mesma universidade. Seu trabalho de doutorado na UNICAMP focou em modelagem e estudo analítico da equação da onda elástica em meios VTI, contribuindo para o entendimento de anisotropias fracas e ondas sísmicas. Realizou pós-doutorado na UNICAMP (2016-2017), explorando a geofísica aplicada como bolsista do Centro de Estudos do Petróleo. Atualmente é professor adjunto na Universidade Federal da Integração Latino-Americana, mantendo seu foco em matemática aplicada, especialmente em física matemática e geofísica aplicada.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2018<br />Organizadores: Abraão Capistrano, Kelly Sossmeier e Rodrigo Bloot<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 165<br />ISBN: 978-85-92964-03-0</p>Abraão J. S. CapistranoKelly D. SossmeierRodrigo Bloot
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2018-01-012018-01-01A trajetória de um libertário
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/37
<p>Um italiano andando pela América do Sul, na virada entre os séculos XIX e XX, não é um acontecimento raro. Que esse italiano fosse anarquista e se envolvesse com lutas operárias e com a organização política dos trabalhadores também é algo que a historiografia latino-americana considera razoavelmente corriqueiro. O mesmo poderíamos dizer se esse nosso italiano se ocupasse de música e arte, e o seguíssemos frequentando teatros e salas de concerto em grandes cidades da região. Agora, um italiano que reunisse essas duas características e, ainda por cima, sendo possuidor de uma formação jurídica “burguesa”, também se tornasse protagonista de um empreendimento intelectual de grande alcance acadêmico e simbólico, como a revista Criminalogía Moderna, na Buenos Aires de 1898 (e até 1902), aí estaríamos mesmo entrando num campo de grande singularidade. Como se tudo isso não fosse suficiente, esse italiano é alguém não só muito real, mas muito relevante: Pietro Gori (1865-1911), uma das mais brilhantes lideranças libertárias europeias do entresséculos, protagonista em vários cenários geográficos, políticos, intelectuais e artísticos. Esse é o primeiro trunfo do livro de Hugo Quinta: ter achado Pietro Gori na Argentina, escondido (ma non troppo) na multidão de artistas (e) anarquistas italianos em Buenos Aires e outras províncias. Esse primeiro trunfo compreende, também, ter tido o tino de acompanhar Gori nas suas outras andanças sul-americanas: no Uruguai, no Chile e no Paraguai, na Patagônia e no Chaco. Mas (antecipo aqui o que o leitor, espero, achará ao final da leitura), o valor desse livro está na sua pretensão mais ampla: desenhar, com traços interdisciplinares, a singularíssima trajetória de um intelectual para quem já não se pode mais utilizar o adjetivo “italiano” – nem nenhum outro gentílico. Sua pátria foi o mundo inteiro ou, nos quatro anos nos quais Hugo Quinta o seguiu, a América do Sul.</p> <p><strong>Sobre o autor</strong></p> <p><strong>Hugo Quinta: </strong>nasceu em Goiânia, em 1985. Especialista em Artes da Escrita pela Universidade Nova de Lisboa (UNL) e mestre em Estudos Latino-Americanos pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA), atualmente é doutorando em História pela Universidade Estadual Paulista (UNESP, campus de Assis).</p> <p><strong>Dados da Obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2018<br />Autor: Hugo Quinta<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de Páginas: 264<br />ISBN: 978-85-92964-06-7<br />Preço: R$ 40,00</p>Hugo Quinta
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2018-01-012018-01-01Conexões (trans)fronteiriças
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/7
<p>De maneira original e distinta do sistema referencial corrente nos estudos de Jornalismo, o livro Conexões (trans)fronteiriças: mídia, noticiabilidade e ambivalência apresenta análises das atividades noticiosas de diversos veículos de mídia: jornais impressos e on-line, revistas semanais, telejornais, portais e agências de notícias.Organizada por Ada C. Machado da Silveira e Isabel Padilha Guimarães, do grupo de pesquisa Comunicação, Identidades e Fronteiras, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a obra aborda estas atividades jornalísticas encarando sua condição midiatizada, pautada por cânones técnicos estritos e atitude interpretante exterior à vida das sociedades a que se dedicam a reportar.Trata-se de um livro que pretende ser de utilidade para estudantes de Jornalismo e de Relações Internacionais interessados em iniciar-se na análise de textos midiáticos.</p> <p><strong>Sobre as organizadoras</strong></p> <p><strong>Ada Machado da Silveira: </strong>Graduada em Comunicação Social. Mestra e doutora pela Universitat Autònoma de Barcelona, na Espanha. Estágio pós-doutoral na Sorbonne III - La Nouvelle, na França. Foi professora visitante na Universidad Nacional de Quilmes e na Universidad Nacional de La Plata, na Argentina; e na Universidad Nacional del Este, no Paraguai. Atualmente, é docente na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Tem uma centena de trabalhos publicados em diversas línguas e países. Entre seus livros se destacam “<strong>Asombros identitarios. Representación y virtualización en los médios<span style="font-weight: 400;">” e “</span>TICs para inclusão social: cidadania, educação ambiental e agroecologia<span style="font-weight: 400;">”.</span></strong></p> <p><strong><span style="font-weight: 400;"><strong>Isabel Padilha Guimarães</strong>: graduada como licenciada em comunicação social com especialidade no jornalismo, tem mestrado e doutorado em comunicação social, doutora-se com pesquisa se desenvolvendo na UFMS. É membro do grupo de pesquisa comunicação, identidades e fronteiras na UFMS. Seu livro “Conexões (transfronterizas: meios de comunicação, notícias e ambivalência”, com Ada C.Machado da informática de diversos meios de comunicação: jornais impressos e online, revistas semanais, televisão, portais e agências de notícias do Brasil, Paraguai, Bolívia e Argentina.</span></strong></p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2016<br />Organizadoras: Ada C. Machado da Silveira e Isabel Padilha Guimarães<br />Idioma: Português e Espanhol<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 179<br />ISBN: 978-85-92964-01-6</p>Ada C. Machado da SilveiraIsabel Padilha Guimarães
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2016-01-012016-01-01Raul Pompeia
https://editora.unila.edu.br/edunila/catalog/book/9
<p>Autor maior entre os escritores brasileiros, Raul Pompeia deixou à literatura nacional e mundial um grande legado. Criador de obras-primas como O Ateneu e as Canções sem metro, marco da poesia em prosa no Brasil, Pompeia é o escolhido para encabeçar o reinício das publicações da coleção Fortuna Crítica após um hiato de 25 anos.<br />Idealizada por Afrânio Coutinho, a Fortuna Crítica se consolidou, nos sete volumes anteriores, como um instrumento imprescindível para pesquisadores e estudiosos de nossa literatura. Renovada, agora sob a direção de Eduardo Coutinho, filho e herdeiro natural do imortal da Academia Brasileira de Letras, a coleção passa a ter casa nova: a EDUNILA.<br />Com valiosos textos sobre o grande autor brasileiro, este oitavo volume da coleção reúne depoimentos e estudos sobre sua vida e obra obedecendo a critérios rígidos, que somente grandes conhecedores da literatura brasileira poderiam conceber.</p> <p><strong>Sobre os autores</strong></p> <p><strong>Eduardo de Faria Coutinho: </strong>professor Titular Emérito de Literatura Comparada na Universidade Federal do Rio de Janeiro, possui mestrado pela Universidade da Carolina do Norte, Chapel Hill, e doutorado pela Universidade da Califórnia, Berkeley, com pesquisa focada na síntese novelística na América Latina. Tem experiência significativa como docente e em cargos administrativos, incluindo Diretor Adjunto de Pós-Graduação na UFRJ. Além disso, foi professor visitante em várias universidades internacionais e desempenhou papéis de liderança em diversas organizações acadêmicas, como a Associação Brasileira de Literatura Comparada. Publicou extensivamente sobre literatura latino-americana contemporânea e é membro de várias academias e conselhos culturais, além de consultor científico para agências de fomento à educação. Seu trabalho tem contribuído para o avanço da literatura comparada, com especial atenção às interações culturais na literatura latino-americana.</p> <p><strong>Dados da obra</strong></p> <p>Ano de publicação: 2016<br />Organizadores: Eduardo F. Coutinho e Mônica Amim<br />Coleção Fortuna Crítica – nº 8<br />Idioma: Português<br />Número da edição: 1ª<br />Número de páginas: 479<br />ISBN: 9788592964009<br />Preço de venda: R$ 60,00</p>Eduardo F. CoutinhoMônica Amim
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2016-01-012016-01-01